2o turno começou: Haddad defende democracia e Bolsonaro ataca urna eletrônica

Os pronunciamentos de Haddad e Bolsonaro após o encerramento da apuração das urnas diz muito sobre os campos opostos na arena eleitoral: enquanto Haddad conclamou as forças democráticas, Bolsonaro resolveu desqualificar as urnas eletrônicas, repetir as mesmas bobagens de sempre (indústria da multa e transformação do Brasil em uma uma Venezuela) e acusar o oponente de “roubar” para fazer campanha.

Quem tem Cunha, tem medo; ao PMDB só resta a legalidade

Ao PMDB só resta ter muito juízo e não entrar na tática camicase de Eduardo Cunha e na do impeachment de Dilma. O partido tem muito a perder com uma ruptura institucional. Quase tanto quanto o PT. Na linha sucessória da Presidência, o PMDB tem o segundo, o terceiro e o quarto lugares. Se houver golpe, é muito provável que nenhum peemedebista assuma e que a Presidência acabe na mão do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. O PMDB chegou aonde chegou graças ao seu pragmatismo. Não é um partido de tolos. Não vai se suicidar só para ajudar Eduardo Cunha.

Vai ter panelaço durante o pronunciamento de Eduardo Cunha na TV?

Se houvesse o mínimo resquício de seriedade nas manifestações dos paneleiros das “varandas gourmet”, na noite desta sexta-feira, enquanto Cunha estiver usando um recurso público caríssimo em benefício próprio, eles deveriam promover um mega “panelaço”. Todavia, essa gente não está nem aí para a ética na política. Usa “combate à corrupção” como desculpa para fazer politicagem barata. Ao estilo Eduardo Cunha.