A fixação fascista pela Batalha de Termópilas

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Foto: Reprodução

Depois dos “300 do Brasil”, da ativista Sara Winter, outro grupo bolsonarista se espelha no filme “300”, criticado pela violência e inspiração fascista, para defender suas teses.

O Movimento Pró-Armas se diz cansado de ser vítima de campanha desarmamentista e diz que para essa “batalha tão longa e tão dura” informar apenas não basta.

“Se torne um dos 300 espartanos na luta pró-armas”, defendem. No filme, os 300 superam 30 mil soldados.

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