Ao marqueteiro do PT

Há meios de levar as pessoas a pensarem, de tirá-las do transe gerado pelo bombardeio midiático. E é preciso fazê-lo. Serra não tem apenas o horário eleitoral da TV, durante 30 minutos esquartejados e divididos ao longo da programação diária. Tem propaganda de toda a grande imprensa o tempo todo. Só que, em vez de falar bem dele, fala mal da adversária.

O inferno dos denunciados

A primeira coisa em que deve pensar aquele que é denunciado com estardalhaço pela imprensa é na família, nos amigos, nos vizinhos, nos colegas de trabalho. O alvo da denúncia já imagina os olhares se desviando, as pessoas se afastando, dando desculpas para cancelar um compromisso consigo, não atendendo aos seus telefonemas.

Índio e procuradora decorrem do PIG

Estamos em um momento em que a sociedade terá que decidir se aceita ou não que os seus processos eleitorais sejam eternamente tisnados pelas artimanhas de última hora destinadas a mudar os rumos das eleições presidenciais, fenômeno que se reproduz a cada quatro anos desde 1989, na primeira eleição direta depois da ditadura militar.

Levante a sua voz

Chegou a hora de os setores da sociedade que se sentem esbofeteados pelo abuso de poder econômico em questões como a imagem que a imprensa pinta dos candidatos nas eleições deste ano exigirem das autoridades competentes que apliquem a lei que rege o comportamento dessa mesma imprensa durante os processos eleitorais, da lei que veda o favorecimento a um dos lados se tal favorecimento se revelar produto não de eventualidade, mas de uma tendência independente dos fatos e forjada em interesses políticos sectários.

Para driblar o PIG em 2014

Fiquei tentado a atribuir o descontrole emocional da Seleção somente à pressão da imprensa brasileira, que se exacerbou além da conta a partir da insubordinação de Dunga contra a Globo. Contudo, seria uma desculpa esfarrapada. Tome-se como exemplo a seleção da Itália de 2006, que venceu aquela Copa contra a imprensa de seu país.