Mídia fez aposta furada em carta-suicídio de Temer

É óbvio que o factoide foi produzido a quatro mãos por Temer e a mídia tucana. A carta do vice mal havia sido entregue ao Planalto e já estava sendo noticiada no portal de O Globo. É óbvio que Temer combinou o vazamento com o império midiático. No mesmo dia, o STF mandou um recado a Cunha: “Vossa Excelência sifú”. O golpismo ainda vai dar trabalho, claro, mas, enquanto não é enterrado, vale uma pausa para rir. Confira o melhor do humor progressista produzido a partir da farta matéria prima ofertada por Mimimichel Temer

Mais escândalos tucanos para a Justiça engavetar

No mês passado, o programa Roda Viva entrevistou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem se soube, neste fim de semana, que recebeu 1 milhão de reais da Odebrecht por palestra que não deu. Naquele programa, o tucano acusou e criticou Lula por receber dinheiro dessa mesma empreiteira por palestra não proferida. Confira o vídeo de mais um escândalo tucano que a Justiça terá o “enorme” trabalho de engavetar.

Agressões a Maju e a Dilma têm natureza idêntica

O que estimula esse tipo de comportamento que atingiu, igualmente, duas pessoas públicas do sexo feminino é a seletividade. Na ditadura midiática que se abateu sobre o Brasil, ataques sexistas, misóginos, fascistas, racistas, homofóbicos, entre outros, só são punidos quando a mídia cai em cima, e essa só cai em cima se a vítima dispuser de sua simpatia.

William Bonner promete “imparcialidade” logo após mentir para proteger PSDB

Um dos spots comemorativos aos 50 anos da Globo mostra um William Bonner, com ares de satisfação, prometendo “imparcialidade” aos telespectadores. Essa tão alardeada “imparcialidade” da Globo – alardeada pela própria Globo – é idêntica ao volume de água do Cantareira: a cada dia fica menor. Para fazer um trocadilho infame, poder-se-ia dizer que a emissora já está usando o “volume morto” dessa sua imaginária “imparcialidade”.

Manchetômetro vai comparar cobertura da reeleição de Dilma com a de FHC

Site que divulgou estudo de divisão da UERJ que monitora desde 2006 o tratamento que a mídia dá a cada candidato a presidente teve cerca de 100 mil acessos em uma semana e pretende investigar “explicação” velada da mídia de que Dilma apanha mais porque é presidente. O “Manchetômetro” investigará como FHC foi tratado na campanha de sua reeleição, em 1998