William Waack perde segunda palestra após polêmica

É vital que se dê ampla publicidade ao que o ex-âncora da Globo William Waack está colhendo por conta de seu racismo. É preciso que os muitos racistas deste país vejam que essa verdadeira filosofia de vida (calcada no preconceito), se não for abandonada por ética, que seja por medo. O importante é obrigar essa gente a RESPEITAR a maioria dos brasileiros, que é afrodescendente

Racistas se protegem protegendo William Waack

Pretendia escrever um longo post sobre as defesas repugnantes que Augusto Nunes, da Veja, Raquel Sheherazade, do SBT, e Reinaldo Azevedo, da Rede TV, fizeram da agressão infame que o ex-âncora da Globo William Waack assacou contra, segundo o IBGE, 54% dos brasileiros. Porém, achei que barbaridades como a que essa gente disse merece uma resposta sonora, vívida, contundente. Eis porque aí vai minha resposta EM VÍDEO a esse surto de corporativismo racista.

William Waack: sem volta, punição é comemorada na Globo

Segundo especialistas em TV, Waack não volta mais à Globo. Pessoas da cúpula da emissora relatam sua fama de arrogante. Dizem que maltratava colegas de trabalho e chegava a parar seu carro em vaga para deficiente no estacionamento da Globo, só porque ficava manis perto da redação. Há várias teorias conspiratórias de que a cúpula da Globo mandou vazar o vídeo

Racismo de âncora da Globo simboliza racismo da mídia brasileira

Veja vídeo em que o âncora do Jornal da Globo, William Waack, ao lado de uma outra pessoa, em frente da Casa Branca, em Washington (EUA), começa a xingar uma pessoa que começa a buzinar na rua: !Tá buzinando por quê, seu merda do cacete? Não vou nem falar, porque eu sei quem é… É preto. É coisa de preto! Em seguida Waack e a outra pessoa riem”. Alguém surpreso? Mas a questão não é Waack…

Produtor da ração de Doria é suspeito de usar cobaias humanas

O poço pode ser ainda mais fundo do que se pensava. O escândalo da ração para pobres de João Doria é ainda pior… Circula pela internet informação sobre a relação obscura da “Missão Belém” e a empresa produtora da ração, a “Plataforma Sinergia”. Ao menos 14 pessoas podem ter morrido durante o desenvolvimento do produto. Espante-se com essa história macabra.