Flávio Bolsonaro quer que Renan seja proibido de denunciar escândalos bolsonaristas

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Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, disse nesta quinta-feira que vai fazer uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Conselho de Ética do Senado contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid. As investigações da CPI, que apontam irregularidade na aquisição de vacinas, têm desagradado o governo federal.

— Já corre nos corredores do Senado, todo mundo sabe que ele tem um bunker com uma foto minha colada na parede e com um organograma de pessoas que estão no entorno. E ele busca algo contra elas, que não tem nada a ver com covid, nada a ver com nada para tentar me incriminar de alguma forma, me desgastar de alguma forma. Esse é o instrumento que o senador, relator de um a CPI, está usando, de forma ilegal, abusiva, e que vai ser represando por mim na Procuradoria-Geral da República e no Conselho de Ética desta casa por essas posturas completamente ilegais, abusivas, absurdas do senador Renan Calheiros — disse Flávio, acrescentando:

— Ele acha que pode fazer do jeito que quiser, que neste país não tem Constituição, não tem lei, que pode perseguir quem ele bem entender pelo simples fato de ter instrumento na mão como relator de CPI.

Flávio, que não é integrante da CPI, já bateu boca com Renan em algumas sessões da comissão. Em 12 de maio, por exemplo, o relator pediu a prisão do ex-secretário de Comunicação do governo federal Fábio Wajngarten por avaliar que ele mentiu. Flávio chamou o Renan de vagabundo, que rebateu citando a invesigação das “rachadinhas” contra o colega.

A CPI foi instalada em abril para investigar tanto as ações e omissões do governo federal na pandemia, como as irregularidade de estados e municípios no uso de recursos federais. A maioria oposicionista na comissão têm garantido que o foco das investigações seja o governo federal.

O Globo

 

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