EUA dizem que somos racistas, sim

Reportagem

Apesar de jornalistas brancos de renome empregados em impérios de comunicação nacionais escreverem livros e fazerem comentários no âmbito de uma cruzada que empreendem com a finalidade de negar que exista racismo no Brasil, telegramas entre diplomatas americanos e o governo dos Estados Unidos que o site Wikileaks vem vazando, dizem o contrário.

Em um pacote de 25 telegramas da embaixada dos Estados Unidos em Brasília e do consulado em São Paulo redigidos entre 2004 e 2009 e vazados pelo WikiLeaks, os diplomatas americanos informaram ao seu governo que “Muitos (brasileiros) alegam que o racismo não existe, apesar das evidências esmagadoras do contrário“.

Certamente, os americanos, considerados um dos povos mais racistas do mundo, referem-se, acima de tudo, ao notório livro do diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, que não faz por menos e crava um título que exibe a conduta que a diplomacia americana no Brasil reporta ao seu governo: “Não somos racistas”.

Por meio de concessões públicas de rádio e TV, a tese é martelada diariamente, para espanto não só do movimento negro ou dos neo abolicionistas que tentam pôr fim à escravidão informal que ainda vitima negros e descendentes de negros neste país, fazendo com que ganhem piores salários e formem, em esmagadora maioria, a massa pobre e miserável que persiste apesar das políticas públicas dos últimos anos que tentam acabar com essa chaga, como a política de cotas para negros nas universidades, que busca pôr fim ao absurdo de, apesar de os negros serem mais da metade da população, não serem nem  10% dos universitários.

Na imagem acima, um dos exemplos mais dolorosos da campanha que a Globo empreende para negar o racismo que a diplomacia americana denuncia. A atriz Juliana Alves (ex-BBB), no papel de “Gislaine” na novela global “Duas Caras” (2008), lê o livro de Ali Kamel, no âmbito de uma trama que exibe uma democracia racial fictícia que qualquer pessoa racional sabe ser inexistente.

Abaixo, áudio de comentário do “analista político” da Globo Arnaldo Jabor, que afirma que combater o racismo no Brasil e implementar políticas públicas para reduzir seus efeitos seria tornar o Brasil uma nação “bicolor”.

Felizmente, como negros e descendentes correspondem a mais da metade da população brasileira, segundo o IBGE, e começam a ter acesso à educação, agora votam de uma forma que permite que o Estado promova políticas para atacar essa trama hedionda do racismo cordial brasileiro, trama em que o cinismo e o egoísmo da direita branca são protagonistas.

  • Sávio Valença

    É mais fácil para a direita afirmar que não há racismo no Brasil…. Assim eles podem dizer que não é necessário se fazer políticas públicas contra o racismo… Taí o caráter racista…. Ou seja, se diz que uma coisa não existe para não se corrigir, sendo esta a intenção….

  • Gunter Zibell

    É claro que no Brasil há racismo. É problema grave, a meu ver mais que a homofobia. Só que pode ser um pouco diferente do que era nos EEUU, talvez não seja racismo explícito (muitas pessoas individualmente racistas), mas algo sistêmico. Algo estrutural onde a maioria está acomodada, não quer ver e não quer se mexer para resolver. E aí as manifestações individuais de racismo ficam subavaliadas. Por isso sou a favor de cotas sociais (no mínimo) ou raciais (avanço mais rápido)

  • Milton Roberto freitas

    Bem realmente não somos .mas gostaria que os paulista lembra-se onde e quando comprou um sapato ou uma roupa onde a loja fosse de um negro.
    Não falo de negro como atendente ,mas sim como dono .
    Bem partindo deste pricipio ,vamos lembrar dos negros como donos de comercio.falo isto mesmo na periferia que dira nos shopping.
    Deposito de materiais ,açougue ,padaria.
    Tem quem passa pela vida e não ve ,mas para manter as aparencias vamos dezer que estou errado.
    Agora cabe uma analise ,se eles não querem ou se os brancos não entra para comprar .
    ou se nunca nos apercebemos disto.
    Agora quem conhece algum que poste endereço pois é uma boa possibilidade de fazermos um belo comercial e ajudarmos na fatura.

  • Patricia Pagioli

    Caro Edu, nesta eu tenho que apoiar Arnaldo Jabor. Vai realmente transformar o pais em bi-color. Sou totalmente a favor de cotas para alunos do ensino público, pois é notória a falta de competencia do Estado em dar um ensino de qualidade para a população seja ela preta, azul, amarela. Da maneira que sinaliza a possivel lei de cotas, vai nutrir o ódio daqueles, q

  • Henderson Sousa

    ” telegramas entre diplomatas americanos e o governo dos Estados Unidos que o site Wikileaks vem vazando, dizem o contrário.”

    Ora, ora ,ora. Começo a ler o texto do egrégio professor do Merval Pereira e leio isso?

    Os “telegramas, dizem o contrário” ?

    Não haveria uma vírgula depois de ” Estados Unidos” para isolar a oração subordinada adjetiva explicativa?

    A blogosfera progressita diverte-me. E quer escarmentar Merval e Reinaldo.

    Saudações democráticas.

    • eduguim

      Só me faltava essa, agora. Você entende tanto de português quanto eu de bordado. Só deveria isolar a oração se não me referisse a um tipo específico de telegramas, pois, isolando, parece que só há um tipo. Agora, você acha que vou ficar debatendo as vírgulas dos meus textos com qualquer verme que aparece por aqui tentando me desqualificar? Não tenho tempo pra responder às suas picuinhas e as de outros que postam comentários sem parar, de forma que você está sendo deletado deste blog, pois se não respondo alguém pode pensar que tem razão.

      • jose marcos

        Muito bem Edu, estes idiotas, que não debatem o conteúdo do texto, mesmo que discordando, tem que ser excluidos. Um abraço

      • Ertha Lucia

        Caro Eduardo,

        Adorei!!!!
        KKKKKKKKK
        Voltei. Um abraço Ertha

        • eduguim

          outro abraço

          • alexandre

            Eduardo, o cara que te criticou mostrou flagrante analfabetismo funcional na demonstração dele. Seu erro foi comer uma virgula da oração intercalada. A vírgula que o bobalhão alegou estar errada estava completamente certa e o cara dividir a frase daquela maneira foi deprimente. Puro non sense. Comer vírgula é mais que normal. só analfabetos funcionais não conseguem entender a frase intercalada se faltar a primeira vírgula. e o amigo Troll seguramente quebrou a cara.
            O marcelo Fraga não percebeu a Flagrante derrapada do amigo troll lá.
            Veja;
            “Os telegramas, dizem o contrário?” pergunta, debochadamente, o troll.
            A vírgula está correta sim.
            ” Os telegramas, que o wikileaks vem vazando, dizem o contrário”. Normal comer a primeira vírgula . Não há qualquer problema que comprometa a leitura. não lembro da vírgula o Merval, mas lembro que era algo bem relevante.
            Não esquente com Troll, meu bom blogueiro. Ainda mais troll que quebra a cara.

          • eduguim

            Que saco, viu.

          • Henderson Sousa

            Desculpe.

      • Marcelo Fraga

        Buenas!
        Acredito que o Sr. Henderson, apesar da recorrente trollagem e desqualificação, está certo. Digo isso porque o “que” ali funciona como uma conjunção. Logo, é precedida de uma vírgula para separar a oração subordinada que ela introduz.

        Mas é claro que eu não quero ficar corrigindo a escrita de ninguém. Eu apenas queria esclarecer isso para que não ocorra nenhum equívoco posterior.

        Abraços, e parabéns pelo trabalho que desempenha aqui.

        PS: Sugiro que não delete esses trolls para eles não terem motivos para dizer que você pratica a censura aqui. Ignore eles. Assim eles sumirão com o tempo.

        • eduguim

          Cara, se eu for discutir as vírgulas dos meus textos, estou perdido. Não farei outra coisa. No seu comentário, por exemplo, pude contar vários erros de pontuação. Passarei a vetar esses comentários. Sugiro que estude melhor o tópico pontuação. A sua não está nada boa.

      • El Cid

        Edu, esse pulha aí acima denominado “Henderson Sousa” é um dos mais “negativados” no Blog do Azenha por causa do seus comentários estúpidos e reacionários… ele está perdendo tempo falando com você !!

        • priscila maria presotto

          El Cid ,o Herdersom é o mais negativado no Azenha …Tem cada um….

      • Deborah

        Não sou professora de portugues, mas creio que a discussão é saber se a oração subordinada adjetiva é explicativa ou restritiva. Se for restritiva, como o Edu diz, ela não deve vir entre vírgulas.
        Neste caso a segunda vírgula realmente estaria errada. Porém, se for explicativa, estaria faltando a primeira vígula.

        • eduguim

          Eu posso dizer:
          –Usarei a blusa amarela que você me deu
          Supõe que tenho mais de uma blusa amarela
          Ou posso dizer:
          –Usarei a blusa amarela, que você me deu
          Supõe que só tenho uma blusa amarela, a que você me deu

      • Muito bem Eduardo, é assim que se faz com trollagens boçais como essa aí.

      • Antonio Lyra Filho

        Boa medida Eduardo. Não dá para responder a este tipo de gente.

    • Marco aurelio

      Como dizia o porteiro Severino,do Zorra Total,isso é ……………………………………………

    • Sávio Valença

      Criticar o português de alguém no intuito de menosprezar, para mim é imbecilidade. Duvido que não haja um que não cometa erros de português. Nossa lingua tem uma estrutura sintático-semântica muito complexa. Agora se o palhaço aí resolveu tentar menosprezar Edu por causa do post sobre Merval, este não entende de interpretação de texto.

      Qual foi a razão dele ter apontado os erros que estes crápulas do PIG cometem?

      Leia o post novamente e reflita sobre isto…

  • Não somos racistas? Digam isso para os descendentes de milhares e milhares de negros que foram tratados como animais por nós brancos; que foram transformados em escravos pelo simples fato de serem negros.

    O PIG deveria dizer isso para um jovem negro-pobre que vai procurar emprego de vendedor em uma loja, mas perde a vaga para o jovem branco-pobre.

    São tantos os exemplos de racismo no Brasil. É uma canalhice tão grande querer esconder isso.

    É verdade que o problema no Brasil é mais social do que de raça. Mas o racismo brasileiro está escondido atrás da luta de classes.

    Olhem as favelas do Rio de Janeiro. Seria um absurdo afirmar que a maioria dos moradores das comunidades do Rio são negros? Não, não seria. Isso é coincidência? Não. Acontece que, no Brasil, os negros foram libertados da escravidão, mas o Estado continuou tratando-os como escravos, como cidadãos de segunda classe.

    O Arnaldo Jabor disse que todo mundo que é contra as cotas é taxado de branco elitista. O engraçado é que quase todo mundo que se manifesta contra as cotas são brancos elitistas ou negros que ascenderam socialmente.

    Engraçado: quem escreve livros no Brasil contra a tese/fato de que existe racismo no Brasil são justamente os brancos elitistas.

    • Juliano Santos

      É, e pergunte também para o negros que sempre são parados pelos “detectores de crioulos” das agências bancárias, independente de portarem peças de metal ou não

  • Caio Kelly

    Concordo com o que você disse, mas só to comentando para tentar fazer um comentário.

    Posso estar errado, mas acho que nessa novela duas caras, essa cena pode ter sido uma ironia(mesmo com Aguinaldo Silva sendo um reacionário mor). Acho que a personagem retratada era uma garota negra que se assumia como tal, e sua irmã, que acho que era interpretada pela Sheron Menezes, tinha vergonha de ser negra, alisava o cabelo e tinha vergonha de morar na favela.

    Se eu estiver errado me ignore, mas acho que tem exemplos melhores de negação do racismo nas novelas.

    Por exemplo em Páginas da Vida, que tentou abordar o racismo, mas que se limitava a um estereotipo que não representa a verdadeira face do preconceito. Na novela, a personagem interpretada pela Carolina Oliveira se recusava a ficar no mesmo lugar que negros e chegava a chorar e gritar se tivesse que fazê-lo.

    Vender uma tese como essa, que racismo é essa coisa exagerada, e esquecer dos pequenos gestos racistas que todos temos no dia a dia é embarcar nessa tese da Democracia Racial.

    Já procurei saber de alguém que estudasse racismo em cultura de massa, mas nunca vi nada relativo a isso. Se souber me fala.

    • eduguim

      Negativo. Assisti a essa novela. Aliás, a cena fala por si mesma

      • Caio Kelly

        Desculpa, confundi a novela então.
        Mas vindo do Aguinaldo Silva não podia ter esperado outra coisa

        • eduguim

          Na verdade, Caio, em minha opinião os autores de qualquer programa da Globo têm muito pouco controle sobre suas obras. A direção da emissora corta, complementa, aumenta, diminui e altera de todas as formas de acordo com as próprias conveniências. As novelas vão sendo escritas ao longo da exibição, de forma a agradarem a audiência ou atenderem até a interesses políticos e comerciais.

  • reinaldo bordon carletti

    quem é esse qualquer coisa-kamel,para dizer NOS, eu acho que é muito atrevimento dessa pessoa,que esta merecendo, faz tempo, um julgamento serio e final , pelo desinforme diario de uma nacão,colocando-o aonde deveria estar, na cadeia!
    reinaldo carletti

  • HERZOG

    Alguem lê Ali Kamel?

  • maria regina

    Convivo com pessoas que se dizem não racistas e acham a maior graça, ou insistem em desqualificar pessoas negras, justificando ser apenas uma “brincadeira”. “Brincadeira que apenas um lado se diverte.
    Acho a inclusão fundamental´. Porém, considero imprescindível a mudança de olhar de todos os envolvidos (brancos, negros, mamelucos, sararas, pobres…)em relação a si mesmos e aos demais. Uma questão de mudança de postura, uma aproximação positiva. Uma mudança cultural.

    • eduguim

      “Brincadeira sobre racismo é brincadeira em que apenas um lado se diverte”. Ótimo. Parabéns.

  • P. Ilianovic

    HA HA HA HA~
    Eduardo, agora que os estadunidenses disseram isso o Kamel vai mudar de ideia, rsrsrs

    • eduguim

      Puts, é mesmo….kkkk!!

  • Julio Cesar Montenegro

    Racismo no Brasil? Começa pela mídiagorda. Ou ninguém notou ainda que entre as acusações, dos amiguim-dos-americano, aos “anti democráticos” presidentes eleitos Hugo Chavez e Evo Morales sempre vem de cara a de serem índios?

  • Juliano Santos

    Esses “intelectuais” globais são uma coisa, né?
    Não existe racismo contra negro no Brasil assim como não existe racismo contra árabes na Europa, certo? Portanto os descendentes de árabes, Kamel e Jabor podem passear numa boa em Roma. Londres, Paris e Berlim, que jamais em hipótese alguma sofrerão discriminação.
    Talvez possam ser confundidos com um homem-bomba e serem abatidos a tiros, só isso, uma coisinha a toa

  • Mar.

    Como diz a Elisa Lucinda, o que prende os negros hoje em dia não é mais a corrente, e sim a conta-corrente. Vivemos num país extremamente racista onde um branco que exerce a mesma função que um negro pode chegar a ganhar o dobro como salário. Se for comparar com uma mulher negra, ai a situação é mais triste ainda… E assim sendo, como os respectivos filhos estudarão em escola de qualidade equivalente? Não estudarão, os filhos de negro terão sempre menos investimento em sua vida escolar. Por isso acho que devemos apoiar as cotas sim.Basta ver os resultados do Prouni, um sucesso, o aluno do Prouni é excelente e valoriza muito a chance que tem. O país sai ganhando. obs: Só numa novela chamada “Duas Caras” ele poderia fazer propaganda de um livro desses, faz sentido….

  • Gerson Carneiro

    No primeiro semestre do ano 2000, em sala de aula, em um cursinho pré-vestibular, eu, na condição de aluno, defendi a idéia de que o racismo no Brasil é um “racismo sofisticado”. Em uma aula de redação. Foi o suficiente para gerar risos e incompreensões até mesmo por parte da professora, coincidentemente a professora era negra.

    Pois bem, eu, sozinho na arena, defendi a seguinte tese: o racismo no Brasil, diferentemente do racismo nos EUA, é um racismo sofisticado. Nos EUA, existem pessoas brancas e existem pessoas negras. E então há uma divisão entre pessoas brancas e pessoas negras. Não há sofisticação alguma nisso. Branco é branco, e negro é negro.

    No Brasil não há essa divisão simples. Aqui, mantém-se misturada uma gama de variações de cor de pele (resultante da miscigenação), como se fosse algo homogêneo, como o Ali Kamel quer pregar que “não somos racistas”. Porém, a divisão não se dá apenas no aspecto físico, chega-se ao absurdo (e aqui eu peço que leiam com bastante atenção para não haver interpretação errada) de apenas com base na condição social/financeira da pessoa, tratar-se um negro como trata-se um branco, e tratar-se um branco como trata-se um negro. Ou seja, a condição social ou financeira da pessoa define se a pessoa será tratada com racismo ou não. Aquilo que Gil e Caetano denunciam na letra da música Haiti, “brancos quase pretos de tão pobres”. O que por si só já é uma violenta manifestação racista.

    E prega-se a “sensação” de que “Não somos racistas”. Essa é então a sofisticação do racismo brasileiro. Somos um país extremamente racista, vivemos todos juntos e misturados, e tem-se a sensação de que não somos. É o racismo sofisticado.

    Incrível que na mesma semana em que discuti em sala de aula caiu em minhas mãos uma revista de grande circulação nacional onde se mostrava uma propaganda de um carro com a seguinte frase: “com essa aparência você vai a qualquer lugar”.

    Imediatamente peguei a revista e perguntei para a minha professora se ela tinha a aparência exibida na propaganda. E provei que o racismo aqui é sofisticado, uma vez que discriminam e ainda tiram sarro da aparência do discriminado. E eu me incluí entre os sacaneados pela propaganda porque não sou branco, e não tinha o dinheiro para adquirir aquela aparência. A professora então desfez o sorriso e concordou comigo.

  • Marco aurelio

    Agora que “usamericanu ‘ dizem que somos racistas a Globo,talvez,leve em conta.

  • Valdir

    Prezado Eduardo: O espaço para opinar simplesmente encolheu.O que houve.Como corrigir?

  • Odette Seabra

    Quem ainda não passou pelo constrangimento ao ver como são,geralmente, abordados por policiais jovens ne os negros andando pela rua. Sâo, via de regra pobres e malvestidos. Sem cerimônia têm que abrir muchila, tirar sapatos..; é a tristeza de um país que teve escravidão.
    Edu não consigo escrever neste quadradinho horroroso! socorro!

    • eduguim

      Odette, escreva seu comentário no Word, por exemplo, e cole. Evita erros e é mais rápido, até

  • Valdir

    Prezado Eduardo: todos os links que eu acessava através do seu blog desapareceram

    • eduguim

      Valdir, não sei ao que se refere. Está tudo normal. Deve ser problema na sua máquina ou navegador ou em sua conexão com a internet

  • ROBERTO MARINHO FALCÃO

    Basta ver os “usuários” dos presídios nacionais para concluir se há ou não racismo no Brasil.
    Como já disse o PHA, o preto está entre os os três “p” que mais sofrem com a discriminação.

  • Carlos Henrique

    Antes de comentar esse importante post, preciso avisar que seu texto aparece em meu computador com um problema de diagramação(já não é a primeira vez que acontece)o qual coloca-o na tela de maneira “alargada”, algo estranho, completamente diferente da diagramação habitual, e ainda, leva a “janela” de comentários a ficar estreita(apenas um retângulo, onde uma palavra grande não cabe no espaço de uma linha). Consulte o responsável técnico do site sobre isso. É bom também lembrar que o problema só ocorre nesse texto(já observei o anterior e ele está normal). Quanto ao texto, chega a ser irônico ver que os telegramas do wikileaks nos mostram que o fanatismo extremo da direita brasileira(e de seus miquinhos amestrados, como Ali Kamel)levou ambos a serem “mais realistas do que o rei”. Uma vez que até o “amo-mor” do conservadorismo brasileiro admite como Verdade inegável uma constatação que, para nossos facistas, é vista como “opinião de comunista”. Só para esses lunáticos, uma vez que basta andar-se nas ruas para facilmenteconstatarmos que o senso comum, aquela opinião que vigora no cidadão médio, TEM CERTEZA ABSOLUTA QUE O BRASIL É UM PAÍS EXTREMAMENTE RACISTA. Racismo que, como consequência nefasta dos três séculos de escravidão a que fomos submetidos,manifesta-se tanto no sentimento, no inconsciente coletivo de nosso povo, como na exclusão social a que os negros e mestiços são submetidos, a qual começa lentamente a ser modificada, graças às ações afirmativas do Governo Lula, continuadas por Dilma; tão odiadas por nossos senhores de engenho e por seus capangas, cínicos, canalhas e racistas o suficiente para tentar impedir, através da negação esquisofrênica e doentia, a mudança em uma realidade de opressão e discriminação que os beneficia. Afinal, além do natural racismo que possuem, os patrões de Ali Kamel e jagunçada midiática assossiada sabem que acabar com o racismo, e consequentemente com a exclusão do negro, é incluir, é distribuir renda, é conferir participação política consciente a milhões de pessoas antes utilizada por eles como combustível humano para a sustentação de seus privilégios. Essa é a verdadeiramotivação para palhaçadaspseudocientíficas como esse “lixo”(chamá-lo de livro é uma ofensa para um verdadeiro livro)de Kamel : fornecer uma “máscara” justificatória, com uma falsa aparência científica, a ser utilizada para esconder o verdadeiro objetivo dos dominadores, que é o de perpetuar a miséria e a exclusão, que no Brasil têm as cores do negro e do mestiço. Denunciar as reais intenções desses vermes, mostrando o que sua “ciência de botequim” defende de fato(o negro no Brasil ainda é minoria na Universidade, no serviço público, no poder)é tarefa essencial para a construção da igualdade, a qual não ocorrerá sem a superação e a desmoralização de canalhas, hipócritas e cínicos, como Kamel e Jabor, dos quais o Brasil do futuro conhecerá apenas como uma triste lembrança de um passado nefasto e já superado.

  • mucio

    Claro que o BRASIL é um país racista e mais racista esta torna-se quando querem fazer do caboclo e do mulato nas estatísticas do IBGE negros. Racistas pretos cheios de autopiedade brancos com sentimentos de superioridade que querem ser reparadores das injustiças da escravidão,mas que excluem os negros de sua vida privada.Cadeia pra quem discriminar alguem pela cor da pele, e cada que se classifique como quiser.

  • Douglas Otaviani Tôrres

    Edú,eu não tenho nenhum pudor em escrever comentários com erros de prtugus,pois tenho extrema dificuldade em acompanhar meu raciocinio,minhas cnclusões racionais ou emocionasi a uma imagem ,texto,etc.Então escrevo,exponho minhas conclusões,queé o mais importante.De tanto frequentar a Blogosfera,eu já sei diferenciar a provocação barata para desqualificar o comentário,tentando taxar a imagem de um pseudo inculto,ou provocar para desviar a atenção do assunto.Mas tem os “chatos” os obcecados em portugues corretos.Quanto ao racismo no Brasil,é que nós negros e mestiços,estamos começando a realmente a integrar a sociedade brasileira o caminho ainda é longo,mas começamos agora a dar passos mais largos.

  • João Paulo Ferreira de Assis

    No mês passado, eu ia para Mariana MG, num carro com placa de Ribeirão das Neves MG. A Polícia Militar nos parou pouco depois do Alphaville, e nos obrigou a abrir nossas bagagens porque supuseram que por estarmos num carro de Neves, necessariamente estaríamoscom armas e drogas. Acho que nosso preconceito é sofisticado, e inclui até supor que todos os cidadãos de uma cidade são necessariamente bandidos.

  • Fabio Amaral Di Fini

    Caro EduGuim; só mesmo os vomitadores de lixo globais podem achar que não há racismo no Brasil… O que eles pretendem é ocultar uma gritante obviedade, para bloquear, impedir ou retardar a tomada de consciência, por parte da população negra que ainda não despertou para a causa da igualdade. Aliás, que outro papel teria a Globo entre nós, senão esse: o de, permanentemente, “bloquear, impedir ou retardar a tomada de consciência” pela população? A Rede Globo, na sociedade brasileira, é um agente infeccioso que dissemina a toxina da alienação dentro do organismo social. É um patógeno que precisa ser combatido, enfraquecido e eliminado do corpo social; caso contrário, continuaremos a ter uma crescente legião acéfala de cidadãos, cuja única função é cumprir os ditames globais, sempre em favor do reacionarismo, da manutenção do “status quo” a qualquer custo, da ignorância e da falta de percepção. É através de espaços como este Blog da Cidadania, que o cancro global pode ser combatido. No final das contas, caro amigo EduGuim, todos nós nos “blogs sujos”, funcionamos como anticorpos, combatendo continuamente o mal causado pela Rede Globo e seus similares.

  • Romanelli

    ..é isso ..quando interessa o IRÃ é democracia, a opinião dos EUA presta e a censura na INTERNET faz sentido

    TOMA JEITO MENINO ..já tá dando na vista este teu descumprimento com a ética e a transparência

    Penso que todos os que defendem o apartamento e benefício a escolhidos, pelo critério de raças, os racistas, os COTISTAS por exemplo, por isso que defendo que todos sejam processados e contidos

    NÃO ..o BRASIL não é um país racista ..eu não sou racista ..defendo a cidadania indistinta, a cota a quem precisa

    As cotas RACIAIS carregam em si o germe do mesmo pecado ..o Talião, o olho por olho, o ódio ..tenta fazer reparo HISTÓRICO por sobre pecados IDOS ..busca a justiça a custa de inocentes ..vitimiza de forma indistinta MUITO VAGABUNDO ..usa critérios EUGENISTAS ..acaba com a meritocracia ..é NAZISTA MESMO

    O BRASIL não é institucionalmente racista ..somos muito mais é ASSASSINOS impunes (hoje com faca, pois LULINHA imitou THC e pensou que sem revorvi e sem latinha resolvia tudo) ..aqui há lei que coibi, que pune ..quanto a haver justiça ..bem, esta NUNCA houve e não há ..isso é um outro capítulo

    COTAS é um sistema alienígena ..usado em países aonde VIVOS deviam a VIVOS

    Padecemos do círculo da ignorância e da pobreza, da falta de oportunidade e de crescimento consistente ..da falta de ensino e PREPARO pra nossa gente ..o avô foi, o pai foi, o filho e o neto serão ..isso quando o cara conhece o pai ..ou quando este é localizado em baile FUNK

    Vamos largar de ser poeta e IMATURO .. E POR A MÃO NA MASSA e a cabeça pra pensar só pra variar

    me digam DEMAGOGOS DA ESQUERDA ..ME APONTEM um brasileiro que tenha sido proibido (tipo EUA) de frequentar uma escola, um hospital, que tenha sido obrigado a descer de um ônibus por que era negro?

    O nosso problema não é o negro ..estão sim naqueles que vestem e que corrompem os que usam do pretinho básico, compreende?

    Experimentem tentar contratar um engenheiro ou médico/dentista negro ..veja se aparece algum? ..os caras NÃO tem dinheiro pra entrar nem pra se manter

    A NOSSA DIVIDA não é com o NEGRO ou com o BRANCO, é com o POBRE ..será que vocês entendem?

    A qdade de pobre branco é sim menor que a de negros e pardos ..daí mais um EXCELENTE motivo para NÃO deixarmos eles de fora de um processo de reparo social ..isso sim é maldade ..irresponsabilidade consciente ..deixar o branquinho pobre de fora só por ele ter nascido entre a gente ..RACISTAS !!!!!

    Como pode, chega a me embrulhar o estomago ver pessoas que se dizem com preocupações sociais ..que se acham esclarecidas ..defenderem a AJUDA somente a um necessitado ..abandonando o outro ao sua própria sorte ?

  • Antonia

    Eduardo,
    Só agora, cedo, vi seu texto. Fico mais uma vez surpresa e feliz com o seu blog. Parabéns. Sou negra, atualmente, participo de programas de inclusão dos negros na Universidade. Dizer que não há racismo no Brasil é de uma hipocrisia que só interessa a uma elite branca e podre, como Kamel e seus patrões.

  • Levy santos

    Prezado Eduardo, obrigado por trazer ao nosso conhecimento, o link do excelênte site Inovação Tecnológica.

  • Paulo Ribeiro

    E a mídia golpista reforça o preconceito, quando cita o (graças a Deus) falecido Celso Pitta como exemplo de negro que alcançou o poder. Assim, o PIG busca incutir na mente do brasileiro a velha tese de que o preto quando não faz na entrada, faz na saída. Mais uma vez, o presidente Lula mostrou sua independência e inteligência ao nomear um negro no STF e manter em seu ministério homens como Gilberto Gil e Orlando Silva. Já os tucanos, sentem-se mal até mesmo quando são servidos por negros em restaurantes. E, sentem vergonha quando um correligionário de cor, caso de Paulo Preto, é pego com a mão na botija, fazendo aquilo que os tucanos sabem tão bem: roubar!

  • – Por que há muito mais negros no serviço público do que na iniciativa privada?
    Porque na iniciativa privada os candidatos a qualquer vaga passam pelo filtro do Depto. de Recursos Humanos, que dão preferência (principalmente em cargos administrativos) a pessoas de pele clara, enquanto que no serviço público a contratação é feita por concurso público, ou seja, só entra quem se sair bem nas provas.

    – Por que há muito mais negros nas favelas e quase nenhum nos bairros nobres?
    Porque desde que o Brasil aboliu (apenas formalmente) a escravidão, a elite branca adotou a tática de bloquear a ascensão social dos negros através do muro invisível chamado racismo.

    ___________
    Neste sábado haverá um ato contra a discriminação num Shopping, mas não sei os detalhes.

    • Romanelli

      raciocínio errado, tendencioso

      O negro esta muito mais em carreiras que PAGAM pouco e exigem de MENOS formação e preparo ainda, só isso ..e isso não tem nada a ver com RACISMO institucional, mas com miséria mesmo

      9 em 10 brasileiros ainda ganham até 2 SM

      E não ser racista não significa não TERMOS racistas ..haja visto os COTISTAS RACIAIS que praticam do mesmo, só que contra os brancos, os pobres brancos, inocentes também

      ..francamente

      • Marcelo Marchetti (Schultz)

        Romanelli,
        além de não saber escrever você não sabe nada, absolutamente nada deste assunto.
        Fica claro pelo seu comentário nada criativo que você descende de tradição escravocrata.
        Caso você seja mesmo tão burro quanto parece, vai uma novidade: Você É racista, pois o que disse é exatamente o argumento ininteligente dos que não gostam da presença de pessoas negras ao seu lado, ou pior, em posição socialmente superior, e que acreditam -por que é verdade-que as cotas raciais, não as sociais, é que podem dar aos negros condições de ocupar tais posições.
        Filho, tenho dó de um coitado tão desprovido de sapiência como você ter que sacar de argumentos tão pobres para tentar garantir sua herança social e econômica, no grito vago de um sofisma tão precário e redundante.
        Você é só mais um imbecil racista sem caráter digno e muito menos moral.

        P.S. Sou branco com muito orgulho, como teria orgulho de ser preto, indio ou verde. Sou descendente de alemães vitimas do nazismo só por terem discordado do Reich. E dentre meus melhores amigos (por que sou digno) tenho gente de todas, TODAS as cores e regiões do Brasil e do mundo. Acho que esta alegria você não pode ter! Há, há, há !!!

  • Roberto Pereira

    É evidente que há racismo no Brasil.

    Confesso que quando tomei conhecimento desse livro com um título tão ridículo, pensei se tratar de uma ironia do autor. Qual não foi meu espanto saber que o título é para ser levado a sério e que o “grande intelectual” escreveu um livro inteiro para defender tese tão absurda e descolada da realidade.

    Qualquer pessoa que conviva socialmente em qualquer ambiente e classe social saberá desde pequeno que os negros são sempre tratados (de forma mais ou menos explícita conforme a situação) com desprezo e como seres de 2ª categoria. Claro que como a miscigenação no Brasil é muito forte e o sangue negro bronzeia inclusive alguns filhinhos da “boa sociedade”, sempre é de “bom senso” não discriminar os “morenos” mais “bem aparentados” e bem vestidos, ANTES DE TER CERTEZA DE SUA PROCEDÊNCIA SOCIAL E PODERIO ECONÔMICO, mas uma vez estabelecido que são pobres, qualquer pessoa de pele mais escuro é sempre pior tratada do que um branco.

    Tente um negro adentrar o sacrossanto Iguatemi para ver se na mesma hora dois ou três seguranças não começam a segui-lo de forma mais ou menos ostensiva. Aliás, nem precisa ser no shopping mais “sofisticado” da cidade.

    Sobre o racismo no Brasil há um excelente documentário no site da Câmara Federal tratando das cotas na UNB. Espantoso ver a fúria com que uma Profª de Direito constitucional (???)- loira – se revolta contra as cotas.

    E o melhor momento é quando o conhecido Demétrio Magnoli estava lançando seu livrinho (na mesmo linha do Kamel) discutindo suas teses apenas com pessoas – BRANCAS – que concordavam com ele, e foi questionado firmemente por um ativista do movimento negro que desmascarou ao vivo a farsa de nossa “democracia racial”. Vale a pena ver esse documentário que tem um depoimento emocionante de um jovem universitário negro da UNB que desmonta de forma fulminante e dolorosa a tese de que não há racismo no Brasil.

    Desculpe o longo comentário, mas um dos pontos altos do seu blog é quando vc trata desse assunto.

    Parabéns.

  • nessa acertou. Somos bem racistas sim,o brasil.
    Porem nao fazermos turismo aereo levando pesoas p/serem torturadas em outros paises…
    Nao planejamos limpezas etnicas nem genocidios como eles fazem.
    -Nao matamos via uso de muniçoes contendo ‘uranio empobrecido’,..
    Nossos negros sao mais oumenos 50%. Os deles sao mal 13%.Mas na fila do corredor da morte deles, vai ver la quem é que consta na maioria…

  • alex

    PAULO PRETO FAZ EDUARDO JORGE “MIJAR PARA TRÁS”

    Paulo Preto revê Eduardo Jorge na Justiça

    Vice-presidente do PSDB negou ter dito a revista que ex-diretor da Dersa desviou recurso de [br]campanha do partido

    Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo
    17 de fevereiro de 2011

    Frente a frente, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, e Eduardo Jorge, eminência tucana. Os dois não se cumprimentaram, nem um aperto de mãos trocaram. A cena ocorreu ontem na acanhada sala de audiências da 1.ª Vara Criminal do Fórum da Lapa, onde tramita ação penal movida por Souza contra o vice-presidente do PSDB, por crime contra a honra.

    Eduardo Jorge teria declarado em agosto, à revista IstoÉ, que Souza, ex-presidente da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) no governo José Serra, desaparecera com R$ 4 milhões da campanha do partido à Presidência da República, em 2010.

    Durante 15 minutos, entre 15h21 e 15h36, os dois oponentes permaneceram diante da juíza Cynthia Straforini. Eduardo Jorge afirmou que jamais fez tal declaração. Informou ter enviado correspondência à revista pedindo retificação.

    Diante do impasse, a juíza suspendeu a sessão e deu prazo de dez dias para que as partes estudem eventual composição. “Esta não é uma ação entre amigos, é uma ação criminal”, declarou Souza. Seu advogado, o criminalista José Luís Oliveira Lima, advertiu: “A única possibilidade que vai ser analisada por mim e pelo meu cliente é se eventualmente forem publicadas quatro páginas com as pessoas negando taxativamente que tenham dito aquilo.”

    Claudio Pimentel, advogado da revista, disse que vai conversar com os autores da reportagem e com a direção do veículo para decidir sua estratégia.

    “Quero que todo mundo assuma publicamente que mentiu atingindo minha honra”, disse Souza. “Fui acusado de roubo, mas até agora não existe esse dinheiro. Nunca participei de arrecadação. O PSDB não pode desconhecer minha vida pregressa.”

    Souza disse que concedeu entrevista à IstoÉ e que suas declarações “foram rigorosamente mantidas, sem nenhuma distorção”. “As declarações (de Eduardo Jorge) são verdadeiras.”

    Alvo do Ministério Público, por suposto favorecimento a familiares em contratos, Souza disse que já abriu mão do próprio sigilo. Sobre a empresa Peso Positivo, subcontratada no Rodoanel, foi categórico. “Minha mãe tem 84 anos, tem 1% da firma do meu genro. É ridículo achar que o coordenador-geral de todas as obras sobre pneus tenha favorecido o genro num contrato de R$ 91 mil, quando administrei R$ 12 bilhões.”

    FONTE: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110217/not_imp680686,0.php

  • Antonia

    Cotas raciais e sociais, sim. Sou favóravel. E só quem não aprofunda no assunta para emitir juigo de valor vulgar como alguns oomentaristas. Sabem que a cota racial atinge mais pobres que a social? E quem não sabe a distinção que se informe antes de emitir juizo de valor, novamente falando.

  • Ana Flávia

    Digam ao Jabor que A NAÇÃO É BICOLOR!
    O que em si não é problema nenhum.
    Cínico é o cego que nega o óbvio, para impedir que se promova justiça social.
    Um país que escravizou uma das cores à serviço da outra, não pode apagar o passado sem a devida reparação.

  • Eduardo

    Eu não sou racista ,mas tem muitos amigos meus que são e já cuspiram na cara dum negro ,já deram porrada em negros e deram tapas na cara de muitos negros.
    NÃO APROVO ESSA CONDUTA .

  • é obivio q no brasil a racismo………..