Reform A

Viagem de Bolsonaro aos EUA foi sem propósito algum a não ser tietar Trump e entregar trunfos geopolíticos sem contrapartida para o Brasil. A cerimônia de verdadeiro ‘lambe botas’ é foi um vexame internacional que deve incluir a visita do brasileiro à CIA, a qual acabara de nos espionar para iniciar o processo de derrubada de Dilma Roussef. Na volta, a reforma da Previdência faz parte dos objetivos neoliberais de Bolsonaro e que a cia ajudou a instalar no Brasil através de mais uma desestabilização de governo eleito, além de mais uma das incontáveis que perpetrou pelo mundo. Deve-se acrescentar que a desestabilização incluiu o controle de setores privilegiados do estado brasileiro que foram treinados em território americano e brasileiro por esse e outros órgão dos EUA. Contando-se com a anunciada exploração da Amazônia ‘em conjunto’ com os EUA, as intenções desse governo tem consequências para o Brasil similares àquelas que os EUA dispensaram em Hiroshima e Nagazaki no tempo das “Superfortalezas Voadoras”.

Vamos Embraer daqui. Essa terra é boa… mas para exportar commoditie.

Dizem que a Nabisco foi vendida para multinacional por preço maior do que o negócio da aquisição da parte do leão da Embraer. A movimentação da Nabisco seria maior, dizem. Mas assim como a Petrobrás, o que a empresa representa em termos de pesquisa e difusão tecnológica para um país com cada vez menos indústrias, que volta ser agrário e exportador de minérios, para os donos do poder disso que está aí, não vale um biscoito.