Moro diz que contradição sobre caixa 2 foi “má interpretação” da imprensa

O ministro da Justiça, Sergio Moro, negou nesta quinta-feira (21) que exista contradição entre suas falas como ministro e como juiz a respeito da gravidade da prática de caixa dois. Em Paris para uma reunião do reunião do Gafi (Grupo de Ação Financeira), organismo de combate a crimes contra o sistema financeiro, ele afirmou que houve “má interpretação” da imprensa sobre suas declarações.

Pacote de Moro afronta a Constituição, denuncia associação de defensores públicos

O documento produzido pela Anadep detalha questionamentos sobre ao menos sete pontos da proposta de Moro. “O projeto relativiza princípios como o da presunção de inocência, devido processo legal, ampla defesa e princípio da individualização da pena, assegurados na Constituição. (…) Ao longo do texto, a Constituição federal é violada”, diz o relatório dos defensores.

Moro se acovarda, cede ao governo e tira caixa 2 de seu pacote

Sérgio Moro, que foi alçado de juiz de primeira instância a ministro da Justiça depois de uma perseguição política a Lula, tinha entre seus principais alvos o “combate” corrupção e, até então, criminalizava o caixa 2 (claro, mirando sempre seus opositores). Agora, depois de virar ministro da (in)Jutiça, Moro mudou de ideia e retirou de sua proposta para segurança a criminalização do caixa dois. Vale lembrar que agora Moro é aliado do réu confesso por crime de caixa dois o ministro da Casa Civil, Onyz Lorenzoni.

“Observatório da Democracia” cobra enfrentamento das milícias na raiz do problema

No ano de 2008 o hoje deputado federal pelo PSOL Marcelo Freixo presidiu a CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um marco na luta contra o crime organizado e sua articulação com o poder público. O relatório final, que trazemos abaixo, pediu o indiciamento de 225 políticos, policiais, agentes penitenciários, bombeiros e civis. Foi apresentado também 58 propostas concretas para enfrentamento dessa máfia, entre elas a necessidade de se cortar as fontes de financiamento das quadrilhas.

Após encarcerar Lula, Moro quer buscar desculpas para criminalizar gestão de Hadadd no MEC

Uma investigação feita pela nova gestão do MEC pode dar início à Lava Jato da Educação. A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 14, pelo ministro, professor Ricardo Vélez Rodríguez, em reunião de assinatura do protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e de suas autarquias nas gestões anteriores.

Ao nomear Secretário defensor da ditadura, Moro mostra quem realmente é

“Não houve ditadura militar no Brasil”. A afirmação já seria grave, não fosse dita pelo atual responsável pela política de segurança pública no Brasil, o titular da Secretaria Nacional da Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça, Guilherme Theóphilo. A pasta representa a mais alta instituição do governo de Jair Bolsonaro relacionada ao tema da segurança.