Crescimento de Haddad na reta final sugere fraude nas pesquisas

Só pode ser brincadeira. Em 2012, Haddad passou a campanha eleitoral inteirinha dizendo que os institutos de pesquisa só mostrariam seu crescimento na reta final e isso aconteceu. E ele virou prefeito. Em 2016 foi a mesma coisa. Ele passou a campanha eleitoral dizendo que Datafolha e Ibope só mostrariam seu crescimento na reta final. E foi o que aconteceu. Esses dois institutos têm que ser denunciados à Procuradoria Eleitoral já na segunda-feira, assim como este blogueiro fez em 2010 e conseguiu abrir investigação desses mesmos institutos na Polícia Federal

Haddad começa a desmentir pesquisas, como em 2012

Pode estar ocorrendo em São Paulo o que ocorreu em 2012; institutos de pesquisa tentam derrubar Haddad até a última hora e, não conseguindo, nos momentos finais da campanha começam a “ajustar” números. Se a direita paulistana for derrotada por um petista, a direita brasileira sofrerá um golpe mortal. A esquerda local tem que enxergar o momento histórico, unir-se e votar em peso em Fernando Haddad.

Apesar da blindagem, rejeição a tucanos é “igual” à de #Lula70

Sugiro a quem é simpático a Lula e não gostou da pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial divulgada extemporaneamente na última segunda-feira (26), que se acalme. Não é novidade que ele perdeu apoio com as crises política e econômica. A novidade é que perdeu muito menos do que se pensava e que seus adversários, sabe-se lá como – sendo protegidos pela mídia -, também perderam. Na verdade, Aécio e Marina ganharam rejeição nos últimos meses. Essa pesquisa foi um presente de aniversário para Lula.

Só restou ao PSDB fazer oposição ao Brasil

Apesar de a oposição ter mantido e até ampliado um pouco seu capital eleitoral graças a problemas da economia que só não estão sendo resolvidos devido a uma repugnante sabotagem, essa oposição ficou reduzida ao papel miserável de ter que se opor ao Brasil para ter chance de dar um golpe ou, se conseguir impedir que a economia melhore, vencer em 2018. Falta combinar com as forças democráticas da nação e com Dilma, que trabalha furiosamente para o país sair de uma crise gerada pela política, mas que, apesar disso, tem como ser revertida.

Por que a maconha, menos prejudicial que o álcool, é proibida?

O Senado Federal divulgou dados mais aprofundados sobre a opinião dos brasileiros relativa à maconha. Esse estudo mostra de onde vem essa posição equivocada da maioria: da desinformação. O ideal seria que os poderes constituídos empregassem o sistema educacional para dar às próximas gerações uma visão mais atualizada do mundo. O Brasil terá que trabalhar muito para trazer a maioria de seu povo para o século XXI.