Ala militar do governo acha que Bolsonaro não deve entrar na onda dos EUA

Desde que o presidente Jair Bolsonaro decidiu participar da ajuda humanitária para Venezuela, os militares se posicionaram com cautela em relação à operação. Primeiro, porque o Brasil poderia ser visto como um instrumento do presidente Donald Trump para gerar eventos extremos na fronteira que viessem a justificar ações mais energéticas contra a Venezuela. Segundo, porque o governo brasileiro teria mais a perder do que os Estados Unidos no caso de conflitos violentos, com feridos e até mortos.

Fragilizado, governo Bolsonaro tem menor apoio no Congresso desde Collor

Somados às características pluripartidárias do atual Legislativo, os índices revelam ao menos uma dificuldade matemática para o governo em temas essenciais para o seu sucesso, como a reforma da Previdência. Para aprová-la, Bolsonaro terá de ampliar esse patamar em duas vezes e, segundo avaliação geral, mudar a estratégia de não negociar com partidos.