Marielle e outras 4 mulheres são homenageadas com medalha Mietta Santiago

A Câmara dos Deputados homenageou, nesta terça-feira (19), com a Medalha Mietta Santiago, cinco mulheres com história de luta, resistência e que prestaram relevantes serviços ao País relacionados aos direitos das mulheres. Três das cinco agraciadas – Gabriela Barreto Lemos, Gina Vieira e Marielle Franco (in memorian) foram indicadas pelas deputadas da Bancada do Partido dos Trabalhadores Margarida Salomão (MG) e Erika Kokay (DF), e pela ex-deputada Ana Perugini (SP), respectivamente.

Em 12 cidades, mulheres tiveram mais chances de morrer por agressão do que por câncer

Mulheres residentes em ao menos 12 municípios do país têm as mesmas – ou mais – chances de morrer vítimas de agressão do que de doenças do sistema circulatório ou câncer (as duas principais causas de óbitos femininos no país). Enquanto, em todo o Brasil, a média de mortes femininas por agressão representa 0,88% do total, há cidades em que esse número salta para até 19,5%. Este é o resultado do cruzamento de dados oficiais que constam no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde com dados populacionais extraídos de pesquisas do IBGE.

Petistas lembram Dia Internacional da Mulher e convocam para a luta

Parlamentares da Bancada do PT na Câmara dos Deputados postaram nesta sexta-feira (8), no Twitter, mensagens que lembram a passagem do Dia Internacional da Mulher. Deputadas e deputados recuperaram as conquistas das mulheres ao longo da história, e ao mesmo tempo alertaram a sociedade sobre ameaças aos direitos patrocinados pelo governo Bolsonaro. Entre as deputadas petistas, os protestos se voltaram principalmente contra o machismo e a violência às mulheres ainda disseminados pelo País, e de repúdio à Reforma da Previdência.

Benedita: “Uma das faces mais visíveis da discriminação da mulher é a sua pequena representação política”

O dia 8 de Março é celebrado como o Dia Internacional das Mulheres. Mas será apenas o dia em que os homens se sentem obrigados a dar flores às mulheres, como muitos pensam? Podem até continuar dando flores, mas não por elas serem supostamente o “sexo frágil”, e sim por admiração e respeito pela sua luta por direitos iguais aos dos homens.