Grupo de professores e alunos da USP rejeitam se vacinar contra covid

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Foto: Eduardo Anizelli

A Universidade de São Paulo (USP) já começa a identificar casos de professores, funcionários e alunos que se recusam a tomar a vacina contra a Covid-19. A instituição planeja voltar com as aulas presenciais em 4 de outubro para os alunos e professores que tiverem recebido as duas doses do imunizante.

Ao menos seis unidades registraram casos de pessoas que ainda não tomaram a primeira dose ou que apresentam resistência: a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), o Instituto de Matemática e Estatística (IME), o Instituto de Física (IF), o Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) e o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB).

Tanto a FFLCH quanto o IME registram três casos cada de pessoas resistentes ao imunizante. Neste último, segundo a instituição, um professor considera que não precisa ser vacinado porque já teve contato com o novo coronavírus e, à revelia da ciência, sustenta que já desenvolveu anticorpos.

Além dele, um funcionário diz que não quer tomar a vacina, sem apresentar justificativa, e outro atesta ser naturalista, o que o leva a considerar “indesejável uma estrutura estranha” em seu corpo.

O Cena, por sua vez, contabiliza 2% de técnico-administrativos e docentes que ainda não receberam a primeira dose. Já o IEB identificou dois casos, mas que foram revertidos após a publicação pela USP de normas para o retorno presencial. E o ICB registra até agora apenas um caso de pós-graduando que não se vacinou e que não apresenta justificativa.

O Instituto de Física afirma que teve casos pontuais, mas que foram resolvidos facilmente com diálogo.

Questionada pela coluna sobre o número total de professores e funcionários que se recusam a tomar a vacina, a reitoria da USP diz que “as unidades ainda não devem dispor dessas informações”.

Folha de S. Paulo

 

 

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