JN “esqueceu” de dizer que Petrobrás se valorizou 7 vezes desde 2002

A edição do Jornal Nacional de segunda-feira, 9 de fevereiro, gastou 4 minutos e 49 segundos para dizer que, de 2008 a 2015, a Petrobrás, devido ao que os famigerados “especialistas” da Globo chamaram de “erros de gestão”, perdeu cerca de ¾ de seu valor de mercado, passando de 510 bilhões de dólares há 7 anos para 116 bilhões de dólares hoje. Contudo, o telejornal omitiu dados importantíssimos sobre o valor da empresa, os quais o post trata de informar.

Querem “autonomia” para Levy? Que ele dispute eleição. E vença

Tucanos, a mídia e o “mercado” dizem que Joaquim Levy não terá “autonomia” no governo Dilma Rousseff. Se querem que ele tenha “carta branca”, que o convidem para ser candidato do PSDB à Presidência em 2018 e elejam-no. Até lá, ele será apenas mais um auxiliar daquela que, desde 1º de janeiro de 2011, tem dado a última palavra sobre cada ato do governo. E que acaba de ser reeleita com 54 milhões de votos.

Escolha da nova equipe econômica visou destravar investimentos

A nova equipe econômica não fará algo que a anterior não faria, apesar de o agora ex-ministro da Fazenda Guido Mantega dificilmente poder ser considerado um bicho-papão. Diante disso, o post dirá o que parece ao autor que aconteceu na economia brasileira durante o primeiro mandato de Dilma e o que acha que deverá acontecer daqui para frente. E, ainda, irá explicar a razão da escolha de Levy e de outros ministros polêmicos do segundo mandato. Este texto, pois, pretende ser um antidepressivo para o leitor. Sem contra-indicação, claro.

JN diz que lei de FHC para Petrobrás é boa, contanto que PT não use

Na “escalada” que abre o telejornal da Globo, a apresentadora anuncia que “Este ano, 90% dos contratos da Petrobrás foram feitos sem licitação”. Em seguida, explica que “Não tem nenhuma ilegalidade, nisso” porque “Existe um decreto há 16 anos que permite a dispensa de licitação”. Um decreto de FHC. A partir daí, o telejornal constrói mais uma “escandalização do nada” em que lei que o PSDB pode usar, o PT não pode.

Empreiteiras da Lava-Jato atuaram no cartel do Metrô de SP

Empreiteiras citadas na operação Lava Jato são conhecidas como “As quatro irmãs”. São elas Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, e até as motoniveladoras dessas empresas sabem que elas prestam serviços a governos de todos os partidos, inclusive aos do mesmo PSDB que, agora, aparece “surpreso e indignado” com a “revelação” de que empreiteiras patrocinam corrupção no país. A Odebrecht, por exemplo, foi alvo de denúncia do Ministério Público por suspeita de formação de cartel em São Paulo para a construção da Linha 5 do Metrô.