Advogado de Lula rebate enviado de Temer à ONU: “estado de exceção!”

O governo brasileiro se viu frustrado pela  defesa do ex-presidente Lula ao tentar reagir à desmoralização internacional do país que entrou em curso após o TSE violar a Convenção de Viena sobre tratados internacionais, que reza, em seu artigo 27, que nenhum país pode invocar leis internas para violar pactos sobre direitos humanos como aquele que o Comitê de Direitos Humanos citou para pedir que Lula possa disputar a eleição de 2018. 

ONU acusa Brasil de ‘má-fé’ e chama Lula de ‘vítima’

Pela segunda vez o Comitê de Direitos Humanos da ONU exorta o Brasil a respeitar o Pacto Internacional Sobre Direitos Civis e Políticos e acusa o país de violar os direitos humanos de Lula, a quem chama de vítima, e de violar a Convenção de Viena sobre Tratados internacionais. A ONU reafirma, em nota, que o Brasil tem obrigação de cumprir o tratado que assinou.

ONU advertiu Brasil sobre candidatura Lula

Nesta 3ª-feira (3/7), a defesa de Lula voltou à Europa para denunciar farsa processual da Justiça brasileira. Os advogados deram entrevista coletiva na Suíça para atualizar a comunidade internacional com novas provas dessa farsa. Após o evento, o advogado australiano Geofrey Robertson informou que a ONU fez uma advertência ao Brasil para não impedir a candidatura de Lula.

Lula é político, juiz Moro… E o senhor? Aliás, o sr. tem foto com petistas?

De um magistrado, espera-se circunspeção. Não pode participar de encontros políticos ou COM políticos a bem do decoro esperável de alguém em sua posição, a menos que sejam atividades estritamente correlatas à sua atividade na magistratura. Uma premiação concedida por um político soa completamente imprópria e levanta muitas suspeitas… Sobretudo se for sempre com tucanos e jamais com petistas

Ataque da Lava Jato à defesa de Lula é golpe mortal na democracia

Tudo que se pode depreender dessa notícia lamentável é que os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins estão sendo retaliados pela Lava Jato não só por conflitos com procuradores e o juiz Sergio Moro, mas, também, por terem tido a ousadia Suprema de querer defender alguém que é alvo de um processo político que nada tem que ver com “justiça”.