Lula será eleito porque reencarnou a esperança popular

Sabe quais são os únicos candidatos a presidente que estão se fortalecendo eleitoralmente no Brasil? Lula e Bolsonaro. Por que? Porque são os que prometem estancar o empobrecimento que Temer e os tucanos terão gerado. Só que Bolsonaro quer tirar do pobre e dar ao rico e Lula quer tirar do rico e dar ao pobre – não existe almoço grátis: para um grupo ganhar, o outro tem que perder. Essa será a disputa em 2018.

Lula cresce em pesquisas de “esquerda” e “direita” após condenação

No espaço de 10 dias, duas pesquisas sobre a eleição presidencial de 2018 mostram que a condenação de Lula por Sergio Moro fez o petista ganhar votos. Mas o mais interessante é que são duas pesquisas consideradas de vieses distintos. Vox Populi é vista como “petista” e Datapoder 360 como “antipetista”. Ambas mostram que Moro ajudou Lula condenando-o sem provas. E mostram esquerda crescendo em 2018. Confira

Lula não precisa esconder patrimônio que teria renda para comprar

O tríplex “de Lula” custa cerca de R$ 1,2 milhão , o sítio em Atibaia custa cerca de R$ 800 mil. Uma pessoa com renda oficial que pode chegar a 60, 70 mil reais ou mais não pode comprar imóveis que, somados, custariam uns dois milhões? Para que ele arriscaria destruir sua biografia por patrimônio tão pequeno? Como alguém que teve inteligência para sair de onde saiu e chegar aonde chegou seria tão burro a ponto de arriscar tanto por tão pouco? Não cola. Por isso Lula sobe nas pesquisas.

Haddad começa a desmentir pesquisas, como em 2012

Pode estar ocorrendo em São Paulo o que ocorreu em 2012; institutos de pesquisa tentam derrubar Haddad até a última hora e, não conseguindo, nos momentos finais da campanha começam a “ajustar” números. Se a direita paulistana for derrotada por um petista, a direita brasileira sofrerá um golpe mortal. A esquerda local tem que enxergar o momento histórico, unir-se e votar em peso em Fernando Haddad.

Pesquisas mostram que o golpe irá gerar convulsão social

Por mais que a confirmação do impeachment de Dilma Rousseff venha a ser prejudicial à democracia, o principal efeito deletério desse golpe não seria contra a presidente, mas contra seus algozes. É o que mostram as pesquisas MDA / CNT e Vox Populi / CUT divulgadas nos últimos dias. Em ambas, Temer aparece com 11% de aprovação. E ele nem começou a tomar medidas que irão piorar muito sua situação e que irão conflagrar o Brasil

Não adianta reclamar de falta de pesquisas, há que mandar fazer

Nas últimas semanas, cresceu muito o contingente de pessoas e até entidades que estranham o desaparecimento de pesquisas sobre o apoio dos brasileiros ao impeachment. Agora, porém, a própria Dilma Rousseff acusa os institutos de pesquisa de esconderem sondagens que mostram que a maioria passou a repudiar sua destituição do cargo, após as trapalhadas de Temer. Se depender dos Datafolhas e Ibopes, porém, tudo continuará assim. Portanto, PT, movimentos sociais e sindicais têm que encomendar e divulgar pesquisa sobre o impeachment enquanto é tempo.

Se popularidade de Temer piorar ainda mais nas pesquisas, Dilma volta

Para Dilma recuperar o cargo, só faltam três senadores. Se aqueles que votaram contra seu afastamento mantiverem o voto e mais três votarem contra o golpe, não vai ter golpe. Dois senadores já avisaram que agora vão votar contra o impeachment. O que os moveu – e a quantos mais não se sabe – é o início catastrófico do governo Temer, a adesão da imprensa internacional à tese do golpe e a denunciação incessante de que o golpe é golpe. E, claro, a língua solta dos golpistas, com suas gravações super sinceras

Protestos de ricos contra petistas deixam pobres desconfiados

Matéria da rede pública de televisão alemã Deutche Welle (Onda Alemã) marcou um enorme tento ao expor a opinião daquela massa imensa de brasileiros que desde 2002 votou quatro vezes no PT, mas que parou de votar. DW explica por que só havia burguês nesses protestos e, mais ainda, por que a direita midiática tem que prender Lula a qualquer preço. É porque, solto, ele se elege presidente em 2018. Quem não leu essa matéria, tem que ler. Quem leu, tem que refletir sobre ela a partir da perspectiva proposta.