Populismo é invenção da direita para pegar trouxa

Opinião do blog

O conceito “populismo” sempre foi elástico e subjetivo. Contudo, em alguns momentos da história chegou a fazer sentido. No século passado, porém, não era usado apenas para caracterizar a forma de governar de políticos de esquerda como hoje. O caudilho, que por definição governa de forma populista, poderia ser partidário de qualquer ideologia.

Em resumo, caudilho seria um chefe político que governa acima dos partidos e que adota medidas populistas (demagógicas) que agradam aos governados independentemente de serem viáveis, o que, por essa teoria, no médio e no longo prazos terminariam por causar mais malefícios do que benefícios.

No Brasil, o “caudilho populista” mais famoso é Getúlio Vargas, ainda que outros políticos trabalhistas como Leonel Brizola tenham sido associados a essa pecha.

A história do “populismo”, no entanto, importa menos do que o uso contemporâneo desse conceito, tal como vem sendo empregado na América Latina e, mais precisamente, na América do Sul ao longo do século XXI, período em que líderes de esquerda ascenderam ao poder por toda a região e a revolucionaram econômica e socialmente.

O recém-falecido Hugo Chávez foi proclamado “caudilho” e “populista” por ter contrariado interesses econômicos dos Estados Unidos e de classe social na Venezuela, e exportado um modelo de organização social e econômica para vários outros países da região, dos quais os governantes também foram rotulados como “populistas”.

O conceito contemporâneo de populismo, assim, tem servido para grupos de direita tentarem subverter a imagem de governos que vem reduzindo a pobreza e distribuindo renda e que, por isso, tornaram-se extremamente populares.

Com efeito, para a direita latina o venezuelano Chávez foi populista, o brasileiro Lula é populista, o boliviano Evo Morales é populista, o equatoriano Rafael Correa é populista, e por aí vai.

A direita sempre tentou vender, sobretudo aos povos de Terceiro Mundo, a premissa de que para a vida de um povo melhorar ele precisa antes passar pelo inferno. Distribuir renda, reduzir a pobreza, gerar empregos suficientes para que a demanda por mão-de-obra aumente e, assim, os salários se valorizem, tudo isso seria negativo.

Acredite quem quiser.

Governante bom seria aquele que “planta” hoje para que o povo colha benefícios no futuro. E se essa premissa lhe soa familiar, não é à toa.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nunca foi chamado de populista porque seu governo dito “responsável” não trouxe benefícios imediatos – ou tardios. Por isso, você sempre lê ou escuta na mídia que FHC “plantou”.

FHC não é nem foi populista porque seu governo foi impopular – terminou seu segundo mandato com 85% de rejeição. E foi impopular porque ao fim de seus oito anos de governo a inflação, o desemprego e a dívida externa explodiram, o país não tinha crédito ou credibilidade no exterior, enfim, foi uma época em que a vida dos brasileiros piorou muito.

Eis por que todo reacionário, quando confrontado com a popularidade dos governantes latino-americanos mal chamados de “populistas”, vem com aquela história de que Hitler também era popular, como se impopularidade fosse sinônimo de qualidade de um governante.

Dia desses assisti ao filme A Dama de Ferro, com Meryl Streep no papel da ex-premiê britânica Margareth Tatcher. O que se nota é a verdadeira obsessão da direita pela impopularidade, que denotaria “coragem” de tomar medidas impopulares que, em tese, depois produziriam efeitos benfazejos – o que, como se sabe, nunca acontece.

Em resumo, é a velha história de primeiro fazer o bolo crescer para depois dividir. Contudo, como bem sabem os brasileiros, o bolo cresce, cresce e nunca é dividido coisa nenhuma.

Populismo, portanto, é um conceito que busca deturpar a popularidade de um político associando-a à demagogia, como se ser popular fosse indicativo de não ser bom governante quando é justamente o oposto, pois se quem governa é popular é porque seu governo está satisfazendo a população.

Por fim, uma péssima notícia para os devotos dessa teoria canhestra: após anos sendo governados por “populistas”, os povos da América Latina entenderam que não é preciso sofrer indefinidamente para que um dia – que nunca chega – atinjam o bem estar social. O conceito “populismo”, hoje, só faz sentido para uns poucos reacionários endinheirados.

138 comments

  • Mais vale um populista no poder que mil Margareth Tatcher ou FHC,Sou petralha,esquerdista e viva os populistas da America Latina,estão a provar que estas “teorias” economicas que estão castigando o mundo,são uma falácia.

    • A direita arrumou até uma doutrina que dá direito a intervenção no país para que o governante que não siga a cartilha neoliberal seja derrubado
      http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16315

      A doutrina Hillary: a gestação do argumento golpista

      Os apologistas do processo eleitoral passaram a questioná-lo. Os argumentos que tiram da manga são de uma imoralidade que beira o ridículo. Dizem, por exemplo, que o que conta não são as eleições, mas sim a ação de governo; ou que o sufrágio contaminado de populismo é um engano (quando ganha a esquerda, é claro) e outras afirmações no mesmo estilo. A “doutrina desqualificadora da eleição” vem ganhando terreno em diversos setores políticos e já foi expressa, em reiteradas declarações, pela atual secretária de Estado dos EUA. O artigo é de José Vicente Rangel.
      José Vicente Rangel

      Quando o movimento popular latinoamericano se encontrava acossado, perseguido com inaudita crueldade pelos agentes de poder da região; quando a divisão interna da esquerda esgotava sua capacidade para converter-se em opção e o domínio dos partidos tradicionais era absoluto, as eleições constituíam o desideratum da política democrática. A instituição do sufrágio era a alternativa e a recomendação que se dava a quem praticava formas de lutas distintas, devido ao esgotamento a que estavam submetidas. O caminho era a incorporação à via pacífica e eleitoral.

      Em resumo, a mensagem que era enviada a partidos políticos, grupos de ação e dirigentes deste universo que se movia na linha insurrecional consistia na adoção do voto como saída. Pode-se dizer que a vanguarda do movimento popular aceitou a recomendação, mas não é assim. O que ocorreu foi que o povo adquiriu consciência, os dirigentes superaram o maniqueísmo e assumiram sem peso na consciência a luta pacífica e democrática, por meio do sufrágio. O tempo acabou resolvendo o dilema luta pacífica versus luta armada. A evolução da sociedade e a maturidade de uma direção que compreendeu a nova realidade. O resultado foi impressionante. O movimento popular saiu do labirinto de um debate infinito e de sucessivas derrotas e se conectou à realidade de cada nação, colocando assim toda sua capacidade de luta, sua criatividade e coragem na direção correta.

      Os setores populares passaram, em uma virada espetacular, do simples reformismo a processos de mudança social profundos, desconcertando o inimigo tradicional. A partir de então, em menos de uma década, a região presenciou a chegada de organizações populares ao governo em numerosos países. Não foi um milagre, mas sim um fato histórico: foi a comprovação da justeza de uma linha política.

      Em função da experiência acumulada durante uma década de derrotas, agora o inimigo ideológico e político se dá conta do erro em que incorreu quando sacralizou o sufrágio eleitoral e incentivou o movimento popular a desenvolver a luta de massas legalmente. E, obviamente, a reação não tardou. Os apologistas do processo eleitoral passaram a questioná-lo. Os argumentos que tiram da manga são de uma imoralidade que beira o ridículo. Dizem, por exemplo, que o que conta não são as eleições, mas sim a ação de governo; ou que o sufrágio contaminado de populismo é um engano (quando ganha a esquerda, é claro; não quando ganha a direita) e outras afirmações no mesmo estilo.

      O que poderíamos definir como “doutrina desqualificadora da eleição” toma corpo em setores políticos, partidos, ONGs, elites intelectuais, grupos universitários, empresários, proprietários de meios de comunicação. Uma colunista venezuelana abordou o tema cruamente e afirmou: “É preciso entender que a democracia não é sobre eleições, mas sim sobre instituições”. E um prefeito envolvido em ações desestabilizadoras sentenciou: “Chávez usa a democracia para destruí-la”. Como estas há muitas outras expressões reveladoras do propósito de desqualificar o voto do povo, de questioná-lo, para atribuir-se o direito de julgar a democracia não por sua origem, mas sim pela opinião que os poderes fáticos, os grupos de pressão nacionais e transnacionais têm sobre ela. Ou seja, que a qualidade democrática e um governo dependeria de valorações de caráter subjetivo e seria alheia à origem do mesmo.

      Por que o título deste artigo? Porque em reiteradas declarações a atual Secretária de Estado dos EUA manifesta esse ponto de vista. Em entrevista a um canal de TV venezuelano, sustentou que “a democracia não é só eleições”. Claro que não, mas a que se deve a ênfase nesta afirmação? Ela logo desenvolveu sua afirmação: é preciso privilegiar a avaliação da noção “governo” e dar-lhe prioridade em relação ao processo eleitoral. Na concepção que a senhora Hillary Clinton começa a manejar, desvaloriza-se – ou, caso alguém não goste do termo, minimiza-se – o que no passado foi fundamental: a decisão do povo expressa nas eleições; e, logo em seguida, se valoriza a pretensão de que o que define a democracia é a gestão de governo. Mas na teoria universalmente aceita é o voto popular que outorga legitimidade e constitui a origem da democracia, enquanto que o ato de governo é circunstancial e sempre polêmico, uma vez que é avaliado em função de critérios políticos, o que, normalmente, é feito por grupos de pressão nacionais e internacionais.

      Mas esta consideração sobre a valoração de conceitos como eleição e governo, já não é teoria, mas sim prática, como acabamos de ver acontecer em Honduras. O governo de Zelaya era (é) um governo legítimo, constitucional, produto do voto dos hondurenhos. Mas a concepção de que a origem, o voto, é relativo e o que conta é a conseqüência, o governo, abriu as portas aos golpistas militares e civis de Tegucigalpa no dia 28 de junho. Todos os preconceitos que a sociedade civil acumulou durante décadas contra a proeminência militar e a rejeição ao golpe de Estado, viraram fumaça quase que imediatamente. Aqueles que trabalham para golpes militares contra governos eleitos popularmente, sentem-se tacitamente apoiados. Na Venezuela, por exemplo, vemos aqueles que questionam o apoio dos militares a um regime constitucional, resultado de uma eleição, apoiando descaradamente os militares que derrubaram Zelaya. Por enquanto o governo Obama-Hillary equilibra-se na corda bamba das pressões e faz concessões à ultra-direita mundial quando alimenta uma inefável iniciativa que golpeou a instituição do sufrágio como fonte de poder. O que equivale retornar ao tenebroso passado golpista.

      José Vicente Rangel é ex-vice presidente da Venezuela e ex-chanceler do governo Hugo Chávez.

      Tradução: Katarina Peixoto

      • Muito preocupante essa nova investida ideológica. Basta lembrar que o ministro do stf Marco Aurélio Mello disse com todas as letras que “a ditadura foi um mal necessário” pois “o povo às vezes vota errado”.

        Outro ministro, o Fux, disse que é preciso criar um novo conceito de democracia “que já não se baseia apenas no primado da maioria e do jogo político desenfreado”. Êpa!! Democracia é o governo da maioria. Qualquer outra definição é malandragem. Se ele não quer “o jogo político”, então ele quer ditadura, assim como Marco Aurélio Mello.

        Na Europa, “analistas” ligados ao deus mercado disseram, com todas as letras, que a Europa tinha que escolher entre capitalismo ou democracia, pois não poderia ter os dois, já que os governantes teriam que tomar medidas para proteger os lucros dos banqueiros, medidas essas que jogariam a população no desemprego e na miséria.

        Se tiver que escolher, eu fico com a democracia e os governos “populistas”. Estatizemos os bancos.

  • Mais uma vez o nosso amigo Eduardo Guimarães nos brinda com um inteligente texto, desfazendo um falso conceito sobre populismo. No meu curso de pós graduação em gestão pública ouvi essa cantilena de que FHC foi um governante corajoso que preferiu ser impopular a fazer um governo populista e que este ao contrário de Lula encarou fazer as reformas estruturais que Lula não quis enfrentar. Na verdade, o legado de FHC foi uma soma de desemprego, inflação, concentração de renda e desalento.
    Parabéns mais uma vez meu amigo.

  • Edu,

    Com este primoroso texto, você conseguiu desmontar um discurso falacioso que apesar de ser notoriamente associado à direita, ultimamente cheguei a ouvi-la ecoada até em bocas, aparentemente, mais progressistas. É de suma importância salientar a diferença entre um governo populista e um governo popular. E como todos nós sabemos, em muitos casos, essa confusão é totalmente deliberada.

    • Eu também!!!!

      Eduguim, tô recebendo esta mensagem ao submeter comentario:

      Internal Server Error

      The server encountered an internal error or misconfiguration and was unable to complete your request.

      Please contact the server administrator, [email protected] and inform them of the time the error occurred, and anything you might have done that may have caused the error.

      More information about this error may be available in the server error log.
      Apache/2.2.3 (CentOS) Server at http://www.blogdacidadania.com.br Port 80

      O que será?

  • Fugindo do assunto, mas entrando no assunto, pois isto tem a ver com as famiglias do PIG que querem escrever a história com a sua versão, como esses mafiosos tentaram contra Vargas, contra JK, contra Jango e vem tentando contra Lula e Dilma:

    Blog do Nassif tem sido atacado com constância pelas famiglias do PIG.

    Isto que está acontecendo com o Blog do Nassif é censura, censura imposta pelas famiglias do PIG (Marinho, Frias, Mesquita, Civita e outros mafiosos), através de ataques sórdidos.

    A presidenta Dilma Roussef tem que saber que as famiglias do PIG que estão promovendo este ataque ao Blog do Nassif. Depois do Blog do Nassif pode vir este blog (Blog da Cidadania) ou qualquer outro blog que defenda a verdade e os interesses sociais e do Brasil.

    ACOOOOOORDA DILMA! ANTES QUE OS BANDIDOS SUFOQUEM DE VEZ A LIBERDADE DE IMPRENSA!

    LEY DE MEDIOS PARA IMPEDIR AS AÇÕES CRIMINOSAS DAS FAMIGLIAS DO PIG!

  • Prezado navegantes, desde o suicídio de Getúlio Vargas estou atenta à política no Brasil e na América Latina, principalmente. Entendo claramente a exposição do Eduardo e concordo com êle 1000%.

  • “Populista”, “popular”, não importa o rótulo, o importante é estar do lado do “povo”, que os representantes da direita desprezam, como Figueiredo, que disse preferir o cheiro de cavalo ao cheiro de povo, ou simplesmente esquecem, como Aécio, que em meia hora de discurso atacando o governo Dilma não citou a palavra “povo” uma única vez.

  • Para o PIG governante bom é aquele que deixa o povo passar necessidade, e em contrapartida faz seus pares cada vez mais rico dilapidando o tesouro da nação.

  • Nomear esses politicos de populistas,é conversa de quem não tem votos,esse ensaio de trazer FHC de volta ao centro do debate politico mostra claramente isso,nem a FIESP tradicional opositor do PT ,apóia as politicaas predatorias do PSDB e seus “liberais de Jabuticaba”como ficou demonstrado no episódio da tarifas eletricas.

  • Diga aí: nem o fato de o embalsamarem e o exporem num museu o envergonha, não é Eduardo? Se isso não é populismo/ditadura não sei o que é.

    • É espantoso você achar que a ditadura brasileira, que matou, torturou (até bebês de colo) e estuprou não era ditadura e achar que a Venezuela é ditadura porque embalsamou Chávez. Você não sabe nem onde tem o nariz, quanto mais o que é uma ditadura

    • Faz o seguinte: Vai lá na Venezuela e fala pro povo de lá que o que estão fazendo é populismo/ditadura. Garanto que voce levará uma boa e merecida surra!

      • A surra é dada, confrontando idéias.
        É dada, mostrando números.
        Se pegarmos o governo Fernando Henrique e confrontarmos com o governo Lula, veremos uma tremenda surra.
        O povo, apesar da forte campanha da imprensa, consegue enxergar isso.
        Daí a expressiva popularidade do ex-presidente Lula.
        Essa é a diferença prática entre GOVERNOS POPULISTAS e GOVERNOS POPULARES.
        Hugo Chávez era um presidente popular.
        O Chavismo, diferente da opinião de muitos ‘colonistas’, não morrerá com Chávez.
        Chávez apenas acendeu o pavio de algo bem maior que ele.
        Na verdade, agora que se foi, Chávez se tornará ainda maior.
        Se tornará um mito.
        Assim como Bolívar, assim como Che.

          • Carlos, todos os povos, inclusive povos ditos “civilizados”, criaram mitos em torno de políticos e líderes mortos, à direita e à esquerda. Os exemplos são vários: Abraham Lincoln, John Fitzgerald Kennedy, Winston Curchill, Charles De Gaulle, Juan Domingo Peron, agora Hugo Chavez e la nave va.

            Sobre Chavez, veja:

            a) Seu governo promoveu uma distribuição de renda espetacular na Venezuela.

            b) Seu governo fez o anafalbetismo cair absurdamente naquele País. O povo venezuelano pobre passou a conhecer, por saber ler, a Constituição.

            c) No governo Chavez, o PIB per capita venezuelano subiu estupidamente.

            d) No governo Chavez (e isso a grande imprensa do Brasil não mostra, por não ser de seu interesse e do interesse da parte da elite que representa), a oposição passou a poder convocar o chamado “referendo revocatório”, um instrumento para medir a satisfação das pessoas com o presidente. Se a população reprovasse o presidente, o mandato seria extinto imediatamente e novas eleições seriam convocadas. Creio que a oposição na Venezuela nunca teve peito para fazer o teste.

            Por todo o dito, por que mesmo Hugo Chavez não seria objeto de admiração do povo venezuelano?

            Em tempo, Lula também é um grande líder e já entrou para a história do Brasil, quer alguns gostem ou não. Nós aqui viraremos poeira na estrada da história, Lula não.

            Naturalmente, líderes são seres humanos e também erram. Mas são pessoas que tiveram uma capacidade de aglutinar outras pessoas em torno de ideias. Pessoalmente, não defendo o culto à personalidade, mas reconhecer o papel de um líder na mudança de uma dada realidade para melhor não é crime e é muito justo.

            Finalizando, concordo com o Eduardo: essa história de dizer que governo que agrada à maior parte das pessoas seja “populismo” não passa de grande pilantragem da grande mídia e da parcela da elite que “banca” essa mídia. É uma pilantragem para desqualificar a melhoria de vida de milhares de pessoas.

          • É a única coisa que te incomoda?
            Tá sem nenhum argumento além desse? Seu medo é o culto à personalidade “demonstrado” pelo embalsamamento? É isso?
            E quando se esculpe numa montanha a efígie de 4 sujeitos em tamanho verdadeiramente monstruoso, sendo uma delas a do fascista Roosevelt? E quando se faz uma estátua de um outro com 6 metros de altura (sentado)?
            Isso não te deixa preocupado com o culto à personalidade na terra dos teus patrões?
            PQP! Isso é o máximo de críticas profundas que os indigentes da direitalha são capazes?
            E depois perguntam por que não ganham eleições?
            Meu filho, vá passear na Disneylandia, comprar bugigangas em Miami e não te preocupes com o que povo venezuelano fará com o corpo de Chaves.

    • Carlos, respondendo sobre o embalsamamento:

      1) Releia o que escrevi sobre os mitos; e,

      2) responda a si mesmo: qual é o problema de embalsamar? “Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso”, diz o ditado.

      Com todo o respeito, penso que você está preocupado desnecessariamente com o menos relevante dos assuntos (embalsamar Hugo Chavez) e, aqui entre nós, procurando pelo em ovo.

      • Eu fico perplexo com o que esses caras arrumam pra criticar. Como alguém pode associar um ritual abraçado por todo um povo como prova de haver uma ditadura? Eu deveria vetar esse lixo. Não acrescenta nada, não tem conteúdo algum. O nível dos comentaristas divergentes está muito baixo. Tem tanto direitista inteligente. Aqui mesmo há vários. Publicar os cretinos não acrescenta nada. Vou começar a selecionar melhor

        • Meu, você me chamou de “lixo” e “cretino”. Expus meu pensar sem ofender ninguém, nem o senhor dono do blog nem seus leitores. Em relação ao enfadonho e interminável debate sobre esquerda/direita, se isso é parâmetro para o aceitar ou não as críticas ao Chavez, pesquise o que pensa o famoso esquerdista Slavov Zizek sobre o ex-presidente venezuelano.

          • EU PROPONHO EMBALÇAMAR SEU CERÉBRO PARA DAQUÍ UNS TREZENTOS ANOS A MEDICINA TENTAR VER O SEU GRAU DE INSANIDADE.

          • Vc se preocupa com algo que não fede e nem cheira para chamar o cara de ditador e populista. Ditador ele não era, venceu as eleições de forma limpa e democrática. E populista, ele seria, segundo a definição aqui apresentada, se ele passasse por cima dos partidos com sua própria vontade, e executasse atos de governo que no momento seriam aparentemente bons, mas que no futuro, se mostrariam uma desgraça. Como nada disto ocorreu – lembrando que ele chamou até a oposição para discutirem o futuro do país -, então não o podemos considerar um ditador populista por isso, senão Lincon e outros presidentes americanos, quem possuem esculturas, seriam populistas.

          • O malandro oprtunista Slavoj Zizek não é nem nunca foi boa referência para criticar a esquerda, seu espertalhão, e você sabe disso.

          • E o que interessa o que o discípulo de Lacan, o oportunista Zizek, diz sobre Hugo Chaves?
            Procure ler “Imposturas intectuais” do Alan Sokal, um físico, pra ver a demolição da “filosofia” de Lacan.
            Aí, conhecendo-se o mestre, tem-se a exata dimensão do pupilo.
            O sujeito, quando muito, é uma Blablarina de calças.

  • Fantástico, super didático esse seu texto sobre populismo e sobre como a direita o utiliza em benefício dos seus propósitos egoistas e como forma de tentar desmerecer as políticas que beneficiam as camadas mais despossuídas da população. E tem babacas que aqui e ali nos acusam de apoiarmos governos populistas! Pobres inocentes-úteis, metidos a bestas por que lêem VEJA – acriticamente- diga-se de passagem. Parabéns, Edu, continue, você não pode abandonar essa luta, embora possa, vez po outra, desabafar por que o Governo enentualmente não respalda a sua luta! (Refiro-me à regulacão das comunicações que, ao meu ver, só sairá por iniciativa da sociedade.)

  • Edu, mas vamos lá… Se o FHC “plantou” pra colher no futuro, ao final ele não seria recohecido e por isso mesmo bem aceito? Ora…

    O que a direita faz é confundir (intencionalmente) popular com populista… Pode-se ser o primeiro sem o segundo.
    agora, outra coisa: seria interessante observarmos as revistas da ABRIL pro publico jovem, especialmente Superinteressante e Aventuras na História. Essa ultima, este mes vem com uma “revisão” histórica “isenta” sobre o Stalin… Precisa falar mais alguma coisa?
    abraço

    • FHC não foi reconhecido nem nunca será. A teoria de que ele é responsável por tudo que há de bom hoje no Brasil e de que Lula e Dilma são responsáveis só pela parte ruim não convence ninguém, pois teríamos que ser um país de retardados para acreditar nisso

      • Edu, não discordo de você. O que fiz foi um exercicio de retorica… Se ele realmente tivesse “plantado”, sendo antipopular num momento, depois, quando da “colheita” seria reconhecido…. Ora… como na realidade não plantou, não tem o que colher. E assim sua popularidade real (pouca) é mais do que merecida…

      • FHC é um blefe. Digo isso tendo votado no mesmo duas vezes. Um blefe, para o qual somente o PIG e outros mal informados (ou mal intencionados) dão bola.

        • Pois eu não votei. A partir do momento em que se aliou ao ACM o FHC perdeu a pouca confiança que restava a um sujeito que chegou a ser muito bem considerado no meio estudantil. Chegou a ser convidado para dar palestra na UFMG! Alguns “líderes” do movimento chegavam a citar aquela obra, que hoje não vale nada, uma enganação a ser olvidada a pedido pelo seu criador.
          Devia mais é seguir o conselho do Figueiredo: “Me esqueçam!” Com obra e tudo.

        • E O FATOR PREVIDENCIÁRIO, ÊSTE CRETINO TINHA QUE ESTAR PRESO E SER ENQUADRADO NO ESTATUTO DO IDOSO…RALEI 35 ANOS PAGANDO PELO MÁXIMO E HOJE TÕ NA PENÚRIA,TAÍ, EDU VAMOS ENCAMPAR ESTA BANDEIRA?VOCÊ TEM POTENCIAL PARA TANTO!!!.

      • Edu fico assustado como um Traidor da PATRIA AMADA BRASIL chamado de fhc ainda tem vez na midia brasileira e tem o cinismo (nisso ele e bom) de querer dlizer que foi bom para o Bfrasil.

    • Cria-se um País, de preferencia com o nome de ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. Coloca-se essa direitona golpista neoliberal daqui pra governarem. Depois de 10 anos vamos comparar o Brasil com os ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. Aí veremos que melhor governou. Não garanto, porém, que nesse período ainda exista esse EUB, pois FHC/SERRA/AECIO e curriola já terão vendido tudo, restando apenas o povão passando fome.

  • Bom dia a todos.
    Muito bom seu post que visa esclarecer o que é “populismo”. Certamente, as pessoas nada sabem a respeito ou sabem muito pouco.
    Porém, quero chamar sua atenção, Eduardo, para a notícia de que o Presidente Evo Morales, compartilha de sua desconfiança do câncer que matou Chavéz , possa haver sido “induzido”.

  • O substrato ideológico desse radicais anti-populistas é que as massas ou o coletivo nunca poderiam substituir o indivíduo ou um grupo deles em termos de discernimento político. Ou dito de outra maneira: são os adeptos – não declarados, é óbvio – do elitismo, ou seja, que vê apenas o indivíduo como transformador da história.
    Um exemplo corriqueiro disso pode ser atestado pelos filmes de hollywood, nos quais, não raro, é o herói solitário, ou um grupo de pessoas, muitas vezes contra a comunidade ou grupos maiores, que ao fim vence.
    Eis aí porque o dito populista é tão odiado pelos liberais: porque sua força deriva, advém, das massas e é em nome delas, e não de estamentos privilegiados, que ele governa.

  • Vida longo a todos os Governantes populista do Brasil, Argentina, Equador, Uruguai, Bolívia e Nicolas Maduro da Venezuela. E que o Deus dos Exércitos receba Hugo Chavez no seu reino.

  • Nassif, novamente fora??? Ayres Brito, meu camarada, foi para isso que você acabou com a lei de imprensa???? Só um lado tem voz???

    Digo isso sem ao menos saber do que houve, mas que o Nassif vive “caindo”, ah! isso é fato, e um tucano fica no meu ouvido a dizer “coisas”…

  • E que Dilma continue a adotar táticas populistas como redução na conta de luz e cesta básica. Todo governo, acho que deveria ser populista “trabalhar em favor da população”. Esse é o sentido dos governos.

  • “populismo vigarista” que a midia jamais admite foi o que FHC fez com o real paritário com o dólar , para poder se reeleger, ação essa que levou o Brasil duas vezes ao FMI, quebrando o país e tornando a vida dos brasileiros um inferno.Portanto quando chamar Chávez ou Lula de populista deveriam antes por a mão na consciência e reconhecer que os dois primeiros elevaram o padrão de vida do seu povo ao contrario do seu amado candidato.

  • Bravíssimo, Eduardo!
    POPULISMO? ASSIM CLASSIFICAM OS “intelectuais” apegados aos modelos de pensar estadunidenses e europeus todo aquele governo que é amado pela maioria de seu povo.
    Infelizmente, temos hoje no Brasil muito poucos intelectuais – com divulgação na grande mídia – que pensem o BRASIL E A AMÉRICA LATINA, a partir de suas verdadeiras realidades históricas, econômicas, políticas, sociais e culturais.
    Seu artigo está irretocável, Eduardo. PARABÉNS!

  • Ótimo texto. No ato de depreciar um líder chamando-o de populista está impresso o ódio de classe. Por populista entenda-se, popular entre os pobres. Mas, como pobre não sabe votar, pobre não sabe o que é bom para si, pobre não vê o longo prazo, é egoísta, vagabundo, não pensa no país etc, para as penas amestradas da grande mídia, sua popularidade, mesmo após 14 anos de governo, não significa nada.

  • Uma nota fora da pauta. Os ataques do blog do Nassif estão sendo constantes. Tem problema de acesso todos os dias. É quando aparece um aviso em inglês querendo que a gente faça um cadastro para conseguir acessar o Nassif. Estou começando a desconfiar que isso não é só por conta da denúncia contra a pirâmide financeira da tal empresa Tele qualquer coisa. Acredito que seja uma experiência para parar os blogues alternativos em momentos de crises criadas ou arranjadas pela oposição e pig. Olho aberto. Os alternativos estão informando mais e com credibilidade, o que não acontece na mídia corporativa. E as reações positivas dos leitores ajuda a desconstruir muita farsa e muita ilegalidade.Acho que vem chumbo grosso por aí.

  • O conceito de “populismo” é tão subjetivo e cheio de nuances, que o filósofo político Norberto Bobbio necessitou de páginas e mais páginas para desenvolver uma explicação meia bola. Sempre há um “pelinho” para puxar aqui ou ali…
    Eu prefiro pensar que nos dias de hoje em termos de América Latina, “populista” é o nome que certa elite economica “pensante”(?) dá ao governante que é eleito pelo povo, querido pelo povo, mas do qual ela não gosta.
    Um abraço.

  • Não sei quem inventou essa “estorinha” conveniente de primeiro “fazer o bolo crescer para depois dividir”. Dizem que foi Delfim Neto, mas antes dele já existiam os sabidos do mercado.

    Mas é certo de que a “estorinha” convenceu muitos tolos no passado. O governo Lula serviu, dentre outras coisas, para desmascarar essa falácia.

    Lula pregava – e praticava – exatamente o contrário: É possível crescer repartindo a riqueza. E foi nesse caminho que o Brasil se tornou no que é hoje.

  • Edu,

    Segundo o manual da mídia esclerosada _ ” populista é aquele que não tem vergonha de ser povo”. _
    Imagino que os milicos, FHC, Collor , tão endeusados por Folha e congêneres, tenham saído das camadas abissais .
    Imitando D. Florinda, gentalha, gentalha , gentallha.

  • Populismo ou popular é questão de semântica, a minha opinião é que o modelo Populista tem limites que precisam ser ultrapassados. Precisa fazer a REFORMA AGRÁRIA para extinguir os latifúndios, precisa fazer a reforma tributária cobrando IMPOSTOS sobre HERANÇA, GRANDES FORTUNAS e sobre o LUCRO, precisa fazer AUDITORIA DA DÍVIDA PÚBLICA, precisa fazer o que os demo-tucanos também não fizeram.
    É preciso ultrapassar a singela “torcida eleitoral” entre o Neo-liberalismo-Social-Democrata e o Neo-liberalismo-Democrata-Cristão, a propósito voto no primeiro porque é o menos ruim, alias sempre votei mesmo quando não era Popular.

  • Olá Eduardo,
    Quase não escreve, mas consulto o seu blog diariamente e compartilho no facebook tudo que julgo interessante como essa matéria. Parabéns e me perdoe por não participar sempre dos debates aqui, mas minha vida é tão intensa que me impede de fazer.
    Abraços

  • Edu, quero dizer que sou POPULISTA pois se ser populista é ver o povo poder comer, comprar, passear, ter ascenso social, poder viajar de avião e visitar outros paises eu quero e devo ser sempre POPULISTA.
    PARABÉNS Edu, mais uma vez você ACERTA EM CHEIO, UM SOCO DE “DIREITA” (É UMA IRONIA MESMO AOS TUCANALHAS) NA FUÇA DELES HEHEHE!
    Pelo visto você mesmo dodó (fiquei sabendo apenas noite passada) consegue assim mesmo nocautear a direita midiática.
    Abraços e melhoras!!!

  • Blog do Nassif voltou a ficar offline novamente, acessei a pouco e tinha aquele aviso na parte superior da pagina mesmo estando na pagina dele, agora esta totalmente fora do ar. é a censura da grande mídia dita “democrática” está funcionando a todo vapor os blogs “sujos” e verdadeiramente democráticos, depois eles não querer ouvir falar de Ley de medios..

  • Edu, deixo aqui texto de Juremir Machado da Silva sobre o mesmo tema que você expôs com maestria e digo que o mesmo ocorreu com aquele colunista:

    Hugo, o opositor (a pedido de leitores)
    Postado por Juremir em 9 de março de 2013 – Política

    Antes de Hugo Chávez, a Venezuela era um enorme poço de petróleo jorrando no quintal de uma das elites mais corruptas do mundo. A partilha do saque era feita entre a democracia-cristã e a socialdemocracia. O auge da roubalheira deu-se no último governo de Carlos Andrés Perez, considerado um grande democrata pela mídia global. A população passava fome, a desigualdade grassava, a imprensa era sempre governista e tudo estava bem. Chávez tentou chegou ao poder pelo golpe. Não deu. Alcançou o seu objetivo pelo voto. Instalou-se com o pior e o melhor: tendência autoritária, personalismo, salamaleques de ditador e, pecado mortal, disposto a mudar as coisas.

    Os mais tradicionais defensores do chileno Pinochet e dos brasileiros Médici, Geisel e Figueiredo, passaram a chamar Chávez de ditador. Em 2002, com apoio dos Estados Unidos, foi desfechado um golpe contra ele. Falhou. O tiro saiu pela culatra. Chávez radicalizou seu discurso antiamericano. Em seus 14 anos de governo, transformou a Venezuela no país menos desigual da América Latina. De repente, passou a ser criticado por fazer a Venezuela viver do seu petróleo. Onde já se viu tirar o petróleo dos ricos democratas para usá-lo em políticas assistencialistas em favor dos mais pobres. Populista!

    Populismo foi um conceito inventado pela direita para desqualificar políticas assistenciais. Funcionou contra Getúlio e Jango no Brasil. Era um álibi para não se tocar nos interesses dos ricos. O antipopulista diz: o importante é criar empregos. Caso não se consiga, fica tudo como está. Não cola mais. As políticas assistenciais são praticadas por países desenvolvidos. São necessárias, embora insuficientes. Chávez fez o que tinha de ser feito. A maior mentira sobre a Venezuela é da inexistência de liberdade de expressão. Chávez não foi um exemplo de aceitação tranquila de pontos de vista opostos aos seus. Mas, até o último dia, conviveu com a crítica virulenta de jornais de oposição a ele: “El Nacional”, “El Universal”, “TalCual” e da tevê “Globovision”.

    Como era bela a América Latina antes de Chávez e de outros como ele: a massa passava fome, o assistencialismo era feio, como não se conseguia alavancar o crescimento econômico para todos, o certo era deixar a plebe na miséria e esperar dias melhores. A mídia brasileira não chamava isso de usar as instituições contra elas mesmas nem de desvirtuamento da democracia. Os admiradores de Pinochet e de Geisel não discursavam contra o uso do petróleo por Caldeira, Perez e outros presidentes venezuelanos para alimentar seus bacanais. A Venezuela atolada na miséria e na corrupção não nos preocupava. Era democrática. Praticava a democracia da indiferença.

    A democracia corrupta e excludente pré-Chávez era elegante, discreta, bem vestida, não fazia longos discursos, não cantava boleros, não recorria a heróis do passado para se legitimar. Roubava com solenidade. De democracia, tinha apenas o voto comprado, cabresteado, induzido, obtido com ajuda das mais modernas técnicas marqueteiras. Tudo ia bem no melhor dos mundos até que surgiu Hugo, o opositor, e não parou mais de ganhar eleições, que deixaram de ser sinônimo de democracia.

    Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

  • Boa tarde Eduardo! Mais uma vez o senhor nos disponibiliza um belo texto pra refletirmos questões manipuladas por aqueles que se dizem fomentadores de opinião. É impressionante a miopia dessas pessoas ao discutir a realidade política do nosso país e da América do Sul, ainda mais quando tentam descrever como alienada a escolha dos povos sul-americanos por governos que priorizam o fator social. Eles, na maior cara de pau, desqualificam a democracia ao insinuar ignorância e preguiça nos milhões de cidadãos que exerceram o direito e o dever democrático de votar em políticos comprometidos com aniquilação da miséria e da desigualdade social.
    Obs. Algo de errado vem ocorrendo com o Blog do Nassif, há uma semana tento acessá-lo, às vezes com algum sucesso após várias tentativas, outras não. Ontem quando consegui pude ler através de um post publicado pelo próprio Nassif que seu blog parece estar sofrendo um ataque de hackers, a mesma opinião de vários comentaristas participantes do blog. Hoje, por exemplo não consegui acessar, tento desde a manhã e nada. Poderia verificar este fato e unir-se a outros blogueiros para ajudar o Nassif.

  • CUIDADO COM ESSE DITADOR:

    Em Washington, pobres viviam com ajuda da Venezuela

    A seis quilômetros da Casa Branca, um antigo casarão de Washington funciona como abrigo para pessoas pobres sem receber nenhum centavo do governo americano. Administrado pela Dorothy Day Catholic Worker (DDCW), organização afinada com a esquerda e a Teologia da Libertação, ele se manteve aberto nos últimos seis anos graças a doações de Caracas.

    Lá, o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez é aclamado como “uma luz brilhante para os pobres”. Fosse para tripudiar, provocar ou constranger o governo dos EUA, Chávez beneficiou mais de 1,7 milhão de americanos pobres com a distribuição gratuita de petróleo para aquecimento nos últimos oito anos. O bairro do Bronx, em Nova York, foi um dos locais beneficiados, assim como o casarão de Washington.

    “Chávez trabalhou pelo povo ignorado e explorado por muito tempo. Damos as boas-vindas à generosidade do povo venezuelano e somos muito gratos”, afirmou ao Estado Kathy Boylan, responsável pela DDCW.

    Aquecimento. Pelos 13 quartos do casarão, passaram salvadorenhos e guatemaltecos, nos anos 80, assim como americanos atingidos pelas crises econômicas e por famílias desfeitas. Atualmente, cinco mulheres, duas das quais de origem etíope, estão ali com suas nove crianças. A contrapartida exigida pela DDCW é a obrigação de estudar ou de trabalhar.

    Desde 2006, o aquecimento da casa no inverno é garantido total ou parcialmente pela refinaria Citgo, da estatal PDVSA. A doação é intermediada pela Citizens Energy Corporation (CEC), organização fundada e dirigida pelo ex-deputado Joe Patrick Kennedy, filho do ex-senador Robert e sobrinho do ex-presidente John F. Kennedy. A CEC distribuiu nos EUA mais de 700 bilhões de litros de petróleo da Citgo.

    A CCDW recebeu, nos últimos seis anos, um total de 35 mil litros de petróleo. O insumo para aquecimento interno custaria US$ 27,6 mil, caro demais para um lugar que vive de doações individuais em dinheiro e em alimentos. Por isso, Kathy releva as críticas do governo americano ao regime bolivariano.

    “Sabemos dos crimes cometidos pelos EUA em países como Argentina, Chile e do apoio do governo americano a regimes autoritários e corruptos”, disse Kathy, ao ser questionada sobre o perfil autoritário imposto por Chávez na Venezuela.

    “O presidente Chávez se preocupou profundamente com os pobres da Venezuela e de outras nações e com a falta de itens de primeira necessidade para eles, enquanto alguns dos povos mais ricos do nosso planeta têm mais dinheiro do que eles podem gastar.”

    Ajuda humanitária. Comprada pela PDVSA no final dos anos 80, a refinaria Citgo tornou-se o principal braço da generosidade bolivariana nos EUA. O universo alcançado pela sua ajuda, entretanto, é tímido. Nos EUA, 46,3 milhões de pessoas vivem na pobreza, segundo dados oficiais. Apesar do impacto modesto, nem sempre a generosidade de Caracas foi bem-vinda.

    Em 2005, depois da trágica passagem do furacão Katrina pela cidade de New Orleans, Chávez ofereceu US$ 5 milhões em ajuda humanitária e para a reconstrução das áreas destruídas e mais 1 milhão de barris de petróleo.

    A Citgo se propôs a doar mais US$ 2 milhões para o socorro das vítimas. O governo de George W. Bush, amplamente criticado por não ter preparado a retirada dos moradores da região e por ter demorado no socorro às vítimas, rejeitou a a ajuda da Venezuela. >> http://t.co/aE5mj4277n

    • Maldito Chaves!
      Tinha que se embrenhar até no socorro de vítimas estadunidenses?
      Que sujeito petulante! Quem acha que é, ousando mandar seu sujo dinheirinho para socorrer os pobres do Império?
      E ainda mandando petróleo para aquecimento da choldra vagabunda e comunista (ou vice-versa)?
      Assim não pode, assim não dá!

  • Eu fico emocionado e cheio de esperanças na humanidade que pode ser salva pelos homens de bem quando vejo a preocupação, os cuidados, a firmeza com que a direita ama a Venezuela, seu povo e o Chavismo.´Querem fazer crer que aquelas dezenas de milhões de venezuelanos estão todos enganados e ludibriados pelo “comandante”. São todos tolos e pobres coitados que não enchergam a realidade dos fatos, os seus fatos, é claro. Querem, com infinita bondade, desinteresse e despreendimento, conduzir a política e o poder na Venezuela para salvar seu povo desta horrenda influência vermelha que tantos danos causa ao mundo. Para estes denodados amantes da “democracia”, tanto faz se é o Brasil ou a Venezuela, ou a Argentina, ou o Equador. O importante é salvar o povo, estas centenas de milhões de pessoas, perdidas, ingênuas, ignorantes, destes caudilhos maléficos e mal intencionados como Lula, Chaves, Cristina e outros que não ouso dizer o nome. Amem.

  • Eduardo, o primeiro populista da história não foi nenhum líder latino-americano, mas o presidente americano Franklin Roosevelt.

    O partido Democrata era mais conservador e forte na escravista região sul, enquanto o partido Republicano era mais progressista, já que Lincoln era Republicano quando extinguiu a escravidão. Roosevelt inverteu os papéis ao fazer uma política mais progressista e levou os Republicanos para a direita.

    Em 1929, a democracia liberal estava em frangalhos com a crise (semelhante com os dias atuais), havia como alternativas no mundo o totalitarismo de direita (Hitler) e esquerda (Stalin), o populismo de Roosevelt salvou a democracia ocidental com o New Deal, além do estado intervir na economia, o plano também contratou funcionários públicos para resolverem os problemas sociais e elevar o nível cultural do 1º mundo, 1968 não seria como conhecemos sem o papel do New Deal e a Social-Democracia seria dominante até 1989.

    A Revolução de 30 do Getúlio inicialmente era e tinha propostas liberais (voto secreto, voto feminino, etc) mas depois se dividiu entre as idéias totalitárias e populistas. Hoje, as grandes idéias políticas saem da periferia do mundo, com os governo populares de Lula, Chávez, etc que ampliaram suas influências além da América Latina

    • Franklin Delano Roosevelt foi um governo que pode ser caracterizado como populista, pois com o New Deal ele fez mais coisas pelos pobres e pelo desenvolvimento da economia dos EUA do que para as elites e bancos. Foi ele que criou a previdência social dos EUA, fez leis para poder fiscalizar e impedir que a mão invisível dos banqueiros pudesse roubar livremente como nos anos anteriores a 1930 (e que foi revogado pelos governos da família Bush).

  • Quem trabalha pelo povo é tachado de populista, conceito que o PiG tratou de dar uma carga negativa, principalmente associando a palavra caudilho como fez com Getúlio e seu seguidor Brizola, impedindo-o de chegar a presidência. Não é por acaso que Brizola sempre declarou que o primeiro ato que iria praticar como presidente era cassar a concessão da Globo. Brizola foi estigmatizado e chama-lo de caudilho era como dizer que iria impor uma ditadura. Hoje sabemos quem é o PiG e o que é capaz de fazer. O PiG não tem mais o monopólio da informação. Bebemos de outras fontes como os Blogs sujos que ajudaram nas
    eleições de Lula em 2006 e Dilma 2010.
    Ao se apegar ao termo populista para criticar Chavez, Lula e até Dilma o PiG incorre em erro de avaliação, no mínimo pensa que o povo, por ser oriundo das senzalas e pelourinhos,é masoquista e portanto dá
    valor e elege quem o trata mal, como sub raça, como fez fhc. O PiG continua a não entender o povo. Melhor pois vai continuar apanhando nas urnas. Um dia ele desaparece.

  • Prezado Eduardo: Você disse “Eis por que todo reacionário, quando confrontado com a popularidade dos governantes latino-americanos mal chamados de “populistas”, vem com aquela história de que Hitler também era popular, como se impopularidade fosse sinônimo de qualidade de um governante.” Tem sempre alguem
    querendo apagar a história, desde que essa não seja favorável a esse alguem. No programa do Partido NacionalSocialista do Trabalhador Alemão( o partido de Hitler)um dos pontos desse programa era “O Estado
    é um recipiente, o povo o seu conteúdo.O Estado somente tem razão de existir quando cuida e protege o seu conteúdo” Em 1928 esse partido teve nas eleições 810.000 votos e elegeu 12 deputados.Em setembro de 1930 esse partido teve 6.409.600 votos e elegeu 107 deputados.Em 1932 Hitler apresentou-se a candidato à presidência da Alemanha e ficou em segundo lugar com 13.418.051 perdendo para um heroi nacional da batalha de Tannenberg(contra os russos),o marechal Hindenburg.Em 5 de janeiro de 1933 Hindenburg nomeou Hitler Chanceler do Reich.Em 5 de março de 1933 nova eleição parlamentar deu ao partido de Hitler 17.300.000 votos e 288 deputados,obtendo a maioria absoluta. Os novos deputados aprovaram um projeto dando pleno poderes a Hitler durante 4 anos, por 441 votos favoráveis e 94 contra Hitler.De 1933 a 1938 o povo alemão deu 4 vezes a vitória a Hitler.Porque Hitler tinha tanto prestígio? em 1931 (antes de Hitler chegar ao poder) 4,7 milhões de pessoas,ou seja 25% da força de trabalho estava desempregada(igual à Grécia e Espanha de hoje). Em 12 de novembro de 1933 os alemães votaram contra o tratado de Versalhes, ao decidir por 40.600.000 a favor de Hitler e 2.100.000 contra.Em 19 de agosto de 1934 , se votou a unificação do Reich,elegendo Hitler simultaneamente para Fuhrer(guia ou líder) e Chanceler do Reich.Nos anos 30 Hitler acabou com o desemprego, elevou o padrão de vida dos alemães.Considerando a inexistência de desempregados, o padrão de vida e bem estar dos alemães entre 1933 a 1939 que até 50 anos depois nehuma nação tinha atingido aquele estágio.Por que será que a turma de esquerda que dá emprego e bem estar ao seu povo na América Latina é queimada pela imprensa?

  • Estas reflexões de Eduguim primam por seu conteúdo apoditicamente irrefutavel. Em casos como esse, chego a imprimir o texto. E envia-lo a certos destinatários, de modo a que jamais venham alegar desconhecimento, sobre a existência e circulação de escritos de tão proficiente alcance

  • Edu, parabéns pelo texto, mas acho que faltou a perna do assistencialismo nisto tudo. Gostaria de saber tua opinião sobre isto. Quando puder, claro.

    Abraço!

  • Edu, parabésn pelo texto, mas acho que faltou abordar a perna do assistencialismo. Gostaria de ler sua opinião sobre isto. Quando puder, claro.

    Abraço.

  • Quem disse que o governante impopular não divide engana-se redondamente. Os mais impopulares governantes do Brasil e do mundo sempre dividiram as riquezas do seu país, MAS SOMENTE COM OS RICOS E SEUS BAJULADORES! Vejam a ditadura no Brasil. “Todos ganharam”: o número de ricos aumentou e o de pobres também! É preciso mesmo muita vigilância para evitar retornarmos ao período da servidão aos interesses dos países ricos do mundo.

  • Estes capetalistas imperialistas sinicos nao tem vergonha de suas hipocresias. Armaram um imperador negro para enganal seu povinho babaca. O imperador magico ganhou ate Nobel No discurso do tal nobel falo a palavra guerra mais do que qulquer coisa.

    Com estes artimanhosos tem sempre e de estar de olho pois eles arranjaram agora este termo: populismo para fazer o que e popular, seja do agrado do povo algo indesejavel

  • Não considero que o termo populismo seja negativo. Populismo vem de popular. Esse foi o nome dado para governos da América Latina que governaram entre 1930 e 1960, que governaram para o povo, que eram nacionalistas, que produziram desenvolvimento econômico e, principalmente, social, além do que falava para o povo e pelo povo era amado. Os clássicos populistas foram Lázaro Cárdenas (no México), Getúlio Vargas (no Brasil) e Juan Perón (na Argentina). Geralmente estes governos populistas não tinham a simpatia dos EUA.

    No Brasil JK e João Goulart podem ser considerados populistas de menor relevância, tanto um quanto o outro seguiam algumas das ideias de Getúlio Vargas, principalmente João Goulart.

    A imprensa mafiosa e a soldo dos EUA para descaracterizar o populismo e dar um caráter negativo para o populismo, diz que populista é quem manobra e engana o povo, que é um caudilho, que manobra o povo em causa própria e que são autoritários. Ou seja, eles colocam características de governos que eles sempre apoiaram como sendo características dos governos nacionalistas e desenvolvimentistas. Lázaro Cárdenas estatizou petroleiras estadunidenses e criou a PEMEX, Juan Péron ajudou na melhoria da YPF e Vargas criou a Petrobras (todos eles não eram bem vistos pelos EUA, muito menos tinham a simpatia dos EUA)

    Se a imprensa mafiosa do PIG chama o Lula e o Chávez de populistas , eles querem dizer que Lula e Chávez não foram democráticos, que foram corruptos, que governaram em prol de sues interesses pessoais, mas todas estas características são de governos que os EUA chamaram de democráticos: Pinochet, Pérez Jiménez (Venezuela anos 50), Somoza (Nicarágua), governos da Ditadura Militar brasileira, etc.

  • Você colocou os pingos nos “is”, Eduardo, ou, como dizíamos lá no curso de Engenharia ( pra fazer piada), os pingos nos “js”, porque “i” é (o símbolo da) corrente ( elétrica), rs.
    .
    Abraços…

  • O termo antigo populista até que tinha algum sentido em si mesmo, embora mesmo assim eu discorde, seria mais ou menos como ” fazer bondade com o chapéu alheio “.
    O atual conceito que se é muito usado por Demos e tucanos no Brasil e claro na grande mídia, surgiu em decorrência do tal ” consenso de Washington”.
    As grandes corporações passaram a impor aos governos não pessoas simpáticas ao povo e sim representantes seus. Aliás, pra que vale o povo senão para votar, quem governa somos nós! Quem manda no mundo e portanto nas nações é o capital financeiro, o contrabando de toda espécie e algumas grandes corporações. A liquidação da Rússia só foi possível depois que o bêbado deu seu golpe liquidando com tanques o parlamento. Sem isso, eles não teriam entrado lá.
    O berço da democracia que é a Grécia na prática é dirigido hoje por um banqueiro não eleito pelo povo. E a receita é sempre a mesma, não populismo, ou seja, dor e sofrimento, para o povo.
    Se o cara defender a ” A América para os americanos”, portanto estiver em “sintonia com eles” o cara é sério, ” más, mijou fora do peniquinho…”
    E muito cuidado, está na moda agora uma epidemia que está se espalhando pelos populistas, qual seja o cancer, muito cuidado gente!

  • O Brasil tem muito trouxa manipulável que cai na conversa dos vigaristas do pig e da gang psdb/dem/pps, muito por causa do descaso , ou omissão da comunicação social do governo. Felizmente parece que Dilma já se apercebeu disso, começando a comunicar ao povo os feitos de sua gestão, o que já está esclarecendo a verdade dos fatos, sempre escamoteada pelo pig vigarista. Espero que continue assim. Em Minas os governos do psdb fazem propaganda em horário nobre da TV pelo menos 3 vezes por semana, ao longo do ano inteiro.

  • Eduardo,

    Este seu texto sobre o populismo é bem adequado para os tempos atuais. A título de colaboração para nos aprofundarmos nesta discussão, sugiro um livro que analisa este conceito ao longo da história: “O populismo e sua história – debate e crítica”. Editora Civilização brasileira. Organização de Jorge Ferreira.

    Abraços e continue na luta pois o seu empenho nos dá animo para continuar lutando.

    Prof. Laerte – Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de são Paulo (IFSP)

  • Isso mesmo, ha muito tempo tenho entalado na goela esse uso, a torto e a direito (principalmente a torto) desse termo. Você disse quase tudo, Eduardo : o termo foi usado em diversos momentos, independentemente de ideologia, mas sempre com a conotação pejorativa de um discurso vazio: discurso proximo às necessidades populares sem ser acompanhado de medidas efetivamente populares, ou de apenas algumas minimas, usadas como iscas para legitimar o discurso.
    Então ja fica claro que se as medidas são eficazes e realmente populares, o termo não cabe.

    Mas faltou acrescentar que parte dessa pecha foi alimentada, não totalmente injustificadamente, pela esquerda dita revolucionaria, na época dos populismos historicos latino-americanos. Para os que so acreditavam na mudança pela revolução, essas medidas populares mesmo que não fossem vazias, estariam afastando a possibilidade de organização autônoma que entendiam ser a unica autêntica para a tomada do poder. Dai as criticas ao controle dos sindicatos a criação do PTB, etc; para citar o exemplo de Vargas. A idéia da cooptação pelega.
    Se hoje mesmo para essas figuras historicas o legado positivo é incontestavel, para além dessas ambiguidades, cabe refletir se para os novos governantes latino-americanos essa carapuça ainda serve.
    Longe de mim essa coisa de que não existe mais esquerda e direita, mas considerando-se que a esquerda revolucionaria ficou reduzidissima, a critica do polpulismo virou exclusividade da direita apenas. Que foi o que você disse.

  • pra pegar trouxa tem as seguinte tipica e nojenta GÍRIA da zelite da casa grande:
    O que pode e até precisa:
    “governança”.
    “ajuste fiscal”
    “austeridade”
    “ajuste do cinto’ dos outros
    “globalizaçao” dos capitais, lucros e patentes
    “Q.E.” , para bancos grandes demais pra falir
    “independencia do Banco Central”
    “liçao de casa”
    “centro da meta” (esse é vaca sagrada de Calcutá)
    o que NAO pode:
    “globalizaçao da mão de obra”
    “gastança”
    “distribuiçao de renda”
    “Q.E. para o povo”
    “reforma agraria”
    “austeridade dos Bancos,cortando-lhes os juros”
    “estatizaçao dos minerios e petroleo”
    “cultuar os herois latino americanos”
    ” Bolsa Familia”
    “exportar politicas sociais para os outros paises”
    “democratizar o $$ do BNDES, as vagas das universidades e o acesso ao lazer e turismo”
    ‘ dizer que os EUA sao um Estado policial e assassino da maioria dos direitos humanos’

    • Muito bem observado, augusto2! São as palavras em código para evitar que o povão entenda o que se está discutindo.
      “flexibilização das leis trabalhistas” ==> tecla SAP ==> retirar direitos e proventos dos trabalhadores.
      “reforma fiscal” ==> tecla SAP ==> diminuir os impostos dos muito ricos e aumentar dos pobres.
      “austeridade” ==> tecla SAP ==> cortar empregos, cortar salários, cortar programas sociais para tirar dos pobres e dar aos banqueiro$.
      Se um governo não faz isso, é “populista”.

  • Boa, Eduardo.

    Onde trabalho luto diariamente contra esse chavão utilizado contra Chaves.

    A classe que o exprime lê pouco, pois só sabem se referir ao líder venezuelano com essa adjetivação.

    Cunhei o termo “estelionato semântico” para o combater.

    Acho que devemos começar a utilizá-lo mais, como forma de se opor à mídia piguenta.

    Abs,
    Luiz

  • Poder e capital, falamos e governos e suas medidas e sabemos que a maioria das analises se da por uma visão de um mundo globalizado e capitalista.
    Veja governo Dilma, criticado por seu crescimento do PIB, sem ser levado por muitos em consideração o fato que os ganhos sociais foram mantidos e até ampliado, mesmo com a crise.
    Chaves talvez fosse o único dos governantes que realmente ganhou o poder de governar, não foi um mero administrador.
    Isto é que alimenta o ódio de muitos, governos tem que negociar com todos os seguimentos do capital para implantar reformas,e muitas vezes se vê impossibilitado de fazer as verdadeiras reformas, isto por um judiciário viciado ou mesmo por uma camará multi representativa, basta ver a reforma dos meios ou oque foi o código florestal no Brasil.
    chaves Governou fez opção por mudar a Venezuela e escolheu seu povo como beneficiário e para isto contrariou o capital, veja que não falo em governo dos EUA, afinal seria o governante dos EUA um governante ou administrador do capital, suas gerras e relações exteriores visam os povos ou o capital, mas muitos poderia dizer que sem o capital como poderia os EUA sobreviver, mas os seus em seu território como vive os mais pobres.
    Um administrador vende uma imagem, uso como exemplo o maior administrador Obama, e contra ditaduras e comunismo, mas o capital o leva a ter boas relações com China e Arabia Saudita,fechar os olhos para os Judeus e Palestina.
    Bem esta analise seria longa ,mas certamente,muitos ja entenderam o meu ponto de vista.
    Devemos analisar governos que administraram bem ou mal, e governos que optaram e fazer governar enfrentar o sistema ter um lado, agora todos que optaram em dividir o capital e mostrar ao mundo que isto é possível certamente sera contestado.
    Veja se muitos dos pobres e miseráveis do mundo soubesse oque Cuba oferece,mesmo em países como EUA e UE sera que agora iria querer oque eles chamam de liberdade, se modelo baseado a segurança do ser humano e direitos for revindicado pela população americana oque iria ocorrer.

  • Entendi. Governo populista é o que baixa os juros, distribui renda e tenta controlar os tubarões.

    As elites querem de volta os juros a 45% como na era FHC.

  • Não é de hoje que a direita distorce o sentido das palavras para tentar enganar o povo.

    O racionamento de QUASE UM ANO do governo fhc (ou seria thc?) foi chamado de “apagão”. Ele ocorreu porque NÃO HAVIA energia para todo mundo. Era preciso restringir o uso de eletricidade. Atualmente, quando há queda de energia de ALGUMAS HORAS, o pig usa o mesmo nome, “apagão”. Isso é uma falsificação.

    Os caudilhos do final do século 19 e começo do século 20 eram chamados “populistas” pois enganavam a população, prometendo benefícios em belos discursos mas, na verdade, fazendo políticas para beneficiar os ricos em detrimento dos pobres.

    Chávez eliminou o analfabetismo da Venezuela, fato comprovado por auditoria da Unesco que contou com representantes do Partido Republicano dos EUA. Ele também reduziu drasticamente a pobreza, fez as exportações da Venezuela triplicarem e colocou todos os venezuelanos discutirem política com o mesmo entusiasmo com que brasileiros discutem futebol e bbb. E a direita diz que é “populismo”.

  • Quanto ao governo “responsável” de Margareth Thatcher, a dívida pública do Reino Unido atualmente é de 507% do PIB e subindo. Sim, a porcentagem é essa mesmo: 507% do PIB deles. Plantaram Thatcher e colheram desastre.

    A dívida pública do Brasil é de 34% do PIB e caindo. Na época de FHC, chegou a 47% do PIB, levando pânico aos analistas.

  • Bom dia,
    Eduardo

    Será que teria como voce postar a entrevista do Bob Fernandes fez ao Bandnews neste domingo que passou muito boa sobre a Venezuela e a entrevista que o mesmo fez com o Presisdente Hugo Chaves para a coleta de dados que ira utilizar no livro que o mesmo esta escrevendo.
    Esta entrevista fo dada ao Programa Ponto a Ponto da Band news.

    Abs

    http://bandnewstv.band.uol.com.br/videos/?v=14316289

  • Olá Eduardo.
    Permita novamente um fora de pauta.
    Quero relatar o que comigo aconteceu em diálogo travado com uma funcionária, certamente terceirizada, do Metrô do Lixo de Janeiro.
    A dita senhora precisava ir ao banheiro e me pediu para guardar a cadeira que ela usa como ascensorista. Quando ela retornou brinquei dizendo que quase vendi a cadeira. Ela me disse que se assim o tivesse feito ela teria que pagar do próprio bolso, pois o supervisor dela lhe disse que a Dilma iria cobrá-la, pois “ela leva” 50% de tudo. O supervisor também havia dito que em todas as obras a Dilma ganha 50% dos valores.
    Bem, a coisa foi por aí para meu espanto.
    Então, expliquei a ela que a Presidenta está em Brasília e que não se envolve em obras do Estado. Sendo que a Presidenta tem muitas coisas a resolver e que seria impossível cobrar 50% das obras , muitas das quais ela nem sabe que existem.
    Afora o desconhecimento da senhora e de seu supervisor, o que não podemos deixar de ter em mente é que essa turma “vota” e acreditam em qualquer estória contada pela Direita.
    Importante também, saber que o Governo pouco tem feito para esclarecer a população e impedir que seja manipulada.
    A desinformação por aqui é imensa.
    Até uma psicóloga me disse a pouco que, “até que enfim o Chavéz morreu”. No caso, apenas comentei que essa afirmação era repetição de manchete do O Globo e que deveriam ser melhor questionadas.

    Abraços

  • O oligopólio esquizofrênico da mídia da Casa Grande é a saúva do século XXI do Brasil.
    Vamos acabar com esse oligopólio da liberdade de empresa e fazer com que a liberdade de imprensa finalmente vigore no Brasil, caso contrário, eles condenam o Brasil ao atraso permanente.

  • FHC, no seu primeiro mandato, foi um populista de verdade. Já em seu segundo mandato, foi um impopular. Explico. Ele em seu primeiro mandato, tomou a atitude populista de manter o dólar fixo, utilizando-se de demagogia para manter uma estabilidade cosmética e fazer com que o povo tivesse um falso bem-estar social, mesmo que pífio. Em seu segundo mandato, ele não conseguiu segurar mais o câmbio, que apenas fora usado de forma estelionatária para que ele conseguisse vencer o segundo pleito, daí suas medidas foram totalmente impopulares e levaram o país ao fundo do poço.

  • Eu acho que o termo “populismo” usado de forma pejoraiva, como algo ruim, acabou “pegando” também pela forma como as sociedades latinoamericanas foram formadas: os locais (mesmo brancos nascidos ou imigrados para as colônias) eram tratados como populacho, como inferiores, em contraste aos portugueses/espanhóis que compunham a administração, a maioria deles parte da pequena nobreza européia.

    Aparentemente, esse desprezo pelo que é apreciado pelas camadas mais baixas da sociedade é algo que se perpetuou, inclusive entre membros dessas próprias classes baixas. Basta assistir programas humorísticos, ver quem são os indivíduos motivos de piada e caminhar pela rua: você verá esses mesmos indivíduos fazendo piada de seus semelhantes…

    O que mais me intriga, entretanto, é a atitude da massa com relação a isso. São espezinhados, maltratados… mas não saem da frente da TV, não se cansam de repetir jargões e, quando perguntados sobre o que fariam se tivessem meios de chegar à classe alta, a resposta normalmente é ser um mebro da classe alta, copiar seus gostos, hábitos e preconceitos… Não apenas ter, mas jogar na cara de todos: eu tenho, você não tem, e você é um ridículo por não ter!

    O resultado de séculos de péssima educação, falta de cidadania e lavagem cerebral midiática é isso aí: uma massa que apanha, acha certo apanhar e sonha apenas em trocar de posição nessa relação…

  • Mas o populismo existe. A versão FHC do Bolsa Família (não me lembro o nome) não era para acabar com a miséria, para mudar a vida da população; era, na verdade, dar esmola para o pobre, era um assistencialismo podre para fazerem voto de cabresto.
    Era um “plano B”, caso o “nordestino analfabeto” ficasse mais do que os três meses, prazo que eles planejavam. Só que o “analfabeto” foi mais esperto que a elite catedrática. E está até hoje, como Presidente Emérito.
    Off topic: a palavra “presidenta” está no dicionário desde 1925 (o Merval não sabe disso), não é um advérbio, como o PiG diz.

  • Essa babaquice de “populismo” sempre foi usada para rotular quem não governa para defender os interesses dos ricos e entregar nossas riquezas para as multinacionais dos EUA. Ou seja, TODO FASCISTA DE PLANTÃO ACHA QUE “POPULISTA” É QUEM DEFENDE OS INTERESSES DOS POBRES; MAS QUANDO GOVERNA PARA OS RICOS E PARA OS ESTRANGEIROS, AÍ O LÍDER POLÍTICO DEIXA DE SER “POPULISTA”. DÁ PARA SE PERCEBER QUE ESSA É A FORMA PARA LÁ DE PATÉTICA QUE OS CONSERVADORES CRIARAM PARA XINGAR QUEM NÃO REZA NA CARTILHA DE EXCLUSÃO, ENTREGUISMO E DESUMANIZAÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS QUE ELES CHAMAM DE “MODERNIDADE” OU “RESPONSABILIDADE” OU “AUSTERIDADE”. “MODERNIDADE”, “RESPONSABILIDADE” E “AUSTERIDADE” PARA QUEM, CARAS PÁLIDAS HIPÓCRITAS!!!???????? PERGUNTEM ÀS MILHÕES DE PESSOAS QUE FICARAM SEM ACESSO À EDUCAÇÃO, `À SAÚDE, OU MESMO À ALIMENTAÇÃO MAIS ELEMENTAR, QUAL ERA A “MODERNIDADE” OU A “RESPÓNSABILIDADE” DURANTE O DESGOVERNO DO SAFADO FHC!!!!!!!!!!!!!! OU VOCÊS SÃO TÃO CÍNICOS A PONTO DE CONSIDERAREM “MODIERNO” E “RESPONSÁVEL” QUE PESSOAS NÃO COMAM, CRIANÇAS NÃO ESTUDEM E MILHÕES DE CIDADÃOS NÃO SEJAM SEQUER ISSO, “CIDADÃOS”, MAS LIMITEM-SE A QUASE PÁRIAS DENTRO DE SEU PAÍS, CHAFURDANDO NA IGNORÂNCIA, NA EXCLUSÃO E NA FALTA DE PERSPECTIVAS. “AUSTERIDADE”!????? NÃO ME FAÇAM RIR! OBSERVEM OS MILHÕES QUE OS BANQUEIROS ESTRANGEIROS, PRINCIPALMENTE DOS EUA, GANHARAM COM A FARRA DOS TÍTULOS PÚBLICOS, JUROS ALTOS E CAOS CAMBIAL, NÃO SOMENTE NO BRASIL, MAS EM TODA A AMÉRICA LATINA; DURANTE OS GOVERNOS DE TRAIDORES DA PÁTRIA COMO FHC, MENEM OU PEREZ; E DIGAM-ME O QUE FOI “AUSTERO” PARA ESSA GENTE. A ÚNICA “AUSTERIDADE” QUE EXISTE PARA A DIREITA É AQUELA QUE ATINGE AS NECESSIDADES MAIS ELEMENTARES; ALIMENTAÇÃO, EDUCAÇÃO E SAÚDE, DOS POBRES, ENQUANTO ELES E SEUS PATRÕES ESTRANGEIROS GANHAM MILHÕES. Qual é a “austeridade” que existe em você entregar milhões em recursos nacionais para especuladores financeiros estrangeiros, que enriquecem-se com o nosso dinheiro sem fazer nada!!!!!!!!!?????? Só discordo de sua análise quando afirma que no passado o termo “populista” designava demagogos, que ganhavam popularidade propondo à população mudanças que não poderiam ser feitas. Esse é de fato o significado original do termo, mas na prática ele nunca foi usado. Senão vejamos, QUAIS FORAM AS MEDIDAS “NÃO VIÁVEIS” QUE OS PRIMEIROS GOVERNANTES QUE RECEBERAM A PECHA DE “POPULISTA”, GETÚLIO E BRIZOLA COMO VOCÊ MESMO ATESTOU, PROPUSERAM.? TUDO O QUE AMBOS PREGAVAM EM SEUS DISCURSOS TORNOU-SE VIÁVEL E COMO ERAM MEDIDAS QUE BENEFICIAVAM OS TRABALHADORES E O DESENVOLVIMENTO NACIONAL AUTÔNOMO, FORAM CHAMADAS DE “POPULISTAS”, “INVIÁVEIS” PELA DIREITA, MAIS PRECISAMENTE PELA MÍDIA QUE REFLETE OS INTERESSES DELA E PELOS “JORNALISTAS” AMESTRADOS DESSES VEÍCULOS. Só para começar com Getúlio : CLT, criação dos sindicatos, implantação da máquina estatal brasileira(no que concerne à administração direta), Companhia Siderúrgica Nacional, salário-mínimo e principalmente a criação da Petrobrás(essa motivo do ódio histérico dos fascistas até hoje, lembrando que consideravam a empresa um “delírio”, obviamente populista, de Vargas e cansaram de encher editoriais de jornais com as opiniões brilhantes de seus “especialistas”, só faltaram Arnaldo Jabor e William Waack, sempre prontos a atestar sobre a indiscutível certeza da inexistência de petróleo no Brasil). De Brizola, para falar de forma sintética, ridicularizaram o CIEP’s, considerados em todo o mundo como uma das mais arrojadas propostas de educação já produzidas no planeta. Sem contar JK, chamado de “populista” quando construiu Brasília, trouxe a indústria automobilística, construiu a UNB(uma das mais progressistas Universidades do país na época, concretizando o sonho educacional do grande Anizio Teixeira); implantou a administração indireta; estimulou a industrialização nas mais diferentes áreas. E o que dizer de Jango? Que pretendia implantar a refroma agrária e controlar a remessa de lucros das multinacionais para o exterior, forçando a que aplicassem no Brasil uma parte dos recursos que ganham às nossas custas e recebendo incentivos dos Governos para se instalarem de graça no país que lhes enche de dinheiro; medida que com isso levaria a um desenvolviemnto nacional autônomo, como já ocorrera outrora no passado dos países capitalistas desenvolvidos(alguém já procurou saber como os EUA se desnvolveram, só para dar um exemplo? Foi exatamente começando o processo de desenvolviemnto autônomo através da reforma agrária e do estímulo ao desenvolvimento industrial independente, o que só pode ocorrer se não se deixar que as indústrias estrangeiras esmaguem as nacionais com sua produção e com a retirada de nossos recursos para o exterior). E quanto a Lula? Outro “demagogo”, segundo os debilóides da direita, que teve todas as suas medidas ridicularizadas pelos conservadores, os quais foram posteriormente desmoralizados pelo sucesso rápido das medidas do Maior Presidente da História Deste País. O que diziam os canalhas midiáticos sobre o Bolsa-Família, ou sobre as cotas raciais e sociais(ambas hoje já “defendidas” até pelos partidos de direita que antes as condenavam) ou sobre a construção das nossas novas parcerias comerciais(fizeram piada com o fato de Lula procurar parceiros na América Latina, África e Oriente Médio, todavia esse foi um dos fatores que impediu que caíssemos na miséria na crise de 2008); ou sobre o estímulo ao Mercado Interno e ainda quanto à polítca externa independente que permitiu que nos projetássemos no cenário internacional e ganhássemos respeito suficiente na esfera política, o que resulta também em resultados comerciais : ou alguém acha que as decisões comerciais favoráveis ao Brasil na OMC teriam o mesmo resultado se fôssemos um país inexpressivo politicamente, sem aliados prontos a nos apoiar e seguir, com uma Economia que não se sustentasse!!!!!!!!!???? Em suma, “populista” para a direita é quem tenta construir nações independentes e includentes na nossa região, quem não é capacho dos conservadores e dos EUA. Esse papo de que FHC “plantou” é patético, o canalha não “plantou” nada, porque dele não se “colheu” nada, só passamos a “colher” novos frutos quando foram “plantadas” outras políticas, as quais foram “plantadas” por Lula e eram exatamente o contrário daquelas realizadas pelo tucano e semelhantes às realizadas por outros Governos autônomos de nossa Históia, como Vargas ou Jango. Á concentração de renda do período FHC(onde não existiram programas sociais, só arremedos que atingiam parcelas ínfimas da população e ainda assim surgidos no final do mandato do tucano, além da renda ter sido concentrada pela inflação e pla política de juros altíssimos, os maiores de nossa História)tivemos às políticas de distribuição de renda(atingindo milhões de brasileiros) de Lula e a queda da inflação e progressivamente dos juros; ao encolhimento do Mercado Interno durante o desgoverno tucano(sem renda, ninguém podia comprar), tivemos a ampliação dele durante o Governo Lula(tanto devido à distribuição de renda como às políticas de estímulo ao crédito e consumo); da extinção velada de nossa educação(com a não construção de nenhuma Universidade Pública e o estímulo às Universidades particulares, de péssima qualidade e custo elevado)durante o caos FHC, tivemos a ampliação do número de Universidades Públicas e Escolas Técnicas realizada por Lula, como também a ampliação do acesso dos pobres à Universidade graças às políticas de cotas raciais e sociais(ao ENEM, marcando o começo do fim do adestramento seletivamente classista do vestibular), ao SISU, ao PROUNI e ao FIES(dando aos pobres também a possibilidade de ingressarem numa Universidade Particular). Da política de encolhimento e privatização do estado, deixando o “desenvolvimento”(com FHC foi involução)econômico a cargo do “Mercado”, que não desenvolve nada, só procura lucros, do desgoverno FHC, tivemos a recuperação do papel do Estado como indutor do desenvolvimento, realizado por Lula, tanto através das empresas públicas como através da implantação de uma política de crédito empresarial, via BNDES; da política externa de “tirar” os sapatos e arriar as calças ” do verme tucano, tivemos uma política externa autônoma e idependente, buscando consolidar as relações com a América do Sul e o restante do mundo explorado, possiblitando-nos tanto novas e rentáveis parcerias comerciais como um protagonimo capaz de impor os interesses da Ecconomia brasileira e das das outras nações outrora dominadas no cenário internacional. Em suma, os Governantes “populistas” são populares porque implantam medidas que, conforme qualquer avaliação numérica pode comprovar, tornam as economia de seus países melhores e principalmente dão condições de vida mais dignas para as populações que governam. Se é verdade que Hitler foi popular, ele o foi por um erro de avaliação de seus conteporâneos, ao qual a Democracia está sujeita, mas essa popularidade não durou muito e não reverteu-se em benefícios para o povo, o que é justamente o oposto da popularidade dos líderes da América Latina, que já dura uma década e meia(com toda a mídia tentando destruí-la diariamente)e é fundamentada por resultados numéricos indiscutíveis, colhidos por instituições sérias e independentes desses Goevrnos, que atestam em números a superioridade dessas administrações sobre os Goevrnos conservadores, em quaisquer aspectos econômicos e sociais que se puder imaginar. E contra números não há argumentos. O resto é preconceito e ignorância de reacionário.

  • Simplificando, na visão da direita reacionária todo governante que cria políticas que beneficia os pobres é um populista dando esmola, todo governante que cria políticas que beneficia uma minoria os enriquecendo mais é moderno e arrojado, não consigo imaginar este contraste sem as suas personificações mais explicitas na hiastória recente do nosso pais: Lula X FHC

  • Quem já caiu nesta conversa de populismo da maneira que eu caí sabe na prática o que este texto teoriza. Ja fui suficientemente enganado com essa história de populismo a ponto de votar contra as pessoas que mais melhoraram a minha vida e a de minha família. E essa melhora não aconteceu através de demagogia ou ações irresponsáveis. Essa melhora aconteceu porque foram criadas oportunidades para milhões de pessoas. Coisa que antes era um direito divino de uma meia dúzia.

  • Roberto Freire parece bosta n’agua

    Roberto Freire, o dedo-duro da ditadura, está feito bosta n’agua:não sabe para aonde vai.Dia desses Freire defendia ardentemente a candidatura de Aécio Neves.Depois do lançamento da candidatura de Eduardo Campos pelo PiG, Roberto Freire passou a defender o nome Campos.Agora, defende uma aliança entre Eduardo Campos, Aécio Neves e José Serra.Além de parecer uma bosta n’agua, Freire é um péssimo analista político, Segundo Roberto Freire “Dilma foi vaiada pela população de Alagoas A tendência é de que isto se repita. Quanto mais longe a candidatura é lançada, maior a dificuldade.Pela raciocínio torto de Freire, só porque Dilma levou vaia em Alagoas ela perdeu popularidade.Só sendo estúpido para afirmar uma coisa dessas.Dilma foi vaiada por meia dúzia de gato pingado, por algumas viúvas do Rio São Francisco.Não foi a população que vem sendo ajudada por ações do governo federal que vaiou Dilma.Esse movimento desses baderneiros de Alagoas vai se repetir em qualquer lugar que Dilma for inaugurar obras do Rio São Francisco.Roberto Freire tem mais é que se preparar para mais uma derrota, assim como ocorreu em 2002, 2006 e 2010.O povo não aceita mais a gangue demotucana( e suas linhas auxiliares) governando o Brasil.Dilma vai nadar de braçada em 2014.Quem viver, verá.
    Postado por O TERROR DO NORDESTE às 15:47

  • Políticos são nojentos, prefiro limpar a bunda do que votar nessa desgraça de país, aqui não da para ficar.

    Todos os dias vejo os meus direitos sendo derrubados, pisoteados perante ao dinheiro e ao poder de conhecimento. Vocês podem convencer a população com bolsa família, e outros. Por que não pega o dinheiro e investe na infra estrutura do país.

    • Caro Marvin… a coisa não é tão simples assim… vc deveria se aprofundar um pouco mais no assunto… o que vc disse é tipico de uma pessoa desinformada e ignorante em politica…

  • Texto interessante! Não se aproveita muita coisa, pois os fatos são distorcidos e contados como se fossem verdade. De onde você tirou que o Fernando Henrique Cardoso tinha 85% de taxa de rejeição. Provavelmente em uma pesquisa feita na Convenção do PT. Lula e Chavez são exemplos claros de Lideres Populistas. Seus sucessores, Dilma e Maduro, ao contrário são o exemplo de tentativas frustradas de populismo. Além do autoritarismo e do assistencialismo, os governos populistas também tem grande preocupação com o uso dos meios de comunicação como instrumento de divulgação das ações do governo. Por isso, da tentativa cada vez maior do controle da midia. Segue um link para reflexão: http://www.libertarianismo.org/index.php/artigos/gloria-alvarez-combatendo-populismo-tecnologia/

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