Discurso de Bolsonaro fortalece a banalização da agressão contra a mulher

Em seu material de campanha, Bolsonaro só mencionava a temática da violência contra a mulher ao mencionar o estupro. Ou seja, nenhuma palavra sobre agressões domésticas e feminicídio – termo que, aliás, ele não apoia. Quando deputado, o agora presidente votou contra a Lei do Feminicídio, aprovada em 2015, que determina a tipificação dos assassinatos de mulheres relacionados ao fato de serem mulheres.

Tecnologia dá mais visibilidade a agressões contra mulheres

A facilidade de filmar ou gravar as agressões com um smartphone e também de disseminar as imagens nas redes sociais tornou-se aliada importante para o aumento das notificações, segundo especialistas. O grande número de denúncias, por sua vez, acaba aumentando a conscientização da população em geral e das próprias autoridades para a gravidade do problema.