Malandragem de Rosa Weber permitirá habeas corpus a tucanos e emedebistas

Após o supersincero Gilmar Mendes ter dito que se o STF negasse habeas corpus a Lula teria que negar a “B e C”, ou seja, aos amigos tucanos e emedebistas como Aécio Neves e Michel Temer, entre tantos outros dos partidos do establishment PSDB e PMDB, Rosa Weber fechou uma porta, mas abriu uma janela para que “escolhidos” possam se safar da cadeia.

Milicos obrigam STF a negar HC a Lula

Nas 24 horas anteriores à votação do habeas corpus a Lula no STF, tudo mudou. Ocorreu algo que não ocorria no país havia mais de meio século: os militares saíram dos quarteis para interferirem na institucionalidade brasileira. A Globo tirou a máscara de vez e ameaçou o país com golpe militar se o tribunal não deixasse prenderem o ex-presidente. Em 4 de abril de 2018, começou, formalmente, uma ditadura militar no Brasil.

Pressão para STF prender Lula sairá pela culatra

Nunca se viu pressão igual à da mídia, da magistratura, do Ministério Público e dos militares sobre o STF para a Corte negar o habeas corpus a Lula. Essa pressão está sendo exercida mais sobre Rosa Weber por desprezo pela ministra, quem esses entes julgam titubeante e medrosa demais para levar sua opinião às últimas consequências. Essa pressão se tornará outro tiro no pé dos golpistas.

Ministros do STF deveriam resistir a pressões como a da Veja

A mídia está fazendo uma pressão jamais vista sobre Rosa Weber para mudar sua posição e negar habeas corpus a Lula. Ora, de que adianta os ministros do Supremo terem tantas garantias pessoais para poderem tomar decisões autônomas, sem terem que se curvar à opinião pública ou a qualquer outro, se demonstram tanto medo de a mídia fazer com que sejam constrangidos em aviões e restaurantes?

Decisões de Fux e do STF contra Lula eram esperadas e podem cair

A mídia antipetista está comemorando a fala do ministro Luiz Fux contra essa Corte dar liminar para que Lula possa disputar a eleição. Além disso, comemora a vitória na terça (6), na primeira turma do STF. da prisão após condenação em segunda instância. Essa comemoração é precipitada. Esses dois fatos, a rigor, não configuram decisões irreversíveis. Todos sabiam que seriam assim. E todos sabem que podem mudar.