PSDB e Apaes atrasam PNE para combater a Educação Inclusiva

Manifesto, Reportagem

 

Em um momento em que se vislumbra a entrada de uma fortuna incalculável nos cofres públicos do Brasil para ser aplicada em Educação – a fortuna oriunda da exploração do pré-sal -, vamos chegando a 2014 sem que o Plano Nacional de Educação do país tenha sido aprovado pelo Congresso, sancionado pela Presidência da República e posto em prática.

O primeiro Plano Nacional de Educação, vale explicar, surgiu em 1962. Foi elaborado já na vigência da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1961. Não foi proposto na forma de um projeto de lei, mas apenas como iniciativa do Ministério da Educação e Cultura.

De lá para cá, além de o PNE ter virado lei, a cada dez anos o país formula outro projeto. O último foi aprovado em 2000 para viger até 2010, quando seria aprovado um novo PNE para o decênio seguinte (2010-2020). Pois bem, estamos quase em 2014 e o PNE ainda se arrasta no Congresso – atualmente, tramita no Senado.

Vale explicar que é com base no PNE que os Estados, o distrito federal e os municípios elaboram os seus planos decenais correspondentes, o que torna crucial para a combalida Educação brasileira que a cada década, religiosamente, o país tenha esse documento legal aprovado em tempo.

O PNE 2010 deveria viger até 2020, mas já não vai dar mais. O plano decenal, na hipótese de que fosse aprovado pelo Congresso e sancionado pela Presidência neste ano, teria vigência de 7 anos, de modo que teria que valer até 2024, ou seja, um “pequeno” atraso para uma Educação que vai de vento em popa – modo ironia ligado.

Mas o que é que vem atrasando um texto legal tão crucial para um país que, apesar de todos os seus avanços, ainda tem um dos piores sistemas educacionais (público e privado) do mundo? Resposta: interesses comerciais e políticos.

A quantidade de interesses sectários em jogo na aprovação de um Plano decenal para uma área que em cerca de cinco anos receberá uma quantidade imensurável de recursos públicos é o que está atrasando a sua conclusão. Mas se você pensa que essa é a parte mais dolorosa, leitor, ainda não viu nada.

Há um aspecto ainda mais revoltante nesse caso: a meta 4 do Plano Nacional de Educação se refere à Educação Inclusiva, ou seja, deficientes físicos e mentais em idade escolar (4 a 17 anos) poderem frequentar a escola regular junto a crianças ditas “normais”. Com base em interesses comerciais e políticos, porém, a inclusão vem sendo sabotada.

Como diz a jornalista especializada Meire Cavalcante, integrante do Fórum Nacional de Educação inclusiva, incluir crianças e adolescentes “especiais” em escolas regulares é uma medida civilizatória que, inclusive, é preconizada pela própria ONU no âmbito da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assinada em Nova York em 30 de março de 2007, aprovada pelo Congresso brasileiro em 2008 e sancionada pela Presidência da República em 2009, quando se tornou um preceito constitucional.

Apesar da determinação constitucional de estender a Educação inclusiva a toda a rede pública de ensino, seja federal, estadual ou municipal, e apesar de durante a era Lula a inclusão ter pulado de 10% para 70%, essa medida civilizatória que vigora em praticamente todos os países desenvolvidos, como Estados Unidos, Canadá etc. vem sendo combatida duramente no Brasil.

À frente dos combatentes estão as ditas “escolas especiais”, lideradas pelas Apaes, que atualmente abocanham a parte do leão das verbas públicas, prestam serviço a poucos e, ainda assim, combatem por todos os meios a inclusão, pois com ela perderiam muito dinheiro – público.

As Apaes e as demais instituições congêneres defendem a “educação especial” – ou seja, deficiente estudar exclusivamente junto a outros deficientes. Essa, porém, é uma velharia educacional, um atraso para essas pessoas com necessidades especiais.

Se não tivesse começado a ser implantada a Educação Inclusiva no Brasil, aliás, não veríamos hoje jovens com síndrome de Down entrando na faculdade – aliás, antigamente não se via porque não havia educação inclusiva de porte e as escolas “especiais” não ensinam de fato, constituindo-se em meras clínicas de terapias disfarçadas de escola.

Mas as Apaes e as escolas “especiais” em geral são, também, excelentes currais eleitorais e assim, como toda corporação rica e poderosa, conseguem mobilizar políticos para defenderem seus interesses no Congresso.

No caso da guerra à Educação inclusiva, essas instituições contam com o apoio do PSDB, que luta com unhas e dentes para barrar uma medida civilizatória. Luta como? Não aceitando, nas Comissões do Congresso que preparam o novo PNE, medidas que tornem inescapável a Educação Inclusiva. Luta por que? Porque as “escolas especiais” são seu curral eleitoral.

No Senado, por exemplo, o combate vem sendo dado pelo tucano do Paraná Álvaro Dias.

Nessa guerra contra a Educação Inclusiva, então, vale tudo. Por exemplo, espalhar mentiras sobre a redação original da Meta 4 do PNE, oriunda da deliberação de centenas de delegados na Conferência Nacional de Educação, de 2010. Este texto definia a universalização do ensino para essa população na escola comum, ou seja, em dez anos, a meta seria ter 100% de escolas inclusivas, com toda estrutura, como cuidadores, rampas de acesso e demais equipamentos, além de formação de professores.

Que mentiras estão espalhando? Pasme, leitor: estão dizendo que o governo federal pretende “acabar com as Apaes”.

É mentira! Às Apaes e às outras instituições especializadas ficaria designado o atendimento clínico – fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional etc., etc., etc. — e também o o Atendimento Educacional Especializado (AEE), que é um atendimento no turno oposto ao da sala de aula comum, para apoiar a inclusão do aluno na escola. As APAES não seriam extintas nem deixariam de receber dinheiro público, mas não teriam o papel que têm hoje, que é perverso para quem precisa.

Por que? Simplesmente porque há Apaes e outras “escolas especiais” em menos da metade dos municípios brasileiros, de modo que essas ONGs recebem fortunas imensuráveis do governo e os lugares onde não atuam ficam sem nada, pois o grosso dos recursos acaba ficando em suas mãos

No âmbito dessa luta desesperada e civilizatória que pais de crianças e adolescentes especiais como este que escreve travamos pelo instituto civilizatório que é a Educação Inclusiva, peço a você que lê que ajude a combater essa mentira que espertalhões que lucram com a miséria humana estão espalhando.

E, se possível, deixe aqui sua mensagem de apoio à Educação Inclusiva. Quem pede é o pai de uma adolescente “especial” de 15 anos que, por falta de inclusão e graças ao “filtro” da Apae – que a rejeitou por seu caso ser “muito grave”, pois só aceita casos “fáceis” para mostrar “resultados” –, teve seu desenvolvimento mental tragicamente comprometido.

As crianças e adolescentes especiais deste país contam com o seu apoio. Milhões sofrem hoje uma degeneração mental que a Educação Inclusiva ajudaria a mitigar. E isso, repito, acontece pela razão mais repugnante que se possa imaginar: para que ONGs espertalhonas encham os bolsos e para que políticos igualmente espertalhões disponham de currais eleitorais.

*

Assista, abaixo, ao documentário do MEC sobre Educação Especial

 

161 comments

  • A educação é um direito de todos,em se tratando de pessoas com deficiência esse direito é maior ainda,apoio incondicionalmente a meta 4 do Plano Nacional de Educação, que tenta tornar educação inclusiva obrigatória na rede pública.

  • Concordo em gênero, número e grau Edu. Além do que, minha mulher foi professora, por um ano, numa Apae. Eu achava inacreditável o que ela me contava. Não suportou e saiu de lá. Dá nojo.

  • Minha solidariedade e apoio a sua luta caro Edu.
    Poderíamos enviar e-mails ao congresso e a quem
    mais você possível para aprovar o PNE, em especial a
    criações de condições para a educação inclusiva
    de nossas crianças portadoras de necessidade
    especiais.

  • Eduardo,

    Me solidarizo com vc e todos os pais e crianças e adolescente especiais deste país. Defendo este governo que está aí justamente pelo seu projeto de inclusão social implementado com vários programas de distribuição de renda e democratização do acesso à Educação. Estou no Face também combatendo estas mentiras nefastas deste partido tucanalha que só faz querer o Brasil de volta ao ostracismo neoliberal onde Educação é privilégio e não direito! Conte comigo! Abs

  • Sou jornalista e militei na área por dez anos com a Revista Reação entre outros eventos do setor que acompanho desde 1997. É um retrocesso muito grande negar ao país a devida implantação da Inclusão Escolar e é muito danosa a questão da “reserva de mercado” das Apaes e das instituições, mas esse problema deve ser visto por uma perspectiva mais ampla, pois o problema não é só esse, como se fosse pouco se fosse só isso. É necessário dizer que da ponta dos defensores do ensino inclusivo houve gente que ajudou a tornar as questões muito complicadas e acirrou os ânimos do pessoal das Apaes ao ponto da ruptura que se vê hoje. Não me recordo de nomes, mas houve gente no âmbito da Secretaria de Educação Especial e da Secretaria Nacional das Pessoas com deficiência que pregavam em alto e bom som que se devia acabar com o modelo das Escolas Especiais e num tom que dava a entender a sua extinção e para um prazo muito breve. Eu mesmo fiz matérias sobre o tema e quem fez o papel de eficaz apaziguador dos ânimos foi o Ministro Fernando Haddad que agregou as Apaes, Pestalozzis e outras entidades a um sistema de dupla matrícula que daria o dobro de recursos as prefeituras com sistemas implantados de educação inclusiva. Lamento que este imbroglio criado pelo oportunismo político do PSDB se manifeste neste aspecto da vida nacional. É necessário a retomada do diálogo para se criar uma cronograma de implantação da Educação Inclusiva com os devidos ajustes, pois a legítima queixa de muitos pais de filhos atendidos nas Apaes, e são relatos reais, é que em sistemas inclusivos mal implantados seus filhos especiais foram tratados de forma muito pouco profissional por professores, diretores e auxiliares que não tinham interesse e vontade de atender a este público, sendo comuns queixas de total despreparo, inclusive psicológico, de pessoas que deviam receber estes alunos e ajudar a formar um país com menos preconceito.

      • André, ninguém quer acabar com Apaes e Pestallozis… Negar o direito à uma criança com deficiência a se socializar em uma escola com crianças sem deficiência é um crime.

        • Amigo Eduardo, bom te ver aqui. Eu sei que não é objetivo do governo acabar com as entidades, mas você bem sabe que conduziram mal o debate no passado. O que importa agora é tirar os pais de crianças especiais deste tiroteio canalha, investir na formação de uma rede municipal e estadual capacitada, pois tivemos casos até de mortes por falta de suporte especializado e assim tirarmos dos opositores este discurso imoral e segregacionista.

      • Mas apoiados por políticos especialmente do PSDB, querem negar esse direito. As Apaes e Pestallozis não querem a inclusão, o querem é o rico dinheiro não para manter lobbies que lhes garantam

  • Apoio o PNE e a obrigatoriedade da educação inclusiva, medida necessária a universalização do aprendizado e interação.entre alunos especiais e não especias onde o convívio, especialmente na infância tem grande poder de contribuição para a humanização da sociedade.Somos todos irmãos!!!!!…somos todos especiais!!!!!!

  • apoio totalmente a educação inclusiva! no meu curso de letras temos uma disciplina chamada educação para inclusão e estamos aprendendo MUITO sobre a história das apaes e outras instituições espertalhonas que dizem que cuidam de nossos jovens ‘especiais’. uma criança entra na apae, por ex, com 2 anos e sai de lá com 22 e pergunta se ela tem algum grau de escolaridade qdo sai de lá? não! porque apae não é escola! esse absurdo tem de acabar já!

  • Deixo aqui meu apoio à educação. No presente, é preciso lutar por uma educação inclusiva. No futuro, não haverá mais esta distinção “educação inclusiva”, porque todas as crianças terão a mesma oportunidade, os mesmos direitos.

  • É impressionante como a direita representa atraso de vida para o país, em todos os níveis.

    A segregação das crianças especiais interessa ao PSDB apenas para manter seus currais eleitorais.

    É preciso que a escola pública aumente MUITO a qualidade de seu trabalho.

  • Deixo tentar entender ..a educação INCLUSIVA defende que crianças MENTALMENTE incapacitadas frequentem as mesmas aulas que crianças ditas “normais” ?

    Isso dá certo ? Alguém tem algum exemplo de como isso pode ser aplicado, ou falamos de mais um experimento ? Alguém sabe se isso é viável sem que haja constrangimento, bulling e/ou, principalmente, prejuízo a qq uma das partes ?

    sei lá ..penso que há casos e casos, não ? ..mas como não sou especialista na questão, gostaria de ouvir outras opiniões tb

  • Apoio o Plano Nacional de Educação, para tornar a educação inclusiva obrigatória na rede pública do país.

    Renato Silveira – São Paulo – SP

  • Até que enfim!

    Deficiente físico que sou desde um trágico acidente automobilístico em 85, uso uma cadeira de rodas para locomoção.

    Por sorte, já tinha curso superior e vivido algum tempo no exterior quando ocorreu o acidente de sorte que pude dar um rumo melhor possível à minha vida.

    Pela forma equivocada que nossa sociedade trata nossos deficientes fico imaginando o que a mãe daquele rapaz com síndrome de down que aparece naquela propaganda na TV não passou para que ele pudesse chegar a esse ponto. Isso sempre me leva a duvidar da possibilidade de reabilitação da maioria dos deficientes físicos de nosso país.

    Parabéns Edu, pela brilhante iniciativa!

  • Caro Eduardo,

    Considero as APAEs verdadeiras caixas pretas, assim como o DPVAT. Mas assim como um ateu nunca se indisporá com o padre local, pois em alguns locais isso tornaria sua vida um ”inferno”, nenhum político oportunista/demagogo(a grande maioria) quer que esses verdadeiros cartórios sejam incomodados.

    Douglas Quina
    Mogi Guaçu – SP

  • Tem meu apoio.
    Ninguém divulga que recursos públicos são direcionados às APAES, parece ser uma instituição independente ajudadas por algum político de “coração bom”. É como o Edu disse, uns Espertalhões.

  • Como professora de universidade conclamo EDUCAÇÃO INCLUSIVA JÁ , em nome de todos aqueles que não tem voz e vez. É inaceitável que interesses políticos e de grupos interfiram numa politica com a abrangência do PNE.
    Maria José Dozza Subtil

  • O pior é que os tucanalhas e sua curriola fazem terrorismo

    usando a imagem que a Apae tem no imaginário popular,

    do mesmo jeito que Israel manipula a opinião pública

    para justificar o terrorismo contra o povo palestino.

    Total apoio ao seu texto em defesa da educação inclusiva,

    e parabéns pela coragem de jogar o foco num tema tão difícil como esse.

  • Pois é, caro Edu, mais um episódio triste e vergonhoso na história da educação brasileira.
    Bem, colegas do blog, que tal irmos divulgar esse texto do Edu nas redes sociais? Textos assim não vão sair nos grandes jornais, no portal do UOL, nem na Veja. Vou lá.

  • Edu, eu apóio a educação inclusiva, porém, isso precisa ser feito com responsabilidade.

    Soube de um caso aqui em São Paulo em que simplesmente colocaram uma criança com down e problemas de comportamento numa sala comum e deixaram tudo por conta do professor, que além de ter de tomar conta de quarenta crianças, que já é quase impossível, teve a criança especial que necessita de uma atenção maior.

    E vai o professor reclamar de alguma coisa, lhe metem um processo falando que ele é preconceituoso.

    A educação inclusiva é importante, mas é preciso dar condições para os professores trabalharem. As escolas mesmo sem ser inclusivas já não oferecem condições mínimas para uma educação de qualidade. Isso resulta em professores doentes sendo ameaçados e agredidos, e jovens que chegam na faculdade com dificuldades para ler/escrever e fazer contas simples.

  • A educação fundamental e média precisa ser de respeito aos semelhantes e de cidadania e não tão somente de especialistas em matemática, física, química e outras…

  • Todo meu apoio, Edu. E acho importante que voce continue esclarecendo o que é de verdade a Apae. Pois muitas vezes conta com certa simpatia da população, por puro desconhecimento.
    Vejo que essa ONG é mais uma que quer faturar no vácuo da falta de políticas governamentais de inclusão. Como o governo PT vem revertendo esse quadro desde 2003, os privatas reunem-se em torno do PSDB para boicotar todo e qualquer programa de inclusão

  • O governo deveria deixar de dar dinheiro para esses picaretas. Eu mesmo não o dou. Quando ligam para minha casa para pedir dinheiro para casa de caridade e que tais, respondo que prefiro dá-lo para o meu partido político. Caridade é hipocrisia! Os problemas só serão resolvidos pela classe política, e aqueles que não estão satisfeitos com os políticos que aí estão, que se torne um deles e vá à luta!

  • Quando li “Governo quer acabar com APAEs”, sem nem saber do que se tratava, já vi que era mais uma mentira. Governo Dilma prejudicando pessoas? Não. Não fecha. Ainda bem que tu, Eduardo Guimarães, com toda a propriedade, esclareces o assunto. Valeu!

  • As Apaes além de ser usadas com curral eleitoral, também são usadas como instrumentos de promoção pessoal. É só conferir as pessoas que participam dos seus comandos. 100% de inclusão já.

  • Caro Edu,
    Dentro do governo do PT, a ministra Gleisi Hoffmann trabalha descaradamente contra a inclusão para o curral do PSDB.
    Ela e o seu marido Bernardão são tucanos no colo da Dilma.
    Abraço.

    • Excelente o texto, Eduardo, bem coerente com a realidade e com as necessidades que temos – todos – de denunciar essa balela das APAEs e das “escolas especiais”. Eu, que tenho um filho autista e que lutei muito por sua escolarização (dentro de suas limitações, claro) sempre propugnei pela inclusão em escolas regulares com o complemento em escolas especiais. Ou seja, a educação inclusiva não exclui a necessidade das escolas ditas especiais. Agora, tem que ser públicas para que todos tenham acesso a essa inclusão. No tempo de eu filho, tive que arcar com escolas privadas.

      • Apoio você José Arlindo. Também acho indispensável um atendimento especial para estes casos, além da inclusão saudável e necessária. Além disso, antigamente tinha nas escolas também psicólogas e algum atendimento médico de urgências para todos alunos. Houve um grande desmonte no ensino, tanto na estrutura física das escolas, como dos serviços e preocupação pedagógica: é hora de retomarmos, e nada melhor que a inclusão, que propicia oportunidades de convivência entre os das mesmas gerações para criar o clima de paz atualmente ausente nas escolas.

  • Apoio completo e incondicional.

    Eu tinha visto alguns conhecidos postando no facebook a mentira sobre o fim das Apaes pelo governo Dilma. Todos indignados, é lógico, pela “atrocidade” de Dilma. Não me admirava que estas pessoas eram todas de direita, ou bastante pendentes à direita. No momento eu não entendi o porquê. Desconfiei de mais uma tramóia, cheia de distorções. Ainda bem que li seu post. Agora já entendi o que ocorre de fato.

  • Apoio inteiramente a educação inclusiva,pois é a partir de um atendimento individual dentro de um coletivo que será possível desenvolver nesses alunos suas potencialidades,respeitando seu ritmo de aprendizagem e desenvolvendo atividades adequadas as necessidades de cada um .Essas crianças são um desafio e não um problema para a comunidade escolar ,mas o que se apresenta são professores despreparados técnico e emocionalmente para lidar com as diferenças. Impedir que uma criança com qualquer tipo de deficiência tenha acesso a educação é no mínimo um crime,um desrespeito aos direitos individuais. Quando teremos um país livre desses corvos que se alimentam da infelicidade alheia?

  • Apoio a educação inclusiva como forma de inserção das crianças “especiais” na sociedade.
    Nenhuma surpresa quanto à atuação dos tucanos.
    Gilmar.

    • Meu filho frequenta apae há 25 anos e sempre houve essa educação inclusiva, desde que o aluno tivesse condições. Aluta para fechar o mes noazul, sem dividas pendentes é grande. A fila de espera para uma vaga é enorme. E querem acabar com a esperança de centenas de familias por um atendimento de qualidade para crianças com deficiencias severas, como é o caso do meu filho. Crueldade sem nome. Viva as Apaes!!! Deus salve as Apaes, exemplo de excelencia, qualidade, amor e serviço! Está muito acima do que esse desgoverno pode sequer oferecer….lamentavel esse artigo!

  • A Corte Suprema da Argentina acaba de aprovar, DEFINITIVAMENTE, a LEY DE MEDIOS naquele país.
    Salve!

    No Brasil, pelo menos que se implante a Educação Inclusiva.

  • A educação inclusiva é uma tendência irreversível, no mundo moderno. Diversos países com excelentes indicadores em educação já a adotam há anos. Não dá pro Brasil ficar na contramão da história e da ciência, por causa de oposição política.

    A estratégia política da Oposição não pode ser a sabotagem…

  • Os tucanos sempre jogando contra os interesses do povo e da democracia ( e com o apoio total da mídia e dos engavetadores gerais, prevaricadores e gaveta profunda nos ministérios públicos blindando-os).

  • Na sua cabeça, os melhores vão ter que se fingir de bobos para permitir que os especiais os acompanhem. Não imponha seu caso caso pessoal aos outros. Minha família nada tem com isso.

    Ps – pela sua lógica, com o fim da oposição seriamos muito melhor, talvez uma cuba.

    • Bom dia Valterlei.
      Li o teu comentário e não acreditei… (transcrevo o mesmo)…

      Na sua cabeça, os melhores vão ter que se fingir de bobos para permitir que os especiais os acompanhem. Não imponha seu caso caso pessoal aos outros. Minha família nada tem com isso.

      Ps – pela sua lógica, com o fim da oposição seriamos muito melhor, talvez uma cuba.

      Somente vou te citar alguns gênios da humanidade, que eram e outros são, especiais!!!
      Stephen Hawking, Albert Eistein, Graham Bell, Marco Pelegrini.

      “Os Melhores”, como você diz, não vão ter que se fingir de bobos. Terão somente que ser eles mesmos, despidos de preconceito e falta de informação.
      Pense nisso Valternei.
      Um abraço.

    • Varterley, não quero te ofender, mas quando vejo um comentário como o seu penso mesmo numa escola exclusiva, paras a pessoas como você que não sabe, mas que tem a deficiência intelectual adquirida , pessoas como você devem ser afastadas do convívio social, pois se a humanidade depender de quem pensa como vc não teríamos saído da roda como avanço tecnológico. Não existe nada pior do que uma pessoa ter a chance de aprender e ainda assim preferir continuar na ignorância.

  • Caro Eduardo, gostaria que senhor nos esclarecesse algumas dúvidas. Li que o senador Eduardo Pimentel (PT/CE) ,dentro do PNE, institui o ano de 2016 para o término do repasse de boa parte dos recursos destinado ás entidades de assistência aos excepcionais ( É verdade?). Pode ser que isso não determine o fim dessas instituições, mas que lhes enfraquecerá bastante, lá isso enfraquecerá. Li também que essas entidades assistenciais não desejam que a inclusão não seja realizada, mas que entendem que há muitos tipos de deficiências em que, quando não impossível , será extremamente dificultoso manter estes portadores de necessidades especiais numa turma regular e o que elas pedem é que a palavra ”preferencialmente” que constava do texto vindo da câmara ( universalizar, para a população de 4 a 17 anos, com deficiência, transtornos globais….acesso à educação básica, assegurando-lhes o atendimento educacional especializado, (preferencialmente) na rede regular de ensino ) e alterada no senado pelo senador Eduardo Pimentel volte ao texto. Isso, no meu modesto entender, não significa ser contra a inclusão.
    Outra questão ; nossa educação pública fundamental e a de nível médio são sofríveis onde , segundo o MEC, apenas 10% dos alunos que terminam o segundo grau (depois de passarem 12 anos na escola) assimilam o conteúdo esperado. Eu pergunto; uma escola que não consegue ensinar um mínimo de conteúdo a aluno dito “normal”, ensinará/cuidará de que forma alguém com deficiência mental ?
    O senhor não acha que seja necessário ouvir as opiniões dos mais interessados, os deficientes e os pais destes? Lhes dar opções de escolha? O senhor já fez a sua, mas e quanto aos outros pais, que tal ouvir a opinião deles? E dos professores que vão lecionar para essas alunos, dos diretores que irão responsáveis por implementar as estruturas? Para eles, em todos os casos, indistintamente poderá ser feita a inclusão ? E o MEC, entrará com que recursos ou com o papel e caneta para determinar? Desde já, obrigado!

    • Faço minhas suas palavras Fábio .Não sei se vc tem um filho c deficiência mas eu tenho e de grau grave e passo por maus bocados c ele.
      Professora Macaé Evaristo, que foi Secretária Municipal de Educação aqui em Belo Horizonte foi quem começou a luta para acabar c as escolas especiais municipais e ,hoje as escolas já estão c um número mínimo de alunos ante o descaso da SMED e outras coisas mais. Chegaram ao ponto de esperar as férias escolares e mandar passar o trator derrubando pés de tomate , alface ,maracujá e muitas outras plantas, que juntamente c a professora os alunos tinham plantado e cuidavam c todo carinho. Esta mesma horta tinha ,inclusive sido premiada pelo Projeto Manuelzão.
      A escola especial onde meu filho estuda funciona no mesmo prédio da SMED e durante os 8 anos ou mais que Macaé foi Secretária ela jamais se dignou descer ao segundo andar para conhecer os alunos.
      Muitos dos alunos que foram encaminhados para inclusão foram convidados a se retirar das escolas regulares e hoje ,os pais que tem uma situação um pouquinho melhor pagam por escolas especiais particulares e os que não tem passam semanas,meses com os filhos internados com crises de depressão.E OS PROFESSORES NÂO TEM OBRIGAÇÃO DE ASSUMIR CERTAS RESPONSABILIDADES C ALUNOS MUITO PROBLEMÁTICOS ,COMO SÃO OS QUE ESTÃO NA ESCOLA ONDE MEU FILHO ESTUDA E MUITOS OUTROS QUE ANUALMENTE OS PAIS PROCURAM A ESCOLA PARA MATRICULÁ-LOS E SÃO IMPEDIDOS POR ORDEM DO MEC. ,

    • Fabio Amarantes,

      Aqui o link do decreto, se ler com atenção verá que se trata de mentira que a verba sera retirada…..http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7611.htm

      Não si o estado onde voce vice, mas a política de inclusão já existe e depende das políticas municipais e estaduais p/ serem implementadas, aqui no estado de Sta Catarina várias cidade oferecem professores assistentes nas salas além do titular, para o acompanhamento de alunos com necessidades especiais, e o resultado tem sido muito bom.

  • É verdade, Eduardo. Recebi um e-mail, dizendo que o governo quer acabar com a APAE. O jogo dos inimigos é sujo mesmo. E olha que isso vai até o final de 2014.

  • É com profunda tristeza que assisto esse posição egoista da sempre brava APAE! Se apequenando para manter o “poder”. Volte a ser grande APAE! Desapeque e deixem “nossas”, e suas, crianças terem uma chance em qualquer lugar do Brasil que elas estejam.

    • Caro Jorge não devemos culpar a APAE enquanto instituição, o problema é que para captar recursos as diretorias da APAE tem que se relacionar com governo municipal, estadual, federal, entidades privadas, o que observo é que tanto na área publica como privada os interesse sempre são a busca de interesses reacionários, direitistas, infelizmente , a ajuda vem acompanhada de politica do tipo “uma mão lava a outra. Não tem como a APAE escapar disto para fazer esta captação.

    • Escolas especiais que só vão servir para quem puder pagar. Você tem filho?Sobrinho?Neto? Eles estudam em escola pública de periferia? Que é pra onde essas pessoas deficientes, cadeirantes, pessoas feias, tortas, que quase andam, quase falam, gritam, fazem cocÔ, XIXI, não têm controle de esfincter, sabe? São as vezes agressivas, tem convulsões, epilepsia, babam. Pois é. Espero encontrar meu filho, que é deficiente neuro psico motor severo, com seus parentes nessas escolas de periferia, públicas, e espero encontrar, fonoaudiologas, psicologas, fisioterapeutas, assistentes sociais, cuidando com o mesmo amor, paciencia e carinho, como as das Apaes cuidam e são adoradas pelos alunos. Quero a inclusão, mas nivelado por cima. Porque quem mais paga imposto proporcionalmente, através do que compram para sobreviver, são esses miseráveis da periferia, que ficam com os piores serviços do setor público. Ainda existe as Apaes que dão tratamento igual aos desiguais, o mesmo tratamento para ricos e pobres, nas Apaes todos são iguais perante a sociedade, e todos são orientados e tratados igualmente. Que venha a inclusão, das escolas públicas ao nível das Apaes, sem descer o nível para o dos miseráveis.

  • Manifesto aqui meu apoio total à Educação Inclusiva. Falo com a experiência de ter uma pessoa especial dentro da família que, por ter sido incluída na rede pública de ensino, conseguiu concluir a universidade, possui carteira de motorista e hoje é professora de maternal em sua cidade.

  • esse método inclusivo é bom tanto para as crianças diferente quanto para as iguais, pois estas vão aprender, desde pequenas, a respeitar as desigualdades.

  • Quer dizer q o novo PNE q deveria ser aprovado em 2010 ainda está no congresso por causa da resistência do PSDB???

    Já avisaram ao bloguista q o Governo tem maioria na Câmara e ni Senado?

    Quantos projetos foram aprovados pelo “rolo compressor” do Governo?

    Querer imputar a não aprovação do PNE ao PSDB é apenas mentira e propaganda política do mais baixo nível…

    Pq não estou surpreso?

  • Mais uma iniciativa deste blog que apoio: pela agilização da aprovação do novo PNE, inclusive com a redação original da meta 4.
    Edu, só gostaria de saber a quem e como chegará esse nosso apoio?

  • Nessas horas, aqueles que admiram tanto o que acontece nos EUA, no Canada, na Europa, etc., mudam de opinião rapidinho. Nesse caso, o que é bom para eles, não é bom para o Brasil. Essa posição de alguns políticos e da APAE é inaceitável. Desde que morava no Brasil já ficava intrigada por conta de que a maioria da clientela da APAE não eram os pobres.
    Apoio totalmente sua iniciativa, Edu.
    A propósito, estou participando de uma conferência e ontem o Dr. Matthew L. Newell. Visite o site http://www.FamilyHopeCenter.com para ter uma ideia do que ele faz. Eu fiquei impressionada com a abordagem e os resultados. Se você quiser entrar em contato comigo, pode escrever para o Email com o qual me cadastrei no blog.
    Abraço fraterno.
    Jussara Lourenco

    • Vá conhecer esses países e suas escolas, primeiro. Tenho um filho na Apae e tenho uma filha na Alemanha. As escolas da Alemanha, Holanda, Belgica são como as Apaes daqui. Iguais para todos. Não existe escola de rico e escola de pobre. Existe escola, como existe Apae que aceita em seus quadros os ricos e os pobres. Não sou rica, mas tenho um convênio e pago a Apae de meu filho. Mas 99,99% dos pais dos alunos não podem pagar, não tem instrução, boa parte não sabe nem conversar direito. São carentes mesmo. E é aí que a Apae faz a diferença. Ela insttue, orienta, todos de maneira igual, como é nesses países que vc cita, onde todos tem muti boa educação. Não é o caso do nosso páis. Então a solução mágica de nosso governo foi nivelar por baixo. Se todos não podem ter boa educação especial, que ninguem tenha e ponto. Ao invéz de investir e melhorar o projeto das Apaes nas escola públicas, estão deteriorando as escolas públicas e pretendem deteriorar as Apaes. Não se tira benefícios dos carentes, devemos lutar para que os beneficios em educação exemplar e ampla sejam estendidos a todos, como é nesses países que voce citou. Visite uma Apae, visite uma escola pública de periferia e visite um desses países citados por você ou por mim e então poderá ter base para falar sobre o assunto, com sabedoria e cidadania, sem tirar benícios como que esse governo corrupto, mas ampliar os beneficios, já que este é um país de miseráveis e de maioria de analfabetos funcionais, que não leem, não pensam, muito menos viajam ou pesquisam. Desculpe, não quero te ofender, mas eu tinha que responder. Pelos meus quase 60 anos, pelas profissionais que lutam pelas apaes, há 60 anos também.

  • A inclusão é uma medida tão simples e se mostra tão benéfica que chegamos a nos perguntar por que ainda não é uma realidade dentro de nossas escolas.
    Obrigado pelo post, Eduardo. Muito didático. Aprendi bastante.

    • REspondo sua pergunta. Porque é muito difícil cuidar de pesoas com deficiência múltiplas. Eu tenho um filho com Síndrome de West, deficiencias neuro psico motoras, que frequenta Apae há 25 anos. Eu sei o que é a lutas das Apaes dos Estado de S Paulo. Para quem tem responsabilidade e quer o bem dos deficientes e precisa orientar bem seus familiares para essa vida dura e sofrida de ter um problemão desses na familia, o compromisso tem que ser sério, amplo, irrestrito, dentro das poucas possibilidades economicas, culturais e sociais que temos neste país. Um governo inconsequente, irresponsável, que não dá conta nem do mínimo necessário para a educação básica de nossos jovens e adolescentes, querer dizer que vai dar tratamento igual ou melhor do que as Apaes que estão lutando e se aperfeiçoando há 60 anos, com as migalhas que são as verbas a elas enviadas, é no mínimo uma temeridade, uma mentira cruel, insana, irresponsável. Investir em educação sim, elevar o nível da educação brasileira que é das piores do mundo sim. Dar às escolas públicas o mesmo atendimento com profissionais especializados que as apaes dispoem. Não o contrario. Estão querendo tirar os benefícios dos que mais precisam e mais pagam impostos, proporcionalmente falando, para nivelar o ensino que é dos piores do mundo, para mais baixo ainda. Devemos exigir qualidade de Apae para todos os jovens das escola públicas, como acontece nos países da Europa. E eu sei disso porque meu filho esteve lá e viu. Ensino igual para ricos e pobres, deficientes e não deficientes. Enquanto isso não ocorre, deixe a excelencia dos serviços das Apaes continuarem, por mais que isso incomode quem quer nivelar por baixo e deixar este pais ainda mais analfabeto e manipulável.

  • Ouvi hoje na Voz do Brasil sobre decisão judicial obrigando escola pública a ter equipamento para alunos com necessidades especiais. Ainda há juízes no Brasil…

  • Agora entendi porque o tal Serra acusava a Dilma de querer acabar com as APAE’s; dá-lhe, Edu; apoio totalmente; e o vídeo é emocionante.

  • Sou mãe de uma filha especial de 15 anos e frequentei a Apae que , como você disse, serve de curral eleitoral. Gente muito simples, que obedece a todas as indicações da instituição nos cuidados de seus filhos, seguem também as suas indicações políticas.O candidato que eles apoiavam é o nosso atual prefeito, muito incensado pelo governador Alkimin que não sai daqui. Na Casa da Criança Paralítica minha filha foi rejeitada também por ser um caso muito sério e não mostrar resultado. E ela entendeu tudo, pois chorou muito. Na Apae ficavam fazendo terapias e arranjos mal elaborados, uma grande enganação, comecei a perceber. Após 15 anos, de terapia entendo todas e de charlatões também. Há na Apae, como em toda parte, bons e maus profissionais. No meu caso específico, ainda não acredito em uma educação inclusiva para minha filha, pois por onde tenho andado, eles não olham a pessoa, mas a doença. Ela tem as suas particularidades e não sei se isso seria levado em conta. mas meus outros filhos estudam numa escola que pratica a educação inclusiva e lá eles convivem com casos menos graves do que o da sua irmã e o resultado na escola em geral é muito respeitoso e as crianças especiais se integram bem. Acho que precisamos evoluir e dar a chance e a opção a todos de escolherem o melhor caminho de serem felizes. Minha filha é muito feliz.

  • Deixo aqui meu apoio irrestrito à Educação Inclusiva. Sob o “papel” das Apae’s, há uma outra conclusão a ser apresentada, a qual, também ajuda a nos revelar o papel nefasto que “organizações” desse tipo desempenham. Essa conclusão é a de que o “modelo” de Estado que se tentou criar durante muito tempo no Brasil, um “não-Estado”, ou seja a diminuição perversa do papel do Estado, enquanto ente destinado a aplainar as diferenças sociais e a crueldade oriunda das condições econômicas diversas em que se encontram os homens, propiciando-lhes alguma equidade; permitiu que áreas onde a atuação pública deveria ser determinante fossem entregues aos interesses privados, representados por empresas capitalistas, mas também pelas tais “ONG’s” (na maioria dos casos, com honrosas exceções, umas excrecências surgidas devido ao encolhimento do Estado), os quais geraram aberrações como a descrita por você; que como pai de uma criança portadora de deficiência mental sabe muito bem o que está falando; nas quais as tais entidades além de prestarem um serviço limitado, pois não existe em todo o território brasileiro e ainda recusa os casos “difíceis”, por interesse em mostrar “resultados”, nada mais capitalista; ainda sabotam medidas destinadas a alterar esse status quo perverso, como o Plano nacional de Educação Básica(indispensável para a melhora de toda a Educação)devido a um dos ítens desse Plano determinar a universalização da educação inclusiva que, ampliada largamente durante o Governo Lula, permitirá a retirada das crianças ditas “especiais” dos guetos onde ainda vivem em sua maioria e as inserirá socialmente com as outras crianças, o que diga-se de passagem será um benefício não somente para as crianças deficientes, mas também para as ditas “normais”, que aprenderão a conviver com a diferença e a encarar as crianças com deficiência como seres humanos iguais a eles, dignos de respeito e carinho como qualquer um, mas jamais de pena. Não me admira que o PSDB e Álvaro Botox estejam por trás da sabotagem ao PNE, junto com as Apae’s, o histórico do partido reacionário, como o de toda a direita brasileira, inclui a discriminação aos “diferentes” como uma de suas principais bandeiras. Quem discrimina pobres, negros, mulheres, homossexuais, esquerdistas, também discrimina deficientes físicos e/ou mentais, além do óbvio lucro eleitoral do partidinho, que tem as Apae’s entre seus principais “currais” eleitorais, ou seja, financiadores de campanha. É preciso que essa realidade seja exposta para todo o Brasil, afinal temos sim um péssima educação(mais ainda nos níveis fundamental e médio, controlados pelos estados e municípios respectivamente, o que, principalmente no caso daqueles governados pela direita, embora a esquerda não possa eximir-se de sua parcela de culpa; torna o desenvolvimento escolar ainda mais prejudicado pelo desinteresse dos conservadores em educar as pessoas pobres ou pela acomodação de governos de esquerda a conveniências e ambições locais que os afastam da preocupação com o desenvolvimento escolar, isso no caso da educação pública. Na privada, apesar de uma qualidade melhor, ainda temos falhas educacionais terríveis referentes ao conteúdo ensinado, por demais tecnicista, e à transformação das escolas em shoppings onde, ao objetivo maior que é o de ensinar, são agregadas outras “atrações”, visando conquistar mais alunos e recursos, que muitas vezes afastam a preocupação maior para o objetivo educacional de adquiri conhecimento, ainda mais numa Sociedade em que ainda vige a educação “adestrada” feita para o êxito no comatoso vestibular). E essa educação horrorosa que ainda possuímos aproxima-se do momento em que poderá ter uma reviravolta, graças aos milhões que receberá através dos recursos do Pré-sal, os quais todavia precisam ser aplicados através de um planejamento educacional adequado, que revigore a qualidade e a inclusão do ensino, do contrário serão jogados pelo ralo.Por essa perspectiva, discutir educação agora, enquanto os recursos ainda não chegaram e o debate não ganha contornos ainda mais acalorados, é decisivo para construir-se uma proposta educacional humanista, na qual a exclusão e o atraso do PSDB e das Apae’s não podem caber.

  • Educacao inclusiva,incluente, pela aceitacao de todos!
    `Somos como o outro somos.`
    O futuro da humanidade depende desta aceitacao e inclusao.
    Marcia

  • Eu tenho um filho especial e não o quero em uma escola pública jogado às traças (como já ficou quando eu caí nessa falácia) , pois é isso o que ocorre. Quem apoia deve ser porque mal sabe o que ocorre coma as crianças na rede pública e fica defendendo por “ideologia”, por que é bonito falar em inclusão. A escola normal não tem a menor condição de cuidar dessas crianças. Essa é a realidade. Melhor manter as duas opções e deixar que os pais decidam o que é melhor para os seus filhos.

    • Prezado Renato.
      Defendemos uma “EDUCAÇÃO INCLUSIVA’, com qualidade. Tua experiência pode não ter sido boa, mas não podemos desistir. Os pais devem se fazer presentes na escola, acompanhar o processo formativo, exigindo um processo de formação com a devida qualidade.
      Um abraço.

  • APOIO A EDUCAÇÃO INCLUSIVA. AFINAL A NOSSA CONSTITUIÇÃO NÃO DIZ QUE TODOS SÃO IGUAIS

    PERANTE A LEI. PORQUE ISOLAR PESSOAS. SER DIFERENTE É QUE É NORMAL. E AS APAES QUE

    FIQUEM TRANQUILAS NINGUEM QUER FECHÁ-LAS. CADA UM COM SEU TRABALHO E SUA FUNÇÃO.

    VAMOS A LUTA TODOS DEVEM TER OS MESMOS DIREITOS.

    • Apóio toda e qualqur iuniciativa para o melhoramento da educação em todos os níveis, principalmente dos adolescentes, que é a mais caótica neste país. Não apóio o corte de verbas em educação do modo como estão querendo fazer, porque isso implicará na deteriorização do atendimento dos mais necessitados, aqueles que não podem pagar por profissionais especializados para orientá-los com as deficiencias múltiplas que geralmente acomete quem tem problemas neuro psico motor e frequenta as escolas especiais como as Apaes. Lamentável esse artigo tendencioso, de quem não conhece uma ape por dentro, e não tem problemas com deficiência e provavelmente só conhece escola particular, sem ter entrado nos últimos 10 anos em uma escola pública de periferia. Lastimável, lamentável, triste a posição de quem fala so bre o que não vive, não sabe e não conhece. Vá visitar uma Apae e vá visitar uma escola pública para adolescentes de periferia, antes de falar bobagem.

    • Vera Lucia, veja a redação da lei:

      FONTE:

      Eixo 7 – n. 488 item VII do Conae 2014.mec.gov.

      Presidência da República
      Ministério da Educação
      Secretaria Executiva
      Secretaria Executiva Adjunta
      ” o número de matrículas em educação especial, ofertadas por organizações filantrópicas, comunitárias e confessionais parceiras do poder público seja congelado e, finalmente, essa modalidade de parceria seja extinta em 2018, sendo obrigatoriamente assegurado o atendimento da demanda diretamente na rede pública, na perspectiva da educação inclusiva”

  • Conheci de perto o funcionamento de instituições tipo Apae ,sei o que as move :nada tem a ver com inclusão.Você Edu , foi ao cerne da questão.Elas nada entendem de educação,paternalistas,politiqueiras devem restringir sua atuação ao que podem fazer com menor dano aos jovens e crianças especiais .Parabens pelo texto.

    • Sinto por você, mas não é o meu caso. As duas Apaes que meu filho frequentou são muito boas, trabalham com muito esforço e poucas verbas e os profissionais são abnegados e fazem muito com os parcos recursos que têm. A Apae onde ele está atualmente, qundo foi criada fazia irregularidades, então denunciei junto à Federação Nacional de Brasilia e à Federação de São Paulo e 50 dias depois a pessoa desonesta em questão estav afastada da direção. As apaes que conheço prestam seu papel muito melhor do que muitos funcionarios desse governo, onde as denuncias não funcionam. Não mudaria esse modelo. E eu pago as apaes 500,00 por mes, através de um convenio particular que tenho. Deus salve as Apaes!

  • Educação inclusiva já! Meu filho, com paralisia cerebral, não tem vaga na Apae Cascave/PR, mas estuda em escolar regular. Inclusão que deve ser regulamenta sim!

  • Edu, eu tenho um filho hoje com 38 anos de idade, que passou pela APAE, enquanto eu podia pagar, ele frequentou, e depois foi dispensa, ficou 13 anos atendimento nenhum, eu e a mãe dele rebemos mais mil não, isso comprometeu muito o desenvolvimento mental dele. Hoje ele está pequena, mais desenvolver bastante, e frequenta uma escola regular, eu apoio a regulamentação.

  • Bom dia Edu.
    Texto claro e direto. Temos que conhecer mais, destes seres humanos especiais. Não podemos excluir da sociedade, temos que integrar. Eu digo “SIM” a educação inclusiva.
    Um abraço.

    • Quer conhecer? Visite uma escola especial, na hora da entrada dos alunos para as aulas ou sessoes, e depois você poderá afirmar essa temeridade acima, se tiver coragem e nenhum carater. Eu sou mae de um aluno de Apae de 25 anos, com deficiência mental severa e conheço Apaes por dentro. É muito dificil, triste, dolorido, mas esses anjos que trabalham nas Apaes merecem nosso respeito, gratidão e apoio. Ganham pouco e trabalham muito. Escola pública de adolescentes, do modo como está hoje, e em 4 anos esse governo não vai mudar muita coisa, já que não mudou nesses anos todos, não desejo nem pra meu pior inimigo, e nem para você, seu filho, seu irmão. Deus te perdoe por essas afimações e nunca te mande um deficiente para fazer parte de sua vida.

    • Eu apoio quem apoia e ajuda o desenvolvimento da educação. Porisso apoio as Apaes e sou contra quer quer cortar as pequenas verbas que são enviadas à elas. Cortem, os salarios estratosfericos dos políticos, mas não as migalhas dadas à educação no país. Querem nivelar por baixo, prestem atenção. Há filas imensas esperando vagas em escolas especiasi e Apaes. O governo faça a parte dele bem feita que eu tiro meu filho da Apae onde está e onde pago 500,00 reais por mes e levo para a pública. Mas antes de ver tud funcionando, nem à pau. Eles querem cortar verbas, não querem incluir ninguem. Visite uma escola especial, na hora da entrada dos alunos para as aulas ou sessoes, e depois você poderá afirmar essa temeridade acima, se tiver coragem e nenhum carater. Eu sou mae de um aluno com deficiência mental severa e conheço Apaes por dentro. É muito dificil, triste, dolorido, mas esses anjos que trabalham nas Apaes merecem nosso respeito, gratidão e apoio. Escola pública de adolescentes, do modo como está hoje, e em 4 anos esse governo não vai mudar muita coisa, já que não mudous nesses anos todos, não desejo nem pra meu pior inimigo, e nem para você, seu filho, seu irmão.

    • Visite uma escola especial, na hora da entrada dos alunos para as aulas ou sessoes, e depois você poderá afirmar essa temeridade acima, se tiver coragem e nenhum carater. Eu sou mae de um aluno com deficiencia mental severa e conheço Apaes por dentro. É muito dificil, triste, dolorido, mas esses anjos que trabalham nas apaes merecem nosso respeito, gratidão e apoio. Escola pública de adolescentes, do modo como está hoje, nem pra meu pior inimigo, e nem para voce, seu filho, seu irmão. Deus te perdoe.

    • Visite uma escola especial, na hora da entrada dos alunos para as aulas ou sessoes, e depois você poderá afirmar essa temeridade acima, se tiver coragem e nenhum carater. Eu sou mae de um aluno com deficiência mental severa e conheço Apaes por dentro. É muito dificil, triste, dolorido, mas esses anjos que trabalham nas Apaes merecem nosso respeito, gratidão e apoio. Escola pública de adolescentes, do modo como está hoje, e em 4 anos esse governo não vai mudar muita coisa, já que não mudous nesses anos todos, não desejo nem pra meu pior inimigo, e nem para você, seu filho, seu irmão. Deus te perdoe por essas afimações e nunca te mande um deficiente para fazer parte de sua vida.

  • FONTE:

    Eixo 7 – n. 488 item VII do Conae 2014.mec.gov.

    Presidência da República
    Ministério da Educação
    Secretaria Executiva
    Secretaria Executiva Adjunta
    O texto atual é este:
    ” o número de matrículas em educação especial, ofertadas por organizações filantrópicas, comunitárias e confessionais parceiras do poder público seja congelado e, finalmente, essa modalidade de parceria seja extinta em 2018, sendo obrigatoriamente assegurado o atendimento da demanda diretamente na rede pública, na perspectiva da educação inclusiva”

    Sou mãe de um deficiente de 25 anos. Tem deficiencia mental severa, não fala, é um bebezão de 1,90 m de altura, com idade mental de aproximadamente 2 anos. Acompanho essa polêmica e li a medida proposta na Meta 4. Todos os alunos das escolas especiais seriam compulsóriamente transferidos para as escolas públicas em, no máximo em 2018. Alguém em sã consciencia acredita mesmo que teríamos profissionais capacitados para tratar com pessoas com deficiencias severas, nas escolas públicas? Vocês sabem o que são pessoas com deficiencias neuro-psico-motoras severas? Nenhuma mãe quer muito mais do que o que as abnegadas pessoas que trabalham pelas Apaes fazem, com muito sacríficio, com as parcas verbas que chegam à essas escolas. Queremos apenas manter uma conquista que ajudou e ajuda milhares de famílias carentes, com informações, orientações, de várias áreas, informações prestadas por profissionais especializados e capacitados, que dúvido estejam presentes nas escolas públicas em 2018. Não se tira um benefício conquistado ao longo de 60 anos de luta, das Apaes, por exemplo, e de outras escolas especiais, que fizeram isso, enquanto o governo não dispunha de lei e condições para fazê-lo. Que o governo faça então um modelo nas escolas públicas, submeta esse modelo aos interessados, que são os deficientes e seus familiares, e se aprovado o modelo, todos nós iremos para a escola pública mais próxima de nossa residencia, com certeza. Mas não é isso que está sendo proposto. O que está certo, por enquanto é o fim das verbas(poucas por sinal) para as escolas especiais até 2018. O resto, planejamento, organização, direção, controle, os quatro pilares de uma administração, não existem. Só é citada uma vaga promessa de capacitar as escola públicas para isso. Você pai, você mãe, irmã, avó, acredita sériamente que em 4 anos esse nosso espetacular governo, esse nosso espetacular ministro da Educação, farão essa capacitação, de forma adequada e sem prejuízo para nossos deficientes? Estamos lutando sim e continuaremos, porque precisamos do preto no branco, de algo concreto, porque nossos deficientes, meu filho, por exemplo, não tem voz nem vez, e se lhe forem tirados os minimos direitos de sociabilidade, acompanhamento psico pedagogo e outros, não lhe restará muito mais do que vegetar. Repito, apresentem algo que seja igual ou superior ao tratamento dispensados pelas Apaes e outras escolas especiais, antes de acabar com as verbas para elas e nós levaremos nossos filhos com certeza. Só promessas não aceitamos, nossos filhos são especiais e precisam mais que isso. A única verdade que salta aos olhos nessa reforma é o corte de verbas, é puramente uma questão de verbas, mesquinharias de um governo totalitarista, mesquinho, pra dizer o mínimo. Governar para o povo, não é tirar benefícios, é aperfeiçoar e ampliar benefícios para todos os cidadãos e especialmente para os que mais necessitam e proporcionalmente pagam mais impostos, principalmente em se tratando de um país onde se paga a maoir taxa de imposto do mundo. Lamentável essa materia distorcida e tendenciosa!!!

  • Caro Edu,

    Torço para que os milhões que são destinados à educação, além do aumento substancial de recursos que virá do Pre-sal, sirva de fato a todos os brasileiros, quer tenham necessidades especiais ou não. Educação é direito de todos. Que a educação inclusiva seja efetivada em todo o país o mais rápido possível.
    Um grande abraço e parabéns por mais esta grande causa que você está defendendo; como sempre, em favor da cidadania plena.

    Meriva

  • Que o PSDB queira prejudicar um projeto desse é absurdo, mas fica dentro do esperado. Agora, que as APAES ponham o seu mesquinho interesse econômico na frente do legítimo interesse de inclusão das crianças… É repugnante!

    • Que pessoas que não conhecem, não acompanham o movimento das apaes, não sabem das dificuldades enfrentadas no dia-a-dia por essas instituições, que, muito antes desse pseudo governinho de merda, já faziam a inclusão dos alunos aptos para tal, venham aqui apoiar essa tese absurda e tendenciosa, é de se admirar, é assustador. Vão conhecer as apaes, os profissionais, os pais, irmãos, tios, avós das pessoas que frequentam essas escolas. Pessoas que existem de verdade, vão nas portas das apaes façpam pesquisa, se inteirem do assunto. Perguntem para eles o que eles acham da escola. Esse artigo é lamentável!!!!!!!!!!! Conheço apaes há 25 anos. Luto por elas, como toda a sociedade brasileira com o mínimo de bom senso. Não quero esse pseudo governo nivelando nossos doentes por baixo, tirando a única alegria e certeza de cuidados especiais, para oferecer escolas públicas que hoje na maioria só fazem é estragar as crianças ditas normais, estressar os professores, sem quase nada de proveito para o cidadão em formação. Lamentável!

  • Bom dia, por acaso o senhor já entrou em uma escola de educação especial da APAE? Conhece o trabalho desenvolvido por elas e suas posições a respeito da meta 4? Me parece que não…..

    • Você está perguntando ao pai de uma adolescente de 15 anos, portadora de Síndrome de Rett (paralisia cerebral) se já entrou numa Apae? Você é idiota?

    • Para quem não tem filho, irmão, sobrinho, neto, com deficiencia mental severa, com atraso neuro psico motor, e nunca entrou numa apae para ver o que se luta em prol dessas crianças. Espero você numa escola pública de periferia com seu filho, seu sobrinho, neto, irmão, junto com meu filho….Pimenta no dos outros…

    • Todo apoio à educação inclusiva, que existe desde sempre, quando as pessoas aptas são encaminhadas pelas apaes para as escolas convencionais. Sempre existiu, de parte das apaes. O que se quer agora é simplesmente acabar com as verbas das apaes…e as pessoas com deficiencias multiplas severas…que se
      f………………………………………Ou alguem acha mesmo que as escolas públicas estarão aptas a recebe-las em 2018???????????????????????

  • Logo quando ouvi dizer que o GF queria acabar com APAES falei exatamente isso
    educação inclusiva em todas as escolas e que as Apaes funcionassem como apoio e complementação

    e aqui está a revelação de mais uma barbaridade
    essas pessoas são criminosas em mais alto grau

    • Todo meu agradecimento as apaes(2) QUE CUIDARAM E CUIDAM DE MEU FILHO QUE TEM SINDROME DE WEST, COM DEFICIENCIA MENTAL SEVERA. tODO MEU AGRADECIMENTO AOS PROFISSIONAIS, QUE APESAR DE GANHEREM POUCO, DEDICAM-SE INCONDICIONALMENTE AOS NOSSOS DEFICIENTES. DEUS SALVE AS APAES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Todo apoio ao que a apae sempre fez, enviar, encaminhar alunos para as escolas convencionais desde que apresentem condições.Isso sempre existiu, não foi descoberta desse maravilhoso governo. O que esse governo quer é só retirar as verbas das apaes…cortar verbas…simples assim. e meu filho que se f……….

  • Como educador da rede pública, defendo que nossos alunos com necessidades educacionais especiais seja atendido, sim, pertode sua residência, conviva com outros educandos e tenha uma educação de qualidade, adequada às suas especificidades. Mas, mesmo onde se pratica esta inclusão, há a necessidade de se fazê-la de forma responsável: estes alunos precisam, muitas vezes, de orientação curricular especializada, de quem possa trabalhar com eles linguagens que lhes sejam inteligíveis, de profissionais que possam estar com eles enquanto outros alunos (geralmente dezenas) também precisam de atenção. Mas, frequentemente, “joga-se” um aluno como este numa sala com trinta, trinta e cinco alunos, e o professor que se vire para lidar com ele e com os outros, sem qualquer orientação ou apoio.
    Inclusão, sim. Mas também responsabilidade. Quem sabe os recursos oriundos do pré-sal acabem com a desculpa de que faltam recursos para um atendimento mais especializado nas escolas com alunos com necessidades educacionais especiais incluídos?

  • Como educador da rede pública, defendo que nossos alunos com necessidades educacionais especiais sejam atendidos, sim, perto de sua residência, convivam com outros educandos e tenham uma educação de qualidade, adequada às suas especificidades. Mas, mesmo onde se pratica esta inclusão, há a necessidade de se fazê-la de forma responsável: estes alunos precisam, muitas vezes, de orientação curricular especializada, de quem possa trabalhar com eles linguagens que lhes sejam inteligíveis, de profissionais que possam estar com eles enquanto outros alunos (geralmente dezenas) também precisam de atenção. Mas, frequentemente, “joga-se” um aluno como este numa sala com trinta, trinta e cinco alunos, e o professor que se vire para lidar com ele e com os outros, sem qualquer orientação ou apoio.
    Inclusão, sim. Mas também responsabilidade. Quem sabe os recursos oriundos do pré-sal acabem com a desculpa de que faltam recursos para um atendimento mais especializado nas escolas com alunos com necessidades educacionais especiais incluídos?

  • ME REVOLTO COM ISSO……..QUEM FALA MAL DAS APAES É PORQUE NÃO CONHECE A REALIDADE, NUNCA ENTROU LÁ E NEM CONVIVEU COM OS ALUNOS. POR QUE NÃO PERGUNTAM AOS PAIS, COMO SÃO TRATADOS SEUS FILHOS. ACHO ISSO UMA DEMAGOGIA. TUDO MUITO BONITO NO PAPEL,NOS DISCURSOS E NO FACEBOOK. CONCORDO COM O RODRIGO, É PRECISO RESPONSABILIDADE.

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